Não precisamos de meias palavras, meio amor, meio quase ou meio talvez.
A vida bate muito. Ninguém está livre de apanhar. Assim como ela nos oferece tempos mais suaves, ela também nos dá a outra face. Nem sempre aguentamos o tranco. Nem sempre dá pra segurar. Quando vamos amadurecendo diante das consequências de nosso destino, vamos aprendendo a priorizar o que realmente é importante. Paramos de nos sujeitar as coisas medíocres pequenas e rasas que insistiram em nos oferecer. E aí a gente vai percebendo que com sequelas ou não, Deus nos colocou a prova muitas vezes, e que o nosso espírito lutou bravamente e chegou à conclusão de que é melhor esquecer a guerra dos outros e ser a própria paz. De quantos náufragos nos salvamos. Quem já perdoamos. Quantas vezes perdemos a respiração num momento de entrega e paixão. Quem ficou ao nosso lado, quem se foi. . Vez em quando é normal e necessário fecharmos a porta por um tempo e colocarmos a placa de “Do Not Disturb” em nosso coração. Não precisamos de meias palavras, meio amor, meio quase ou meio talvez.São coisas tão intensas e mágicas que não gostaríamos que terminassem. Se tudo fosse fácil e simples com certeza não haveria aprendizado. A vida vem e mostra a cartilha. Estuda quem quer, aprende quem precisa.