CCAC...Comunidade Católica Adoradores De Cristo
Deus não vai reduzir a doutrina dele para se adequar a você porque não é ele que tem que se adequar a você é você que tem que se adequar a vontade de Deus.
O meu agir revela a quem eu sirvo
Você é o resultado das suas escolhas
.
Deus reside em todos os Homens mas nem todos os Homens estão nele por isso eles sofrem.A direção ele ja deu cabe a voces decidir qual caminho vai seguir. Tem gente que já conhece o caminho mas continua perdido... E quando tudo desmoronar, sabe quem vai estar ao teu lado ? ... Deus ! Deus é o unico que nunca vai te abandonar! Deus permite situaçoês em nossas vidas para mudar a nossa história. O que somos é presente de Deus ,no que nos transformamos é o nosso presente a ele.
Se 1 minuto ão lado de Deus você ja é feliz, imagina a eternidade.Deus...Meu Amor Maior!
Os três primeiros lugares do meu coração pertencem ao Pai ao Filho e ao Espírito Santo. Por quem um dia me apaixonei e passarei a eternidade! Deus...Quanto mais eu te procuro mais eu te encontro quanto mais eu te encontro mais eu te amo! Tem dias que Deus caminha do meu lado,eu sei.Tem outros que ele me pega no colo... eu sinto!.As mais lindas coisas da vida,não podem ser vistas nem tocadas,mas sim sentidas pelo coração.
.
Servir a Deus não é obrigação,é um privilégio.
Quer mudança de vida?Deixe-se conduzir pelo Espírito santo de Deus...
Quando estamos com a alma cansada e o coração triste,a melhor coisa a fazer é ir para um cantinho só da gente,fechar os olhos e falar com Deus.Não importa que seja em silêncio,pois mesmo quando não conseguimos proferir palavra alguma ,Ele é o único que consegue ler nosso coração .O santo silêncio nos permite ouvir mais claramente a voz de Deus.O segredo da paz é entregar toda ansiedade a Deus . As vezes Deus precisa te levar ao deserto para recomeçar uma história em sua vida ! Deus me ensinou que silêncio, também é resposta !Com Deus ate o fim,mesmo sem entender! A fé te levará á lugares que você jamais sonhou.As mais lindas coisas da vida,não podem ser vistas nem tocadas,mas sim sentidas pelo coração.Deus está agindo no silêncio aguarde a surpresa...
Não Oro para que Deus faça a minha vontade, mas para que eu me adeque a vontade dele.
Ore não por uma vida fácil, mas pra ter forças para aguentar uma vida difícil.
Não conte suas guerras para os outros, poucos vão querer te ajudar e a maioria só está curiosa.Conte suas guerras para Deus,ele te ajuda a vencê-las.
.''Seja humilde, pois, até o sol com toda sua grandeza se põe e deixa a lua brilhar.'' Só o Amor é capaz de derreter o terrível gelo da indiferença.
.
O bonito dessa vida é poder acordar todas as manhãs, e saber que o autor desse milagre é Deus.É ele que levanta o sol,é ele que derrama a chuva,é ele que te acorda, é ele que te fortalece e é ele que te conduz pelos melhores caminhos . Não existe caminho para a felicidade.A felicidade é o caminho.
.
Essa carinha de pidão é para lhe mostrar o quanto eu gosto de você.Sejam bem-vindos. Um ótimo desfrute. Desfrute O Máximo!!! Fé Pensamentos e reflexões.e otimismo para seu dia!!!
Quem sou eu
- Pedrinho
- Barra Bonita, sp, Brazil
- Observador/ Romãntico/ Apaixonado/ Apaixonar-se por Deus é o maior dos romances;Procurá-lo a maior aventura;encontrá-lo a maior de todas as realizações. Filho amado de Deus, sou apaixonado por Cristo. Eu vivo, mas já não sou eu; é Cristo que vive em mim. Eu sou de Cristo e Cristo é de Deus Sou sal da terra e luz de Deus no Mundo.Você pode dizer que sou um sonhador Mas eu não sou o único. Eu espero que algum dia você junte-se a nós E o mundo viverá como um só.
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domingo, 29 de agosto de 2010
QUEM DENTRE VÓS NÃO TIVER PECADO, SEJA ESSE O PRIMEIRO A APEDREJÁ-LA
Onde os pecados estão gravados?
Na tábua do nosso coração
e nos Livros das Obras.
Jesus lhes disse: “Quem dentre vós não tiver pecado, seja esse o primeiro a apedrejá-la, e continuou escrevendo no chão.” Então alguns velhos, que tinham cometido mais pecados, foram embora primeiro, seguidos pelos jovens. Suponhamos que Jesus estivesse em pé entre nós e a mulher, e nos dissesse que aquele entre nós que não tivesse pecado, podia atirar a primeira pedra, o que faríamos? Deus, nosso criador, registra nossos pecados em dois lugares diferentes.
Primeiro, Ele escreve nossos pecados na tábua de nosso coração. “O pecado de Judá está escrito com um ponteiro de férro e com diamante pontiagudo, gravado na tábua do seu coração e nas pontas dos seus altars”(Jeremias 17:1).
Deus fala conosco através de Judá, nosso representante. Os pecados do ser humano são cravados com estilete de ferro e com ponta de diamante. Esses estão gravados na tábua do nosso coração. Jesus abaixou-se e escreveu no chão que os homens são pecadores.
Deus sabe que pecamos e Ele grava os pecados na tábua de nosso coração. Primeiro, Ele registra nossas obras, pecados que cometemos, porque somos frágeis diante da Lei. Como os pecados estão gravados no nosso coração, entendemos que somos pecadores quando olhamos para a Lei. Sabemos que somos pecadores diante de Deus, porque Ele gravou a Lei em nosso coração e em nossa consciência.
Jesus abaixou-se pela segunda vez para escrever no chão. A Bíblia diz que todos os nossos pecados também estão gravados no Livro das Obras diante de Deus (Apocalipse 20:12). O nome do homem e seus pecados estão escritos naquele Livro e também estão registrados na tábua do seu coração, jovem ou velho. É por isso que eles não tinham nada a dizer a Jesus sobre seus próprios pecados. Os que tentavam apedrejar a mulher, ficaram desolados diante das palavras de Jesus.
Quando os nossos pecados,
que estão gravados em dois lugares,
são apagados?
Quando aceitamos a salvação
da água e do sangue de Jesus
no nosso coração
Quando você recebe a salvação, todos seus pecados no Livro das Obras são apagados e seu nome é incluído no Livro da Vida. Aqueles cujos nomes aparecem no Livro da Vida vão para o Céu. As boas ações que fizeram neste mundo para justiça de Deus e para Seu Reino, também estão registradas no Livro da Vida. Assim eles são aceitos no Céu. Aqueles que são libertos de seus pecados entram na terra da eternidade.
Os pecados de cada pessoa estão registrados em dois lugares. Por isso, ninguém pode enganar a Deus. Não há ninguém que não pecou nem cometeu adultério em seu coração; todos somos pecadores e imperfeitos.
Aqueles que não aceitam a redenção de Jesus em seus corações agonizam por causa de seus pecados e não estão seguros. Eles têm medo de Deus e dos homens por causa de seus pecados. Mas, no momento em que aceitam no coração o evangelho da salvação da água e do Espírito, todos os pecados registrados na tábua de seus corações e no Livro das Obras ficam apagados completamente e são salvos de todos os seus pecados.
O Livro da Vida está no Céu. Os nomes daqueles que crêem na salvação da água e do Espírito estão registra dos nele, por isso vão entrar no Céu.
Entrarão no Céu não porque viveram sem pecados neste mundo, mas porque foram salvos de todos os pecados ao crerem na salvação da água e do Espírito. “Essa é a lei da fé” (Romanos 3.27).
Caros cristãos, os escribas e fariseus eram pecadores tal qual a mulher flagrada em adultério.
De fato, eles cometeram mais pecados porque fingiam e enganavam a si mesmos como se não tivessem pecados. Os líderes religiosos eram ladrões com autorização formal. Eles eram ladrões de almas, de vida, pois se atreviam a ensinar aos outros com segurança, embora eles mesmos ainda não fossem salvos.
De acordo com a Lei, não há ninguém que não tenha pecados; mas o homem torna-se justo, não porque jamais peca e sim porque foi salvo de todos os seus pecados, e seu nome está registrado no Livro da Vida. O homem precisa ser redimido porque ele não consegue viver livre do pecado. O importante é saber se seu nome está no livro da Vida. Ser admitido no Céu e receber a graça de Deus, depende da sua fé em aceitar a salvação em Jesus. O que aconteceu com a mulher que foi apanhada em pecado? Ela estava em pé, com seus olhos fechados, porque sabia que ia morrer. E, provavelmente, estivesse chorando de medo e de arrependimento. As pessoas tornam-se honestas consigo mesmas quando encaram a morte.
“Ó Deus, é certo que devo morrer. Por favor, aceite minha alma em Suas mãos e tenha piedade de mim. Por favor, tenha piedade de mim Jesus.” Ela implorou a Jesus pelo amor da salvação. “Deus, se o Senhor me julgar, serei julgada, e se o Senhor disser que estou sem pecado, então meus pecados serão apagados. Depende do Senhor.”
Ela, talvez, estivesse dizendo todas essas coisas, deixando tudo nas mãos de Jesus.
Ela não disse: “Eu errei, por favor perdoa o meu adultério.” Ela disse: “Por favor, salva-me dos meus pecados. Se o Senhor libertar-me deles, serei salva, caso contrário, irei para o inferno. Eu preciso de Sua salvação e do amor de Deus, preciso que tenha piedade de mim.” Ela fechou os olhos e confessou seus pecados.
Então, Jesus lhe perguntou: “Onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? Ela respondeu: Ninguém, Senhor!”
E Jesus completou: “Nem Eu tampouco te condeno.” Jesus não a condenou porque Ele já havia tirado todos os seus pecados através do Seu batismo no rio Jordão e ela já havia sido liberta. Agora, Jesus, não a mulher, tinha de ser julgado pelos pecados dela.
Onde os pecados estão gravados?
Na tábua do nosso coração
e nos Livros das Obras.
Jesus lhes disse: “Quem dentre vós não tiver pecado, seja esse o primeiro a apedrejá-la, e continuou escrevendo no chão.” Então alguns velhos, que tinham cometido mais pecados, foram embora primeiro, seguidos pelos jovens. Suponhamos que Jesus estivesse em pé entre nós e a mulher, e nos dissesse que aquele entre nós que não tivesse pecado, podia atirar a primeira pedra, o que faríamos? Deus, nosso criador, registra nossos pecados em dois lugares diferentes.
Primeiro, Ele escreve nossos pecados na tábua de nosso coração. “O pecado de Judá está escrito com um ponteiro de férro e com diamante pontiagudo, gravado na tábua do seu coração e nas pontas dos seus altars”(Jeremias 17:1).
Deus fala conosco através de Judá, nosso representante. Os pecados do ser humano são cravados com estilete de ferro e com ponta de diamante. Esses estão gravados na tábua do nosso coração. Jesus abaixou-se e escreveu no chão que os homens são pecadores.
Deus sabe que pecamos e Ele grava os pecados na tábua de nosso coração. Primeiro, Ele registra nossas obras, pecados que cometemos, porque somos frágeis diante da Lei. Como os pecados estão gravados no nosso coração, entendemos que somos pecadores quando olhamos para a Lei. Sabemos que somos pecadores diante de Deus, porque Ele gravou a Lei em nosso coração e em nossa consciência.
Jesus abaixou-se pela segunda vez para escrever no chão. A Bíblia diz que todos os nossos pecados também estão gravados no Livro das Obras diante de Deus (Apocalipse 20:12). O nome do homem e seus pecados estão escritos naquele Livro e também estão registrados na tábua do seu coração, jovem ou velho. É por isso que eles não tinham nada a dizer a Jesus sobre seus próprios pecados. Os que tentavam apedrejar a mulher, ficaram desolados diante das palavras de Jesus.
Quando os nossos pecados,
que estão gravados em dois lugares,
são apagados?
Quando aceitamos a salvação
da água e do sangue de Jesus
no nosso coração
Quando você recebe a salvação, todos seus pecados no Livro das Obras são apagados e seu nome é incluído no Livro da Vida. Aqueles cujos nomes aparecem no Livro da Vida vão para o Céu. As boas ações que fizeram neste mundo para justiça de Deus e para Seu Reino, também estão registradas no Livro da Vida. Assim eles são aceitos no Céu. Aqueles que são libertos de seus pecados entram na terra da eternidade.
Os pecados de cada pessoa estão registrados em dois lugares. Por isso, ninguém pode enganar a Deus. Não há ninguém que não pecou nem cometeu adultério em seu coração; todos somos pecadores e imperfeitos.
Aqueles que não aceitam a redenção de Jesus em seus corações agonizam por causa de seus pecados e não estão seguros. Eles têm medo de Deus e dos homens por causa de seus pecados. Mas, no momento em que aceitam no coração o evangelho da salvação da água e do Espírito, todos os pecados registrados na tábua de seus corações e no Livro das Obras ficam apagados completamente e são salvos de todos os seus pecados.
O Livro da Vida está no Céu. Os nomes daqueles que crêem na salvação da água e do Espírito estão registra dos nele, por isso vão entrar no Céu.
Entrarão no Céu não porque viveram sem pecados neste mundo, mas porque foram salvos de todos os pecados ao crerem na salvação da água e do Espírito. “Essa é a lei da fé” (Romanos 3.27).
Caros cristãos, os escribas e fariseus eram pecadores tal qual a mulher flagrada em adultério.
De fato, eles cometeram mais pecados porque fingiam e enganavam a si mesmos como se não tivessem pecados. Os líderes religiosos eram ladrões com autorização formal. Eles eram ladrões de almas, de vida, pois se atreviam a ensinar aos outros com segurança, embora eles mesmos ainda não fossem salvos.
De acordo com a Lei, não há ninguém que não tenha pecados; mas o homem torna-se justo, não porque jamais peca e sim porque foi salvo de todos os seus pecados, e seu nome está registrado no Livro da Vida. O homem precisa ser redimido porque ele não consegue viver livre do pecado. O importante é saber se seu nome está no livro da Vida. Ser admitido no Céu e receber a graça de Deus, depende da sua fé em aceitar a salvação em Jesus. O que aconteceu com a mulher que foi apanhada em pecado? Ela estava em pé, com seus olhos fechados, porque sabia que ia morrer. E, provavelmente, estivesse chorando de medo e de arrependimento. As pessoas tornam-se honestas consigo mesmas quando encaram a morte.
“Ó Deus, é certo que devo morrer. Por favor, aceite minha alma em Suas mãos e tenha piedade de mim. Por favor, tenha piedade de mim Jesus.” Ela implorou a Jesus pelo amor da salvação. “Deus, se o Senhor me julgar, serei julgada, e se o Senhor disser que estou sem pecado, então meus pecados serão apagados. Depende do Senhor.”
Ela, talvez, estivesse dizendo todas essas coisas, deixando tudo nas mãos de Jesus.
Ela não disse: “Eu errei, por favor perdoa o meu adultério.” Ela disse: “Por favor, salva-me dos meus pecados. Se o Senhor libertar-me deles, serei salva, caso contrário, irei para o inferno. Eu preciso de Sua salvação e do amor de Deus, preciso que tenha piedade de mim.” Ela fechou os olhos e confessou seus pecados.
Então, Jesus lhe perguntou: “Onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? Ela respondeu: Ninguém, Senhor!”
E Jesus completou: “Nem Eu tampouco te condeno.” Jesus não a condenou porque Ele já havia tirado todos os seus pecados através do Seu batismo no rio Jordão e ela já havia sido liberta. Agora, Jesus, não a mulher, tinha de ser julgado pelos pecados dela.
ELE DISSE: NEM EU TAMPOUCO TE CONDENO
Será que ela foi condenada
por Jesus?
Não!
Esta mulher foi abençoada com a salvação em Jesus. Ela foi liberta de todos os seus pecados. Na Bíblia, nosso Senhor Jesus nos diz que Ele nos libertou de todos os nossos pecados e que estamos justificados.
Ele morreu na Cruz para pagar pelos nossos pecados, os quais Ele tirou mediante o Seu batismo no rio Jordão. Ele diz claramente que libertou todos os que crêem na salvação do Seu batismo e no julgamento na Cruz. Todos nós precisamos nos firmar nessas palavras escritas por Jesus. Então, todos seremos abençoados com a salvação.
“Deus, não tenho nenhum mérito diante do Senhor, nenhum talento, não tenho nada a mostrar-Lhe senão meus pecados. Mas creio que Jesus é o Senhor da minha salvação. Ele tirou todos os meus pecados no rio Jordão e os expiou na Cruz. Ele tirou todos os meus pecados com Seu batismo e com o seu sangue. Eu creio em Ti, Senhor.”
Esta é a maneira como você é salvo. Jesus não nos
condena, pelo contrário, Ele dá o direito de ser filhos de Deus àqueles que crêem na salvação da água e do Espírito; Ele tira todos os seus pecados e os chama de justos.
Caros amigos! Aquela mulher, que foi flagrada em adultério, foi abençoada com a salvação diante de Jesus. Nós também podemos ser abençoados como ela. Qualquer um que reconhece seus pecados e pede a Deus para ter piedade dele, qualquer um que crê na salvação da água e do Espírito em Jesus recebe de Deus a bênção da salvação. Aqueles com pecados têm que ser salvos, mas quem peca e não reconhece seus próprios pecados, não pode receber a bênção da salvação.
Jesus tirou todos os pecados do mundo (João 1:29). Qualquer pecador no mundo pode ser salvo se crer em Jesus. Jesus disse àquela mulher: “Nem Eu tampouco te condeno.” Ele disse que não a condenou porque todos os pecados dela já Lhe pertenciam. Jesus levou sobre Si todos os nossos pecados e foi julgado em nosso lugar.
Será que ela foi condenada
por Jesus?
Não!
Esta mulher foi abençoada com a salvação em Jesus. Ela foi liberta de todos os seus pecados. Na Bíblia, nosso Senhor Jesus nos diz que Ele nos libertou de todos os nossos pecados e que estamos justificados.
Ele morreu na Cruz para pagar pelos nossos pecados, os quais Ele tirou mediante o Seu batismo no rio Jordão. Ele diz claramente que libertou todos os que crêem na salvação do Seu batismo e no julgamento na Cruz. Todos nós precisamos nos firmar nessas palavras escritas por Jesus. Então, todos seremos abençoados com a salvação.
“Deus, não tenho nenhum mérito diante do Senhor, nenhum talento, não tenho nada a mostrar-Lhe senão meus pecados. Mas creio que Jesus é o Senhor da minha salvação. Ele tirou todos os meus pecados no rio Jordão e os expiou na Cruz. Ele tirou todos os meus pecados com Seu batismo e com o seu sangue. Eu creio em Ti, Senhor.”
Esta é a maneira como você é salvo. Jesus não nos
condena, pelo contrário, Ele dá o direito de ser filhos de Deus àqueles que crêem na salvação da água e do Espírito; Ele tira todos os seus pecados e os chama de justos.
Caros amigos! Aquela mulher, que foi flagrada em adultério, foi abençoada com a salvação diante de Jesus. Nós também podemos ser abençoados como ela. Qualquer um que reconhece seus pecados e pede a Deus para ter piedade dele, qualquer um que crê na salvação da água e do Espírito em Jesus recebe de Deus a bênção da salvação. Aqueles com pecados têm que ser salvos, mas quem peca e não reconhece seus próprios pecados, não pode receber a bênção da salvação.
Jesus tirou todos os pecados do mundo (João 1:29). Qualquer pecador no mundo pode ser salvo se crer em Jesus. Jesus disse àquela mulher: “Nem Eu tampouco te condeno.” Ele disse que não a condenou porque todos os pecados dela já Lhe pertenciam. Jesus levou sobre Si todos os nossos pecados e foi julgado em nosso lugar.
DEVEMOS SER SALVOS DIANTE DE JESUS, TAMBÉM
Qual é maior, o amor de Deus
ou o julgamento de Deus?
O amor de Deus.
Os fariseus, com pedras nas mãos, bem como os líderes religiosos de hoje, interpretam a Lei literalmente. Eles crêem que, desde que a Lei nos diz para não cometermos adultério, quem pecar será apedrejado até a morte. Eles olham para as mulheres cobiçando-as, enquanto fingem que não estão cometendo adultério. Eles não podem ser libertos nem salvos. Os fariseus e os escribas eram os moralistas deste mundo nunca ouviram Jesus dizer-lhes: Nem Eu tampouco te condeno.
Somente a mulher que foi flagrada em adultério ouviu essas palavras agradáveis. Se você for honesto diante dEe, poderá também ser abençoado como ela. “Deus, eu cometi adultério em toda a minha vida. Até parece que não cometo tal pecado pelo tanto que já o cometi. Eu peco muitas vezes a cada dia.”
Quando aceitamos a Lei e o fato de que somos pecadores, os quais devem morrer e encarar Deus honesta mente, reconhecem exatamente como somos e dizemos: “Deus, isto é quem eu sou. Por favor, salva-me.” Então, Deus nos abençoa com a libertação.
O amor de Jesus, da água e do Espírito, venceu o próprio julgamento de Deus. “Nem Eu tampouco te condeno.” Ele não nos condena e diz: “Você está salvo.” Nosso Senhor Jesus Cristo é o Deus da compaixão que nos salvou de todos os pecados do mundo.
Nosso Deus é o Deus de Justiça e o Deus de Amor. O amor da água e do Espírito é ainda maior do que o Seu julgamento.
Qual é maior, o amor de Deus
ou o julgamento de Deus?
O amor de Deus.
Os fariseus, com pedras nas mãos, bem como os líderes religiosos de hoje, interpretam a Lei literalmente. Eles crêem que, desde que a Lei nos diz para não cometermos adultério, quem pecar será apedrejado até a morte. Eles olham para as mulheres cobiçando-as, enquanto fingem que não estão cometendo adultério. Eles não podem ser libertos nem salvos. Os fariseus e os escribas eram os moralistas deste mundo nunca ouviram Jesus dizer-lhes: Nem Eu tampouco te condeno.
Somente a mulher que foi flagrada em adultério ouviu essas palavras agradáveis. Se você for honesto diante dEe, poderá também ser abençoado como ela. “Deus, eu cometi adultério em toda a minha vida. Até parece que não cometo tal pecado pelo tanto que já o cometi. Eu peco muitas vezes a cada dia.”
Quando aceitamos a Lei e o fato de que somos pecadores, os quais devem morrer e encarar Deus honesta mente, reconhecem exatamente como somos e dizemos: “Deus, isto é quem eu sou. Por favor, salva-me.” Então, Deus nos abençoa com a libertação.
O amor de Jesus, da água e do Espírito, venceu o próprio julgamento de Deus. “Nem Eu tampouco te condeno.” Ele não nos condena e diz: “Você está salvo.” Nosso Senhor Jesus Cristo é o Deus da compaixão que nos salvou de todos os pecados do mundo.
Nosso Deus é o Deus de Justiça e o Deus de Amor. O amor da água e do Espírito é ainda maior do que o Seu julgamento.
SEU AMOR É MAIOR DO QUE SUA JUSTIÇA
Por que Ele salvou todos nós?
Porque Seu amor é maior
do que Sua justiça.
Se Deus tivesse colocado em prática Seu julgamento para completar Sua justiça, Ele teria julgado todos os pecadores e os enviado para o inferno. Mas, para nos livrar do julgamento, Deus enviou Seu único Filho para levar sobre Si todos os nossos pecados e receber o julgamento em nosso lugar. Agora, qualquer pessoa que crer em Jesus como Salvador torna-se filho de Deus e é justificado diante dEle.
Agradeçamos a Deus por Ele não nos julgar somente com Sua justiça. Tal como Jesus disse aos escribas, aos fariseus e aos Seus discípulos, Deus deseja que sejamos misercordiosos e que O conheçamos. Alguns matam um boi ou uma cabra todos os dias, oferecendo um sacrifício diante de Deus, e ora: “Deus, perdoa nossos pecados todos os dias.” Deus não quer nossas ofertas, ao contrário, quer nossa fé na salvação da água e do Espírito. Ele quer que sejamos salvos e libertos. Ele quer nos dar Seu amor e aceitar nossa fé. Será que todos podem ver isso? Jesus nos deu a Sua salvação.
Jesus odeia o pecado, mas tem um ardente amor pelos seres humanos que foram criados à imagem de Deus. Ele decidiu, mesmo antes do início dos tempos, nos fazer Seus filhos e tirou todos os nossos pecados completamente através de Seu batismo e do Seu sangue. Deus nos criou para nos salvar, para nos abrigar em Jesus e nos fazer Seus filhos. Este é o amor que Ele tem por nós, Suas criaturas.
Se Deus tivesse nos julgado apenas de acordo com Sua Lei, todos nós, pecadores, devíamos morrer. Mas Ele nos salvou através do batismo e do julgamento de Seu Filho na Cruz. Você crê nisso? Vamos confirmar no Antigo Testamento o que estamos falando.
Por que Ele salvou todos nós?
Porque Seu amor é maior
do que Sua justiça.
Se Deus tivesse colocado em prática Seu julgamento para completar Sua justiça, Ele teria julgado todos os pecadores e os enviado para o inferno. Mas, para nos livrar do julgamento, Deus enviou Seu único Filho para levar sobre Si todos os nossos pecados e receber o julgamento em nosso lugar. Agora, qualquer pessoa que crer em Jesus como Salvador torna-se filho de Deus e é justificado diante dEle.
Agradeçamos a Deus por Ele não nos julgar somente com Sua justiça. Tal como Jesus disse aos escribas, aos fariseus e aos Seus discípulos, Deus deseja que sejamos misercordiosos e que O conheçamos. Alguns matam um boi ou uma cabra todos os dias, oferecendo um sacrifício diante de Deus, e ora: “Deus, perdoa nossos pecados todos os dias.” Deus não quer nossas ofertas, ao contrário, quer nossa fé na salvação da água e do Espírito. Ele quer que sejamos salvos e libertos. Ele quer nos dar Seu amor e aceitar nossa fé. Será que todos podem ver isso? Jesus nos deu a Sua salvação.
Jesus odeia o pecado, mas tem um ardente amor pelos seres humanos que foram criados à imagem de Deus. Ele decidiu, mesmo antes do início dos tempos, nos fazer Seus filhos e tirou todos os nossos pecados completamente através de Seu batismo e do Seu sangue. Deus nos criou para nos salvar, para nos abrigar em Jesus e nos fazer Seus filhos. Este é o amor que Ele tem por nós, Suas criaturas.
Se Deus tivesse nos julgado apenas de acordo com Sua Lei, todos nós, pecadores, devíamos morrer. Mas Ele nos salvou através do batismo e do julgamento de Seu Filho na Cruz. Você crê nisso? Vamos confirmar no Antigo Testamento o que estamos falando.
ARÃO IMPÔS AS MÃOS SOBRE O BODE EXPIATÓRIO
Quem transferiu os pecados
de Israel ao bode vivo, como seu
representante?
O Sumo-sacerdote deles.
Todos os pecados deste mundo foram expiados com a ordenança do Velho Testamento e o batismo do Novo Testamento. No Velho Testamento, todos os pecados anuais de Israel eram expiados através do Sumo-sacerdote, que impunha suas mãos sobre a cabeça de um bode sem mancha.
“Arão porá ambas as mãos sobre a cabeça do bode vivo e sobre ele confessará todas as inqüidades dos filhos de Israel, todas as suas transgressões e todos os seus pecados;” e os porá sobre a cabeça do bode e envia-lo-á ao deserto, “pela mão de um homem à disposição para isso” (Levítico 16:21).
Esta é a maneira como os pecados eram expiados na época do Velho Testamento. Para ser redimido de pecados diários, a pessoa trazia um cordeiro ou um bode sem mancha para o Tabernáculo e o oferecia no altar. Ele punha as mãos sobre a cabeça da oferta e seus pecados eram transferidos para o sacrifício. Depois, o animal era morto e seu sangue colocado nos chifres do altar pelo sacerdote. Haviam chifres nos quatro cantos do altar.
Estes chifres simbolizavam o livro das Obras que aparece em Apocalipse 21:12. O restante do sangue era aspergido no chão. O chão representava o coração do homem, porque o homem foi criado do pó da terra. As pessoas expiavam seus pecados diários desta forma. Mas elas não podiam trazer ofertas pelo pecado diariamente. Então, Deus permitiu que fizessem a expiação uma vez por ano pelos pecados anuais. Isso era feito no décimo dia do sétimo mês, o Dia da Expiação. Naquele dia, o representante de todo o povo de Israel, o sumo-sacerdote, trazia dois bodes e impunha suas mãos sobre eles para transferir os pecados do povo para eles e os oferecia a Deus para fazer expiação pelos filhos de Israel.
“Arão porá ambas as mãos sobre a cabeça do bode vivo e sobre ele confessará todas as iniqüidades dos filhos de Israel, todas as suas transgressões e todos os seus pecados”.
Deus nomeou Arão como sumo-sacerdote de Israel, como representante do povo. Ao invés de todos terem que impor suas mãos individualmente sobre o sacrifício, o sumo-sacerdote, como representante do povo, impunha suas mãos sobre a cabeça do bode vivo para a remissão dos pecados anuais.
Ele, então, relataria todos os pecados do povo israelense diante de Deus: “O Deus, Seus filhos israelitas cometeram pecados. Nós temos adorado outros deuses, violamos todos os artigos da Lei, usamos o Seu nome em vão, criamos outros ídolos e os amamos mais do que ao Senhor. Não guardamos o sábado de maneira santa, não respeitamos nossos pais, matamos, cometemos adultério e roubos ... entregamo-nos ao ciúme e às brigas.”
Arão relatou todos os pecados: “Nem o povo de Israel nem eu temos sido capazes de cumprir nenhum ponto da Sua Lei, ó Deus. Para sermos redimidos de todos esses pecados, eu imponho minhas mãos na cabeça deste bode e transfiro para ele todos esses pecados.” Ordenação ou imposição de mãos significa ‘transferência ou ‘passar para .
Como era realizada a expiação
no tempo do Velho Testamento?
Mediante a imposição das mãos sobre
a cabeça da oferta pelo pecado.
Deus deu o ritual do sacrifício expiatório aos israelitas para que pudessem transferir todos seus pecados para o sacrifício, a fim de serem libertos dos mesmos. Deus especificou que o sacrifício expiatório deveria ser sem mancha e que a oferta pelo pecado deveria morrer ao invés da pessoa.
No Dia da Expiação, o sacrifício expiatório era morto e seu sangue era levado para dentro do Lugar Santo e aspergido sete vezes no propiciatório. Assim, o povo de Israel expiava seus pecados anuais, no décimo dia do sétimo mês.
O sumo-sacerdote entrava no Lugar Santíssimo sozinho para oferecer o sacrifício, mas as pessoas se reuniam do lado de fora escutando o som das sinetas de ouro, penduradas nas mangas da roupa sacerdotal, tocando enquanto o sangue era aspergido no propiciatório. Então, as pessoas se alegravam sabendo que todos os seus pecados foram expiados. O som das sinetas de ouro era o som do jubilante Evangelho.
Jesus não salva algumas pessoas apenas. Ele tirou os pecados do mundo inteiro, de uma vez para sempre, com o Seu batismo. Ele quis nos libertar de uma só vez. Nossos pecados não podiam ser absorvidos todos os dias; eles foram absorvidos de uma vez por todas.
No Antigo Testamento, a expiação foi dada através da imposição das mãos e do sacrifício pelo pecado. Arão impôs suas mãos sobre a cabeça do bode vivo, diante de todo o povo, e relatava os pecados que o povo havia cometido durante o ano. Ele passou os pecados para o bode em frente de todos. Onde estão os pecados do povo, então? Todos foram passados para o bode.
Depois, o bode era levado para longe por uma pessoa designada para isso. O bode, com todos os pecados de Israel, era levado para o deserto onde não havia água nem ervas. O bode, então, vagava no deserto sob o sol ardente e, finalmente, morria. O bode morria pelos pecados de Israel.
Este é o amor de Deus, o amor da redenção. Esta é a maneira como expiavam os pecados anuais naqueles dias. Mas estamos vivendo no tempo do Novo Testamento. Já fazem mais de dois mil anos que Jesus veio ao nosso mundo. Ele veio e cumpriu a profecia do Antigo Testamento, expiando todos os nossos pecados.
Quem transferiu os pecados
de Israel ao bode vivo, como seu
representante?
O Sumo-sacerdote deles.
Todos os pecados deste mundo foram expiados com a ordenança do Velho Testamento e o batismo do Novo Testamento. No Velho Testamento, todos os pecados anuais de Israel eram expiados através do Sumo-sacerdote, que impunha suas mãos sobre a cabeça de um bode sem mancha.
“Arão porá ambas as mãos sobre a cabeça do bode vivo e sobre ele confessará todas as inqüidades dos filhos de Israel, todas as suas transgressões e todos os seus pecados;” e os porá sobre a cabeça do bode e envia-lo-á ao deserto, “pela mão de um homem à disposição para isso” (Levítico 16:21).
Esta é a maneira como os pecados eram expiados na época do Velho Testamento. Para ser redimido de pecados diários, a pessoa trazia um cordeiro ou um bode sem mancha para o Tabernáculo e o oferecia no altar. Ele punha as mãos sobre a cabeça da oferta e seus pecados eram transferidos para o sacrifício. Depois, o animal era morto e seu sangue colocado nos chifres do altar pelo sacerdote. Haviam chifres nos quatro cantos do altar.
Estes chifres simbolizavam o livro das Obras que aparece em Apocalipse 21:12. O restante do sangue era aspergido no chão. O chão representava o coração do homem, porque o homem foi criado do pó da terra. As pessoas expiavam seus pecados diários desta forma. Mas elas não podiam trazer ofertas pelo pecado diariamente. Então, Deus permitiu que fizessem a expiação uma vez por ano pelos pecados anuais. Isso era feito no décimo dia do sétimo mês, o Dia da Expiação. Naquele dia, o representante de todo o povo de Israel, o sumo-sacerdote, trazia dois bodes e impunha suas mãos sobre eles para transferir os pecados do povo para eles e os oferecia a Deus para fazer expiação pelos filhos de Israel.
“Arão porá ambas as mãos sobre a cabeça do bode vivo e sobre ele confessará todas as iniqüidades dos filhos de Israel, todas as suas transgressões e todos os seus pecados”.
Deus nomeou Arão como sumo-sacerdote de Israel, como representante do povo. Ao invés de todos terem que impor suas mãos individualmente sobre o sacrifício, o sumo-sacerdote, como representante do povo, impunha suas mãos sobre a cabeça do bode vivo para a remissão dos pecados anuais.
Ele, então, relataria todos os pecados do povo israelense diante de Deus: “O Deus, Seus filhos israelitas cometeram pecados. Nós temos adorado outros deuses, violamos todos os artigos da Lei, usamos o Seu nome em vão, criamos outros ídolos e os amamos mais do que ao Senhor. Não guardamos o sábado de maneira santa, não respeitamos nossos pais, matamos, cometemos adultério e roubos ... entregamo-nos ao ciúme e às brigas.”
Arão relatou todos os pecados: “Nem o povo de Israel nem eu temos sido capazes de cumprir nenhum ponto da Sua Lei, ó Deus. Para sermos redimidos de todos esses pecados, eu imponho minhas mãos na cabeça deste bode e transfiro para ele todos esses pecados.” Ordenação ou imposição de mãos significa ‘transferência ou ‘passar para .
Como era realizada a expiação
no tempo do Velho Testamento?
Mediante a imposição das mãos sobre
a cabeça da oferta pelo pecado.
Deus deu o ritual do sacrifício expiatório aos israelitas para que pudessem transferir todos seus pecados para o sacrifício, a fim de serem libertos dos mesmos. Deus especificou que o sacrifício expiatório deveria ser sem mancha e que a oferta pelo pecado deveria morrer ao invés da pessoa.
No Dia da Expiação, o sacrifício expiatório era morto e seu sangue era levado para dentro do Lugar Santo e aspergido sete vezes no propiciatório. Assim, o povo de Israel expiava seus pecados anuais, no décimo dia do sétimo mês.
O sumo-sacerdote entrava no Lugar Santíssimo sozinho para oferecer o sacrifício, mas as pessoas se reuniam do lado de fora escutando o som das sinetas de ouro, penduradas nas mangas da roupa sacerdotal, tocando enquanto o sangue era aspergido no propiciatório. Então, as pessoas se alegravam sabendo que todos os seus pecados foram expiados. O som das sinetas de ouro era o som do jubilante Evangelho.
Jesus não salva algumas pessoas apenas. Ele tirou os pecados do mundo inteiro, de uma vez para sempre, com o Seu batismo. Ele quis nos libertar de uma só vez. Nossos pecados não podiam ser absorvidos todos os dias; eles foram absorvidos de uma vez por todas.
No Antigo Testamento, a expiação foi dada através da imposição das mãos e do sacrifício pelo pecado. Arão impôs suas mãos sobre a cabeça do bode vivo, diante de todo o povo, e relatava os pecados que o povo havia cometido durante o ano. Ele passou os pecados para o bode em frente de todos. Onde estão os pecados do povo, então? Todos foram passados para o bode.
Depois, o bode era levado para longe por uma pessoa designada para isso. O bode, com todos os pecados de Israel, era levado para o deserto onde não havia água nem ervas. O bode, então, vagava no deserto sob o sol ardente e, finalmente, morria. O bode morria pelos pecados de Israel.
Este é o amor de Deus, o amor da redenção. Esta é a maneira como expiavam os pecados anuais naqueles dias. Mas estamos vivendo no tempo do Novo Testamento. Já fazem mais de dois mil anos que Jesus veio ao nosso mundo. Ele veio e cumpriu a profecia do Antigo Testamento, expiando todos os nossos pecados.
REDIMIR TODOS NÓS
Qual é o significado de ‘Jesus?’
O Salvador que salvará o Seu
povo dos pecados deles.
— “Enquanto ponderava nestas cousas, eis que lhe apareceu, em sonho, um anjo do Senhor, dizendo: José, fliho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, porque o que nela foi gerado é do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho e lhe porá o nome de Jesus, porque Ele salvará o Seu povo dos pecados deles.”
Nosso Pai celestial emprestou o corpo da virgem Maria para enviar Seu filho a este mundo, afim de tirar todos os pecados da humanidade. Ele enviou um anjo à Maria e disse-lhe: “Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem chamarás pelo nome de JESUS”. Isso significava que o filho de Maria se tornaria o Salvador. ‘Jesus Cristo’ significa aquele que vai salvar Seu povo, ou seja, Salvador.
A maneira pela qual Jesus retirou todos os pecados do mundo foi através do Seu batismo no rio Jordão. Ele foi batizado por João Batista e todos os pecados do mundo foram passados para Ele.
: “Por esse tempo, dirigiu-se Jesus da Galiléia para o Jordão, a fim de que João O batizasse. Ele, porém, O dissuadia, dizendo: Eu é que preciso ser batizado por ti, e tu vens a mim? Mas Jesus lhe respondeu: Deixa por enquanto, porque, assim, nos convém cumprir toda a justiça.
Então, ele o admitiu. Batizado Jesus, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba, vindo sobre Ele. E eis uma voz dos céus, que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.”
Jesus foi a João Batista para nos libertar de todos os nossos pecados.
Ele caminhou para a água e abaixou Sua cabeça diante de João: “João, batiza-Me agora, pois, assim, nos convém cumprir toda a justiça. Estou pronto para tirar todos os pecados do mundo e libertar toda a humanidade através do batismo. Batiza-Me agora!”
Assim foi conveniente cumprir toda a justiça. Jesus foi batizado por João Batista e, justamente naquele momento, toda a justiça de Deus, que expiou todos os nossos pecados, foi cumprida. Essa foi a maneira como Ele tirou todos os nossos pecados, transferindo-os para Ele. Você entende isso? Creia na redenção do batismo de Jesus e do Espírito e seja salvo.
Como toda a justiça foi cumprida?
Através do batismo de Jesus.
Primeiro, Deus prometeu a Israel que todos os pecados do homem seriam lavados com a imposição das mãos sobre o bode expiatório. Mas, como era impossível cada um, individualmente, impor suas mãos sobre a cabeça do bode, Deus consagrou Arão para ser o sumo-sacerdote afim de oferecer o sacrifício por todo o Seu povo. Assim, de uma vez por todas, Ele passava todos os pecados anuais do povo para a cabeça do bode expiatório. Esta é a Sua sabedoria e o poder da redenção. Deus é Sábio e Extraordinário.
Ele enviou Seu Filho Jesus para salvar o nosso mundo. Para tanto, a oferta pelo pecado estava pronta. Agora, devia ter um representante de toda a humanidade, para impor suas mãos sobre a cabeça de Jesus e passar a Ele todos os pecados do mundo. Esse representante foi João Batista. Deus enviou diante de Jesus o representante de toda a humanidade. João Batista foi o último sumo-sacerdote dos homems.
: “Entre os nascidos de mulher, ninguém apareceu maior do que João Batista.” Ele é o único representante dos homens, Deus o enviou como representante de toda a criatura, de tal forma que ele pode batizar Jesus e passar todos os pecados dos homens para Ele.
Se os mais de seis bilhões de pessoas do mundo fossem agora a Jesus e cada um tivesse que impor suas mãos sobre a cabeça de dEle para passar-Lhe seus pecados, o que aconteceria com a cabeça dEle? Certamente, isso não seria uma cena agradável de se ver. Podia ser que algumas pessoas mais entusiasmadas pressionassem com suas mãos a cabeça de Jesus com tanta força que arrancaria todo o Seu cabelo. Deus, em Sua sabedoria, nomeou João Batista para ser nosso representante e passou todos os pecados do mundo para Jesus de uma vez para sempre.
: “Por esse tempo, dirigiu-se Jesus da GaIiléia para o Jordão, a fim de que João o batizasse.” Isso aconteceu quando Jesus tinha 30 anos de idade. Jesus foi circuncidado oito dias após o Seu nascimento. Há poucos registros sobre Ele, desde então até que completou 30 anos de idade.
A razão porque Jesus tinha de esperar até chegar aos 30 anos para tornar-se o divino Sumo-sacerdote, foi para cumprir o Antigo Testamento. Em Deuteronomio, Deus disse a Moisés que o sumo-sacerdote devia ter no mínimo 30 anos de idade, para ministrar o ofício de sumo sacerdócio. Jesus é o divino Sumo-sacerdote. Você crê nisso?
No Novo Testamento, em Mateus 3:13-15, está escrito: “Por esse tempo, dirigiu-se Jesus da Galiléia para o Jordão, a fim de que João O batizasse. Ele, porém, O dissuadia, dizendo: Eu é que preciso ser batizado por ti e tu vens a mim?” Quem é o representante dos homens? João Batista. Então, quem é o representante do Céu? Jesus. Os respectivos representantes encontraram-se. Quem é o maior deles? O representante do Céu com certeza. Por isso, João Batista, que foi tão ousado ao ponto de exortar aos líderes religiosos naqueles dias: “Serpentes, raça de víboras! Arrependam-se!” de repente, tornou-se humilde diante de Jesus: “Eu é que preciso ser batizado por ti, e tu vens a mim?”
Jesus disse: “Deixa por enquanto, porque, assim, nos convém cumprir toda a justiça.” Jesus veio a este mundo para cumprir a justiça de Deus, e esta foi cumprida ao ser Ele batizado por João Batista. “Então, ele O admitiu. Batizado Jesus, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba, vindo sobre Ele. E eis uma voz dos céus, que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.”
Isso é o que aconteceu quando Jesus foi batizado. O portão do Céu foi aberto quando João Batista O batizou, tirando todos os pecados do mundo. “Desde os dias de João Batista até agora, o reino dos céus é tomado por esforço, e os que se esforçam se apoderam dele” . Todos os profetas e a Lei de Deus haviam profetizado até João Batista: Desde os dias de João Batista “até agora, o reino dos céus é tomado por esforço, e os que se esforçam se apoderam dele. Qualquer pessoa que crê no batismo de Jesus pode entrar no reino dos céus, sem excessão.
Qual é o significado de ‘Jesus?’
O Salvador que salvará o Seu
povo dos pecados deles.
— “Enquanto ponderava nestas cousas, eis que lhe apareceu, em sonho, um anjo do Senhor, dizendo: José, fliho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, porque o que nela foi gerado é do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho e lhe porá o nome de Jesus, porque Ele salvará o Seu povo dos pecados deles.”
Nosso Pai celestial emprestou o corpo da virgem Maria para enviar Seu filho a este mundo, afim de tirar todos os pecados da humanidade. Ele enviou um anjo à Maria e disse-lhe: “Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem chamarás pelo nome de JESUS”. Isso significava que o filho de Maria se tornaria o Salvador. ‘Jesus Cristo’ significa aquele que vai salvar Seu povo, ou seja, Salvador.
A maneira pela qual Jesus retirou todos os pecados do mundo foi através do Seu batismo no rio Jordão. Ele foi batizado por João Batista e todos os pecados do mundo foram passados para Ele.
: “Por esse tempo, dirigiu-se Jesus da Galiléia para o Jordão, a fim de que João O batizasse. Ele, porém, O dissuadia, dizendo: Eu é que preciso ser batizado por ti, e tu vens a mim? Mas Jesus lhe respondeu: Deixa por enquanto, porque, assim, nos convém cumprir toda a justiça.
Então, ele o admitiu. Batizado Jesus, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba, vindo sobre Ele. E eis uma voz dos céus, que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.”
Jesus foi a João Batista para nos libertar de todos os nossos pecados.
Ele caminhou para a água e abaixou Sua cabeça diante de João: “João, batiza-Me agora, pois, assim, nos convém cumprir toda a justiça. Estou pronto para tirar todos os pecados do mundo e libertar toda a humanidade através do batismo. Batiza-Me agora!”
Assim foi conveniente cumprir toda a justiça. Jesus foi batizado por João Batista e, justamente naquele momento, toda a justiça de Deus, que expiou todos os nossos pecados, foi cumprida. Essa foi a maneira como Ele tirou todos os nossos pecados, transferindo-os para Ele. Você entende isso? Creia na redenção do batismo de Jesus e do Espírito e seja salvo.
Como toda a justiça foi cumprida?
Através do batismo de Jesus.
Primeiro, Deus prometeu a Israel que todos os pecados do homem seriam lavados com a imposição das mãos sobre o bode expiatório. Mas, como era impossível cada um, individualmente, impor suas mãos sobre a cabeça do bode, Deus consagrou Arão para ser o sumo-sacerdote afim de oferecer o sacrifício por todo o Seu povo. Assim, de uma vez por todas, Ele passava todos os pecados anuais do povo para a cabeça do bode expiatório. Esta é a Sua sabedoria e o poder da redenção. Deus é Sábio e Extraordinário.
Ele enviou Seu Filho Jesus para salvar o nosso mundo. Para tanto, a oferta pelo pecado estava pronta. Agora, devia ter um representante de toda a humanidade, para impor suas mãos sobre a cabeça de Jesus e passar a Ele todos os pecados do mundo. Esse representante foi João Batista. Deus enviou diante de Jesus o representante de toda a humanidade. João Batista foi o último sumo-sacerdote dos homems.
: “Entre os nascidos de mulher, ninguém apareceu maior do que João Batista.” Ele é o único representante dos homens, Deus o enviou como representante de toda a criatura, de tal forma que ele pode batizar Jesus e passar todos os pecados dos homens para Ele.
Se os mais de seis bilhões de pessoas do mundo fossem agora a Jesus e cada um tivesse que impor suas mãos sobre a cabeça de dEle para passar-Lhe seus pecados, o que aconteceria com a cabeça dEle? Certamente, isso não seria uma cena agradável de se ver. Podia ser que algumas pessoas mais entusiasmadas pressionassem com suas mãos a cabeça de Jesus com tanta força que arrancaria todo o Seu cabelo. Deus, em Sua sabedoria, nomeou João Batista para ser nosso representante e passou todos os pecados do mundo para Jesus de uma vez para sempre.
: “Por esse tempo, dirigiu-se Jesus da GaIiléia para o Jordão, a fim de que João o batizasse.” Isso aconteceu quando Jesus tinha 30 anos de idade. Jesus foi circuncidado oito dias após o Seu nascimento. Há poucos registros sobre Ele, desde então até que completou 30 anos de idade.
A razão porque Jesus tinha de esperar até chegar aos 30 anos para tornar-se o divino Sumo-sacerdote, foi para cumprir o Antigo Testamento. Em Deuteronomio, Deus disse a Moisés que o sumo-sacerdote devia ter no mínimo 30 anos de idade, para ministrar o ofício de sumo sacerdócio. Jesus é o divino Sumo-sacerdote. Você crê nisso?
No Novo Testamento, em Mateus 3:13-15, está escrito: “Por esse tempo, dirigiu-se Jesus da Galiléia para o Jordão, a fim de que João O batizasse. Ele, porém, O dissuadia, dizendo: Eu é que preciso ser batizado por ti e tu vens a mim?” Quem é o representante dos homens? João Batista. Então, quem é o representante do Céu? Jesus. Os respectivos representantes encontraram-se. Quem é o maior deles? O representante do Céu com certeza. Por isso, João Batista, que foi tão ousado ao ponto de exortar aos líderes religiosos naqueles dias: “Serpentes, raça de víboras! Arrependam-se!” de repente, tornou-se humilde diante de Jesus: “Eu é que preciso ser batizado por ti, e tu vens a mim?”
Jesus disse: “Deixa por enquanto, porque, assim, nos convém cumprir toda a justiça.” Jesus veio a este mundo para cumprir a justiça de Deus, e esta foi cumprida ao ser Ele batizado por João Batista. “Então, ele O admitiu. Batizado Jesus, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba, vindo sobre Ele. E eis uma voz dos céus, que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.”
Isso é o que aconteceu quando Jesus foi batizado. O portão do Céu foi aberto quando João Batista O batizou, tirando todos os pecados do mundo. “Desde os dias de João Batista até agora, o reino dos céus é tomado por esforço, e os que se esforçam se apoderam dele” . Todos os profetas e a Lei de Deus haviam profetizado até João Batista: Desde os dias de João Batista “até agora, o reino dos céus é tomado por esforço, e os que se esforçam se apoderam dele. Qualquer pessoa que crê no batismo de Jesus pode entrar no reino dos céus, sem excessão.
“NEM EU TAMPOUCO TE CONDENO”
Por que Jesus foi julgado na cruz?
Porque Ele tirou todos os pecados
Jesus foi batizado por João Batista e tirou todos os pecados do mundo. Mais tarde, Ele disse à mulher: “Nem Eu tampouco te condeno.” Ele não condenou a mulher porque Ele tirou todos os pecados do mundo no Jordão e Jesus, não a mulher, deveria ser julgado por aqueles pecados.
Jesus tirou por completo todos os pecados do mundo. E podemos ver quanto medo Ele teve do sofrimento que deveria suportar na Cruz, porque o salário do pecado é a morte. Ele orou a Deus três vezes no Monte das Oliveiras para tirar esse julgamento dEle. Jesus tinha o corpo do ser humano, por isso é compreensível que Ele tivesse medo do sofrimento. Jesus deveria derramar Seu próprio sangue para cumprir o julgamento.
Da mesma forma, os sacrifícios expiatórios no Antigo Testamento derramavam sangue para pagar pelos pecados, Ele seria sacrificado na Cruz. Ele já havia removido todos os pecados do mundo e agora deveria dar Sua vida pela nossa redenção. Ele sabia que deveria ser julgado diante de Deus.
Em Jesus não havia nenhum pecado no coração, porém, como todos os pecados foram transferidos para Ele, através do Seu batismo, Deus deveria julgar Seu próprio Filho agora. Portanto, primeiro, a justiça de Deus foi cumprida e, segundo, Ele nos concedeu Seu amor, para nos salvar. Por isso, Jesus seria julgado na Cruz.
“Nem tampouco Eu te condeno, nem te julgo”. Todos os nossos pecados, sejam intencionais ou não, sejam conscientes ou não, tinham de ser julgados por Deus.
Deus não nos julgou, Ele julgou Jesus que havia tomado sobre Si todos os nossos pecados mediante o Seu batismo. Deus não queria julgar pecadores por causa do Seu amor e compaixão. O batismo e o sangue na Cruz foram Seu amor redentor por nós. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Esse é o modo pelo qual conhecemos Seu amor. Jesus não condenou a mulher que foi flagrada em adultério.
Ela sabia que era pecadora, porque foi flagrada no ato de adultério. Ela tinha pecados não só no seu coração, mas também carregava pecado em sua carne. Não havia como negar o seu pecado. No entanto, ela foi salva porque creu que Jesus tirou por completo todos os seus pecados. Se cremos na redenção em Jesus, seremos salvos. Creia, pois é para o nosso próprio bem.
Quem é o mais abençoado?
O homem que não tem
nenhum pecado.
Todas as pessoas pecam. Todos os homens cometem adultério. Todos pecamos, mas aqueles que crêem na redenção de Jesus Cristo não têm pecados no coração. Quem crê na salvação de Jesus é o homem mais feliz. E o homem mais abençoado é aquele que é liberto de todos os seus pecados e que agora é justo em Jesus.
Deus nos fala sobre felicidade : “Bem-aventurados aqueles cujas iniqüidades são perdoadas, e cujos pecados são cobertos.” Todos pecamos até o momento que morremos. Somos desrespeitosos diante de Deus e somos incompletos. Continuamos pecando, mesmo quando temos consciência de Sua Lei. Somos muito fracos. Deus, porém, nos libertou com o batismo e o sangue do Seu único Filho e nos diz, a você e a mim, que não somos mais pecadores, agora somos justos diante dEle. Ele nos diz que somos seus filhos.
O evangelho da água e do Espírito é o evangelho da redenção. Você crê nisso? Aqueles que crêem Deus os chama de justos, salvos e Seus filhos. Quem é o homem mais feliz do mundo? Aquele que crê e foi liberto. Você foi liberto?
Será que Jesus omitiu assumir os seus pecados? Não. Ele assumiu todos os seus pecados com o Seu batismo. Creia nisso e seja redimido de todos os seus pecados.
Por que Jesus foi julgado na cruz?
Porque Ele tirou todos os pecados
Jesus foi batizado por João Batista e tirou todos os pecados do mundo. Mais tarde, Ele disse à mulher: “Nem Eu tampouco te condeno.” Ele não condenou a mulher porque Ele tirou todos os pecados do mundo no Jordão e Jesus, não a mulher, deveria ser julgado por aqueles pecados.
Jesus tirou por completo todos os pecados do mundo. E podemos ver quanto medo Ele teve do sofrimento que deveria suportar na Cruz, porque o salário do pecado é a morte. Ele orou a Deus três vezes no Monte das Oliveiras para tirar esse julgamento dEle. Jesus tinha o corpo do ser humano, por isso é compreensível que Ele tivesse medo do sofrimento. Jesus deveria derramar Seu próprio sangue para cumprir o julgamento.
Da mesma forma, os sacrifícios expiatórios no Antigo Testamento derramavam sangue para pagar pelos pecados, Ele seria sacrificado na Cruz. Ele já havia removido todos os pecados do mundo e agora deveria dar Sua vida pela nossa redenção. Ele sabia que deveria ser julgado diante de Deus.
Em Jesus não havia nenhum pecado no coração, porém, como todos os pecados foram transferidos para Ele, através do Seu batismo, Deus deveria julgar Seu próprio Filho agora. Portanto, primeiro, a justiça de Deus foi cumprida e, segundo, Ele nos concedeu Seu amor, para nos salvar. Por isso, Jesus seria julgado na Cruz.
“Nem tampouco Eu te condeno, nem te julgo”. Todos os nossos pecados, sejam intencionais ou não, sejam conscientes ou não, tinham de ser julgados por Deus.
Deus não nos julgou, Ele julgou Jesus que havia tomado sobre Si todos os nossos pecados mediante o Seu batismo. Deus não queria julgar pecadores por causa do Seu amor e compaixão. O batismo e o sangue na Cruz foram Seu amor redentor por nós. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Esse é o modo pelo qual conhecemos Seu amor. Jesus não condenou a mulher que foi flagrada em adultério.
Ela sabia que era pecadora, porque foi flagrada no ato de adultério. Ela tinha pecados não só no seu coração, mas também carregava pecado em sua carne. Não havia como negar o seu pecado. No entanto, ela foi salva porque creu que Jesus tirou por completo todos os seus pecados. Se cremos na redenção em Jesus, seremos salvos. Creia, pois é para o nosso próprio bem.
Quem é o mais abençoado?
O homem que não tem
nenhum pecado.
Todas as pessoas pecam. Todos os homens cometem adultério. Todos pecamos, mas aqueles que crêem na redenção de Jesus Cristo não têm pecados no coração. Quem crê na salvação de Jesus é o homem mais feliz. E o homem mais abençoado é aquele que é liberto de todos os seus pecados e que agora é justo em Jesus.
Deus nos fala sobre felicidade : “Bem-aventurados aqueles cujas iniqüidades são perdoadas, e cujos pecados são cobertos.” Todos pecamos até o momento que morremos. Somos desrespeitosos diante de Deus e somos incompletos. Continuamos pecando, mesmo quando temos consciência de Sua Lei. Somos muito fracos. Deus, porém, nos libertou com o batismo e o sangue do Seu único Filho e nos diz, a você e a mim, que não somos mais pecadores, agora somos justos diante dEle. Ele nos diz que somos seus filhos.
O evangelho da água e do Espírito é o evangelho da redenção. Você crê nisso? Aqueles que crêem Deus os chama de justos, salvos e Seus filhos. Quem é o homem mais feliz do mundo? Aquele que crê e foi liberto. Você foi liberto?
Será que Jesus omitiu assumir os seus pecados? Não. Ele assumiu todos os seus pecados com o Seu batismo. Creia nisso e seja redimido de todos os seus pecados.
EXATAMENTE COMO SE LIMPASSE POR COMPLETO COM UMA VASSOURA
Quantos pecados Jesus tirou?
Todos os pecados do mundo.
“No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!. João Batista transferiu para Jesus todos os pecados do mundo no rio Jordão. No dia seguinte, ele testemunhou que Jesus era o Cordeiro de Deus, que tira os pecados do mundo. Ele levou nas Suas costas todos os pecados do mundo.
Todos os pecados do mundo significa todos os pecados que os seres humanos cometem neste mundo, desde a Criação até o fim. Há mais de dois mil anos atras, Jesus tirou todos os pecados do mundo e salvou-nos. Como o cordeiro de Deus, Ele tirou todos os nossos pecados e foi julgado por nós. Qualquer pecado que o seres humanos cometem foram transferidos para Jesus e Ele tornou-se o Cordeiro de Deus que tirou todos os pecados do mundo.
Jesus veio a esta terra como um homem humilde, como aquele que salvaria todos os pecadores do mundo. Cometemos pecados porque somos fracos, perversos, ignorantes, frívolos e porque somos incompletos. Todos esses pecados foram removidos e colocados sobre a cabeça de Jesus através de Seu batismo no rio Jordão. Ele deu um ponto final nisso tudo com a morte de Seu corpo na Cruz. Ele foi sepultado mas ressuscitou três dias depois, como Salvador de todos os pecadores, como Vitorioso, como Juiz, Ele agora está assentado à direita de Deus. Ele não tem que nos salvar repetidas vezes, tudo o que devemos fazer é crer que seremos salvos. A vida eterna espera por aqueles que crêem, e a condenação por aqueles que não crêem. Não há outra escolha.
Jesus libertou a todos. Somos as pessoas mais felizes na terra. Todos os pecados que você cometerá no futuro por causa da sua fraqueza, Ele já os tirou completamente. Há algum pecado esquecido em seu coração? Não.
Será que Jesus assumiu todos eles? Sim! Ele assumiu.
Todos os homens são iguais. Nenhum é mais santo do que o seu vizinho. Mas, como há muitos que são hipócritas, eles acabam pensando que, por causa disso, não são pecadores. Mas, na realidade, eles são pecadores também. Este mundo é uma estufa onde se criam pecados.
As mulheres, antes de saírem de suas casas, passam batom vermelho nos lábios e pó na face, amarram seus cabelos, vestem-se bem, calçam sapatos de salto alto ... Os homens, de um outro lado, vão ao salão para cortar os cabelos, vestem camisas limpas, usam gravatas da moda, engraxam os sapatos ... Todavia, enquanto aparentemente possam parecer com princesas e príncipes, por dentro são como lixo mal cheiroso.
Será que o dinheiro faz os homens felizes? A saúde pode fazê-los felizes? Não. Apenas a redenção faz os homens verdadeiramente felizes. Um homem pode parecer feliz por fora, mas extremamente infeliz se tiver pecados no coração. Ele vive com medo do julgamento.
Um homem salvo é ousado como um leão, mesmo em farrapos, pois não há pecado em seu coração. “Obrigado, Senhor, por ter salvado um pecador como eu. O Senhor tirou todos os meus pecados. Eu sei que não sou tão bom, mas rogo ao Senhor para me salvar. Estou liberto para sempre dos meus pecados. Glória a Deus!” Quem é liberto e foi abençoado com a graça da redenção é um homem verdadeiramente feliz.
Jesus, “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo,” tirou completamente todos os nossos pecados, por isso estamos sem pecados. Na Cruz, Jesus completou a salvação por nós. Todos os nossos pecados, os seus e os meus, estão também inclusos nesses ‘pecados do mundo’; portanto, todos somos salvos
Quantos pecados Jesus tirou?
Todos os pecados do mundo.
“No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!. João Batista transferiu para Jesus todos os pecados do mundo no rio Jordão. No dia seguinte, ele testemunhou que Jesus era o Cordeiro de Deus, que tira os pecados do mundo. Ele levou nas Suas costas todos os pecados do mundo.
Todos os pecados do mundo significa todos os pecados que os seres humanos cometem neste mundo, desde a Criação até o fim. Há mais de dois mil anos atras, Jesus tirou todos os pecados do mundo e salvou-nos. Como o cordeiro de Deus, Ele tirou todos os nossos pecados e foi julgado por nós. Qualquer pecado que o seres humanos cometem foram transferidos para Jesus e Ele tornou-se o Cordeiro de Deus que tirou todos os pecados do mundo.
Jesus veio a esta terra como um homem humilde, como aquele que salvaria todos os pecadores do mundo. Cometemos pecados porque somos fracos, perversos, ignorantes, frívolos e porque somos incompletos. Todos esses pecados foram removidos e colocados sobre a cabeça de Jesus através de Seu batismo no rio Jordão. Ele deu um ponto final nisso tudo com a morte de Seu corpo na Cruz. Ele foi sepultado mas ressuscitou três dias depois, como Salvador de todos os pecadores, como Vitorioso, como Juiz, Ele agora está assentado à direita de Deus. Ele não tem que nos salvar repetidas vezes, tudo o que devemos fazer é crer que seremos salvos. A vida eterna espera por aqueles que crêem, e a condenação por aqueles que não crêem. Não há outra escolha.
Jesus libertou a todos. Somos as pessoas mais felizes na terra. Todos os pecados que você cometerá no futuro por causa da sua fraqueza, Ele já os tirou completamente. Há algum pecado esquecido em seu coração? Não.
Será que Jesus assumiu todos eles? Sim! Ele assumiu.
Todos os homens são iguais. Nenhum é mais santo do que o seu vizinho. Mas, como há muitos que são hipócritas, eles acabam pensando que, por causa disso, não são pecadores. Mas, na realidade, eles são pecadores também. Este mundo é uma estufa onde se criam pecados.
As mulheres, antes de saírem de suas casas, passam batom vermelho nos lábios e pó na face, amarram seus cabelos, vestem-se bem, calçam sapatos de salto alto ... Os homens, de um outro lado, vão ao salão para cortar os cabelos, vestem camisas limpas, usam gravatas da moda, engraxam os sapatos ... Todavia, enquanto aparentemente possam parecer com princesas e príncipes, por dentro são como lixo mal cheiroso.
Será que o dinheiro faz os homens felizes? A saúde pode fazê-los felizes? Não. Apenas a redenção faz os homens verdadeiramente felizes. Um homem pode parecer feliz por fora, mas extremamente infeliz se tiver pecados no coração. Ele vive com medo do julgamento.
Um homem salvo é ousado como um leão, mesmo em farrapos, pois não há pecado em seu coração. “Obrigado, Senhor, por ter salvado um pecador como eu. O Senhor tirou todos os meus pecados. Eu sei que não sou tão bom, mas rogo ao Senhor para me salvar. Estou liberto para sempre dos meus pecados. Glória a Deus!” Quem é liberto e foi abençoado com a graça da redenção é um homem verdadeiramente feliz.
Jesus, “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo,” tirou completamente todos os nossos pecados, por isso estamos sem pecados. Na Cruz, Jesus completou a salvação por nós. Todos os nossos pecados, os seus e os meus, estão também inclusos nesses ‘pecados do mundo’; portanto, todos somos salvos
A VONTADE DE DEUS
Será que temos pecados no
coração, estando em Jesus?
Não. Não temos.
Caros amigos, a mulher que foi apanhada em adultério creu nas palavras de Jesus e foi salva. A história dela está registrada na Bíblia porque ela foi abençoada com a redenção. Mas, os escribas e os farizeus, hipócritas, fugiram de Jesus.
Se você crê em Jesus e em Suas obras, isso será como o Céu; mas se você abandona Jesus e não crê em Suas obras, isso será como o inferno. A redenção não depende dos esforços de um indivíduo, porque a salvação se dá apenas através de Jesus.
Leiamos “Ora, visto que a lei tem sombra dos bens vindouros, não a imagem real das coisas, nunca jamais pode tornar perfeitos os ofertantes, com os mesmos sacrifícios que, ano após ano, perpetuamente, eles oferecem. Doutra sorte, não teriam cessado de serem oferecidos, porquanto os que prestam culto, tendo sido purificados uma vez por todas, não mais teriam consciência de pecados? Entretanto, nesses sacrifícios faz-se recordação de pecados todos os anos, porque é impossível que o sangue de touros e de bodes remova pecados. Por isso, ao entrar no mundo, diz: Sacrifício e oferta não quiseste; antes, um corpo me formaste; não te deleitaste com holocaustos e ofertas pelo pecado. Então, eu disse: Eis aqui estou (no rolo do livro está escrito a meu respeito), para fazer, ó Deus, a tua vontade. Depois de dizer, como acima: Sacrifícios e ofertas não quiseste, nem holocaustos e oblações pelo pecado, nem com isto te deleitaste (coisas que se oferecem segundo a Lei), então, acrescentou: Eis aqui estou para fazer, ó Deus, a tua vontade. Remove o primeiro para estabelecer o segundo. Nessa vontade é que temos sido santificados mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas.”
“A vontade de Deus” — Jesus ofereceu Sua vida para pagar todos os nossos pecados de uma vez por todas. Foi julgado de uma vez por todas e ressuscitou.
Pela vontade de Deus, Jesus ofereceu Sua vida para tirar todos os nossos pecados e julgá-los todos de uma só vez e nascermos de novo. Portanto, temos sido santificados, isso quer dizer que a redenção não precisa ser mencionada mais. Você já fora santificado.
“Ora, todo sacerdote se apresenta, dia após dia, a exercer o serviço sagrado e a oferecer muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca jamais podem tirar pecados; Jesus, porém, tendo oferecido, para sempre, um único sacrifício pelos pecados, assentou-se à destra de Deus aguardando, daí em diante, até que os seus inimigos sejam postos por estrado dos seus pés. Porque, com uma única oferta, aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados. Você está todo santificado para sempre. Se você pecar amanhã, será novamente pecador? Jesus já não tirou aqueles pecados também? Ele já os tirou até os pecados do futuro.
Quer saber mais sobre nascer novamente da água e do Espírito? Por favor clique no banner abaixo para adquirir seu livro grátis novamente sobre o nascer da água e do Espírito.
To be born again
“E disto nos dá testemunho também o Espírito Santo; porquanto, após ter dito: Esta é a aliança que farei com eles, depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei no seu coração as minhas leis e sobre a sua mente as inscreverei, acrescenta: Também de nenhum modo me lembrarei dos seus pecados e das suas iniqüidades, para sempre. Ora, onde há remissão destes, já não há oferta pelo pecado.
A frase ‘remissão destes’ significa que Ele expiou todos os pecados do mundo. Jesus é o nosso Salvador, meu e seu. Fomos salvos ao crermos em Jesus. Esta é a redenção em Jesus e esta é a maior graça e o melhor presente de Deus. Você e eu, que já fomos libertos de todos os pecados, somos os mais bem-aventurados de todos!
Será que temos pecados no
coração, estando em Jesus?
Não. Não temos.
Caros amigos, a mulher que foi apanhada em adultério creu nas palavras de Jesus e foi salva. A história dela está registrada na Bíblia porque ela foi abençoada com a redenção. Mas, os escribas e os farizeus, hipócritas, fugiram de Jesus.
Se você crê em Jesus e em Suas obras, isso será como o Céu; mas se você abandona Jesus e não crê em Suas obras, isso será como o inferno. A redenção não depende dos esforços de um indivíduo, porque a salvação se dá apenas através de Jesus.
Leiamos “Ora, visto que a lei tem sombra dos bens vindouros, não a imagem real das coisas, nunca jamais pode tornar perfeitos os ofertantes, com os mesmos sacrifícios que, ano após ano, perpetuamente, eles oferecem. Doutra sorte, não teriam cessado de serem oferecidos, porquanto os que prestam culto, tendo sido purificados uma vez por todas, não mais teriam consciência de pecados? Entretanto, nesses sacrifícios faz-se recordação de pecados todos os anos, porque é impossível que o sangue de touros e de bodes remova pecados. Por isso, ao entrar no mundo, diz: Sacrifício e oferta não quiseste; antes, um corpo me formaste; não te deleitaste com holocaustos e ofertas pelo pecado. Então, eu disse: Eis aqui estou (no rolo do livro está escrito a meu respeito), para fazer, ó Deus, a tua vontade. Depois de dizer, como acima: Sacrifícios e ofertas não quiseste, nem holocaustos e oblações pelo pecado, nem com isto te deleitaste (coisas que se oferecem segundo a Lei), então, acrescentou: Eis aqui estou para fazer, ó Deus, a tua vontade. Remove o primeiro para estabelecer o segundo. Nessa vontade é que temos sido santificados mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas.”
“A vontade de Deus” — Jesus ofereceu Sua vida para pagar todos os nossos pecados de uma vez por todas. Foi julgado de uma vez por todas e ressuscitou.
Pela vontade de Deus, Jesus ofereceu Sua vida para tirar todos os nossos pecados e julgá-los todos de uma só vez e nascermos de novo. Portanto, temos sido santificados, isso quer dizer que a redenção não precisa ser mencionada mais. Você já fora santificado.
“Ora, todo sacerdote se apresenta, dia após dia, a exercer o serviço sagrado e a oferecer muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca jamais podem tirar pecados; Jesus, porém, tendo oferecido, para sempre, um único sacrifício pelos pecados, assentou-se à destra de Deus aguardando, daí em diante, até que os seus inimigos sejam postos por estrado dos seus pés. Porque, com uma única oferta, aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados. Você está todo santificado para sempre. Se você pecar amanhã, será novamente pecador? Jesus já não tirou aqueles pecados também? Ele já os tirou até os pecados do futuro.
Quer saber mais sobre nascer novamente da água e do Espírito? Por favor clique no banner abaixo para adquirir seu livro grátis novamente sobre o nascer da água e do Espírito.
To be born again
“E disto nos dá testemunho também o Espírito Santo; porquanto, após ter dito: Esta é a aliança que farei com eles, depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei no seu coração as minhas leis e sobre a sua mente as inscreverei, acrescenta: Também de nenhum modo me lembrarei dos seus pecados e das suas iniqüidades, para sempre. Ora, onde há remissão destes, já não há oferta pelo pecado.
A frase ‘remissão destes’ significa que Ele expiou todos os pecados do mundo. Jesus é o nosso Salvador, meu e seu. Fomos salvos ao crermos em Jesus. Esta é a redenção em Jesus e esta é a maior graça e o melhor presente de Deus. Você e eu, que já fomos libertos de todos os pecados, somos os mais bem-aventurados de todos!
QUEM RECEBE A GRAÇA DE DEUS?
Quem recebe a graça de Deus, entre aquele que vive piedosamente julgando não cometer adultério e aquele indigno que comete adultério? Somente aquele que reconhece que comete adultério recebe a abundante graça da salvação de Deus. Aqueles que não conseguem ajudar a si mesmos, que são fracos e miseráveis, recebem a graça de Deus.
Quem recebe a graça de Deus?
Os indignos.
Aqueles que pensam que não têm pecados não podem ser salvos. Como podem receber a graça da salvação de Deus se não há nada do que ser redimido?
Os escribas e fariseus arrastaram até Jesus a mulher flagrada no ato de adultério, colocaram-na no meio e perguntaram a Jesus: “Mestre, esta mulher foi apanhada em flagrante adultério. Tu, pois, que dizes?” Por que trouxeram a mulher até Jesus e O testou? Eles mesmos haviam cometido adultério muitas vezes, mas estavam tentando julgá-la e matá-la através de Jesus, tentando por a culpa nEle. Jesus, todavia, sabia o que estava na mente deles e também sabia tudo sobre aquela mulher. Então, Ele disse: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra.” Então, os escribas e fariseus, começando pelo mais velho até ao mais jovem, um por um, foram deixando o local, até ficarem apenas Jesus e a mulher. Aqueles que deixaram o local eram os líderes religiosos. Eles estavam prontos para julgar a mulher que foi apanhada em flagrante adultério, como se eles mesmos não fossem pecadores.
Jesus proclamou Seu amor neste mundo. Ele foi o Anfitrião do amor. Ele deu comida às pessoas, ressuscitou os mortos, devolveu a vida ao filho de uma viúva, ressuscitou Lázaro, curou leprosos e realizou milagres para os pobres. Ele tirou os pecados de todos os pecadores e lhes deu a salvação.
Jesus nos ama. Ele é o Todo Poderoso que pode fazer qualquer coisa, mas os fariseus e os escribas pensaram que Ele era inimigo deles. Esta é a razão porque trouxeram a mulher diante dEle e O testou.
Eles perguntaram: “Mestre, na lei nos mandou Moisés que tais mulheres sejam apedrejadas; tu, pois, que dizes?” Eles pensaram que Ele lhes pediria para apedrejá-la. Por quê? Se fosse para julgarmos de acordo com o que está escrito na Lei de Deus, todos os homens que cometeram adultério seriam apedrejados até a morte sem excessão e destinados ao inferno. Mas Jesus não lhes disse para atirar pedras nela, ao contrário, Ele disse: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra.”
Por que Deus nos deu
613 artigos da Lei?
Para fazer-nos cientes
de que somos pecadores.
A Lei trás indignação. Deus é santo como é a Sua Lei. Esta Lei Santa veio a nós em 613 artigos para fazer-nos compreender que somos pecadores; que somos seres incompletos. Isso nos ensina que devemos confiar na graça de Deus para sermos salvos. Se não soubéssemos disso e pensássemos apenas no que foi escrito todos nós deveríamos ser apedrejados até a morte, idêntico à mulher que foi apanhada no ato.
Os escribas e fariseus, que não conheciam a verdade da Lei de Deus, devem ter pensado que podiam apedrejar a mulher e talvez nós também pensaríamos assim. Quem pode atirar pedras numa mulher desamparada? Mesmo que ela tivesse sido flagrada no ato, ninguém no mundo poderia atirar pedras nela. Se ela e cada um de nós fôssemos julgados de acordo com a Lei somente, tanto nós quanto a mulher, receberíamos um terrível julgamento. Mas Jesus nos salvou dos pecados e daquele julgamento. Com todos os nossos pecados, se a Lei de Deus fosse aplicada rigorosamente, quem entre nós permaneceria com vida? Todos acabaríamos no inferno.
Os escribas e fariseus conheciam da Lei somente como estava escrita. Se a Lei de Deus fosse aplicada corretamente, eles seriam mortos da mesma forma que alguém julgado por Ele. De fato, a Lei de Deus foi dada aos homens, de tal modo que eles pudessem compreender seus pecados, mas eles sofreram porque entenderam e aplicaram-na erroneamente. Os fariseus de hoje, como os fariseus na Bíblia, conhecem a Lei apenas como ela está escrita. Eles deveriam entender a graça, a justiça e a verdade de Deus. Eles devem receber os ensinamentos do evangelho da redenção para serem salvos.
Os fariseus disseram: “A Lei nos mandou que tais mulheres sejam apedrejadas; tu, pois, que dizes?” Eles perguntaram, enquanto seguravam as pedras confiantemente. Eles pensaram que Jesus, com certeza, não teria nada a falar sobre isso. Eles estavam esperando Jesus agarrar a isca deles. Se Jesus tivesse julgado de acordo com a Lei, Ele também teria sido apedrejado por eles. O propósito deles era apedrejar tanto a mulher quanto a Jesus. Se Jesus tivesse dito para não apedrejarem a mulher, eles teriam dito que Jesus havia desprezado a Lei de Deus e O apedrejariam por blasfêmia. Que plano terrível eles haviam armado!
No entanto, Jesus inclinou-se e escreveu no chão com o dedo, enquanto eles continuaram perguntando: “O que o Senhor diz? O que está escrevendo no chão? Apenas responda nossa pergunta. O que o Senhor diz?” Eles apontaram-no o dedo e continuaram hostilizando-O.
Jesus se levantou e disse-lhes que aquele entre eles que não tivesse pecado seria o primeiro a atirar-lhe pedras. E abaixou-se novamente continuando a escrever no chão. Aí, aqueles que ouviram isso, convictos pela própria consciência, foram embora um por um, desde o mais velho até o mais jovem. E Jesus foi deixado sozinho, com a mulher em pé a Sua frente.
Quem recebe a graça de Deus, entre aquele que vive piedosamente julgando não cometer adultério e aquele indigno que comete adultério? Somente aquele que reconhece que comete adultério recebe a abundante graça da salvação de Deus. Aqueles que não conseguem ajudar a si mesmos, que são fracos e miseráveis, recebem a graça de Deus.
Quem recebe a graça de Deus?
Os indignos.
Aqueles que pensam que não têm pecados não podem ser salvos. Como podem receber a graça da salvação de Deus se não há nada do que ser redimido?
Os escribas e fariseus arrastaram até Jesus a mulher flagrada no ato de adultério, colocaram-na no meio e perguntaram a Jesus: “Mestre, esta mulher foi apanhada em flagrante adultério. Tu, pois, que dizes?” Por que trouxeram a mulher até Jesus e O testou? Eles mesmos haviam cometido adultério muitas vezes, mas estavam tentando julgá-la e matá-la através de Jesus, tentando por a culpa nEle. Jesus, todavia, sabia o que estava na mente deles e também sabia tudo sobre aquela mulher. Então, Ele disse: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra.” Então, os escribas e fariseus, começando pelo mais velho até ao mais jovem, um por um, foram deixando o local, até ficarem apenas Jesus e a mulher. Aqueles que deixaram o local eram os líderes religiosos. Eles estavam prontos para julgar a mulher que foi apanhada em flagrante adultério, como se eles mesmos não fossem pecadores.
Jesus proclamou Seu amor neste mundo. Ele foi o Anfitrião do amor. Ele deu comida às pessoas, ressuscitou os mortos, devolveu a vida ao filho de uma viúva, ressuscitou Lázaro, curou leprosos e realizou milagres para os pobres. Ele tirou os pecados de todos os pecadores e lhes deu a salvação.
Jesus nos ama. Ele é o Todo Poderoso que pode fazer qualquer coisa, mas os fariseus e os escribas pensaram que Ele era inimigo deles. Esta é a razão porque trouxeram a mulher diante dEle e O testou.
Eles perguntaram: “Mestre, na lei nos mandou Moisés que tais mulheres sejam apedrejadas; tu, pois, que dizes?” Eles pensaram que Ele lhes pediria para apedrejá-la. Por quê? Se fosse para julgarmos de acordo com o que está escrito na Lei de Deus, todos os homens que cometeram adultério seriam apedrejados até a morte sem excessão e destinados ao inferno. Mas Jesus não lhes disse para atirar pedras nela, ao contrário, Ele disse: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra.”
Por que Deus nos deu
613 artigos da Lei?
Para fazer-nos cientes
de que somos pecadores.
A Lei trás indignação. Deus é santo como é a Sua Lei. Esta Lei Santa veio a nós em 613 artigos para fazer-nos compreender que somos pecadores; que somos seres incompletos. Isso nos ensina que devemos confiar na graça de Deus para sermos salvos. Se não soubéssemos disso e pensássemos apenas no que foi escrito todos nós deveríamos ser apedrejados até a morte, idêntico à mulher que foi apanhada no ato.
Os escribas e fariseus, que não conheciam a verdade da Lei de Deus, devem ter pensado que podiam apedrejar a mulher e talvez nós também pensaríamos assim. Quem pode atirar pedras numa mulher desamparada? Mesmo que ela tivesse sido flagrada no ato, ninguém no mundo poderia atirar pedras nela. Se ela e cada um de nós fôssemos julgados de acordo com a Lei somente, tanto nós quanto a mulher, receberíamos um terrível julgamento. Mas Jesus nos salvou dos pecados e daquele julgamento. Com todos os nossos pecados, se a Lei de Deus fosse aplicada rigorosamente, quem entre nós permaneceria com vida? Todos acabaríamos no inferno.
Os escribas e fariseus conheciam da Lei somente como estava escrita. Se a Lei de Deus fosse aplicada corretamente, eles seriam mortos da mesma forma que alguém julgado por Ele. De fato, a Lei de Deus foi dada aos homens, de tal modo que eles pudessem compreender seus pecados, mas eles sofreram porque entenderam e aplicaram-na erroneamente. Os fariseus de hoje, como os fariseus na Bíblia, conhecem a Lei apenas como ela está escrita. Eles deveriam entender a graça, a justiça e a verdade de Deus. Eles devem receber os ensinamentos do evangelho da redenção para serem salvos.
Os fariseus disseram: “A Lei nos mandou que tais mulheres sejam apedrejadas; tu, pois, que dizes?” Eles perguntaram, enquanto seguravam as pedras confiantemente. Eles pensaram que Jesus, com certeza, não teria nada a falar sobre isso. Eles estavam esperando Jesus agarrar a isca deles. Se Jesus tivesse julgado de acordo com a Lei, Ele também teria sido apedrejado por eles. O propósito deles era apedrejar tanto a mulher quanto a Jesus. Se Jesus tivesse dito para não apedrejarem a mulher, eles teriam dito que Jesus havia desprezado a Lei de Deus e O apedrejariam por blasfêmia. Que plano terrível eles haviam armado!
No entanto, Jesus inclinou-se e escreveu no chão com o dedo, enquanto eles continuaram perguntando: “O que o Senhor diz? O que está escrevendo no chão? Apenas responda nossa pergunta. O que o Senhor diz?” Eles apontaram-no o dedo e continuaram hostilizando-O.
Jesus se levantou e disse-lhes que aquele entre eles que não tivesse pecado seria o primeiro a atirar-lhe pedras. E abaixou-se novamente continuando a escrever no chão. Aí, aqueles que ouviram isso, convictos pela própria consciência, foram embora um por um, desde o mais velho até o mais jovem. E Jesus foi deixado sozinho, com a mulher em pé a Sua frente.
A fé de Pedro era perfeitamente suficiente para permitir que ele recebesse o Espírito Santo
Ao narrar os incidentes do primeiro Pentecostes , Deus quer enfatizar a verdade que o Espírito Santo veio sobre aqueles porque já acreditavam no evangelho da água e do Espírito, mas as pessoas normalmente pensam em “Pentecostes” como um tempo em que o Espírito Santo veio do céu com alguns sinais sobrenaturais e clamores tumultuosos.
É por isso que nos dias de hoje em encontros de avivamento, se crê que uma pessoa pode receber o Espírito Santo por meio de orações frenéticas, jejum, ou imposição de mãos. Fenômenos como a possessão por demônios, desmaios, ficar em transe por muitos dias ou tremer incontrolavelmente não são obras do Espírito Santo.
O Espírito Santo é um ser racional e não desrespeita a personalidade do homem. Não se comporta com insolência em relação ao homem porque Ele é a Pessoa de Deus que possui inteligência, emoção e vontade. Ele vem sobre as pessoas apenas quando elas crêem nas palavras do evangelho da água e do Espírito.
Pedro testemunhou que o Espírito Santo havia descido sobre os discípulos como uma predição do profeta Joel. Foi o cumprimento da promessa de Deus, que disse que o Espírito Santo desceria sobre aqueles que recebessem a remissão de seus pecados. Em outras palavras, a habitação do Espírito Santo é dada para aqueles que crêem na verdade que Jesus foi batizado por João e crucificado a fim de salvar toda humanidade de seus pecados. O sermão de Pedro, juntamente com a profecia de Joel, nos mostra que nós precisamos saber porque Jesus foi batizado e porque nós temos que crer nisso. Conhecer esta verdade leva os cristãos a receberem o Espírito Santo.
Você crê no belo evangelho que Pedro testemunhou? Ou você ainda tem crenças inúteis e supersticiosas, irrelevantes para o belo evangelho? Você tenta receber o Espírito Santo por meio de seus próprios esforços sem considerar os planos de Deus? Ainda que alguém creia em Deus e ofereça orações de arrependimento na esperança de lavar os seus pecados, não há outro caminho para receber a habitação do Espírito Santo além de crer no evangelho da água e do Espírito.
Você ainda está esperando pela habitação do Espírito Santo, apesar de não conhecer o evangelho da água e do Espírito? Você conhece o verdadeiro significado do batismo de Jesus e Sua morte na cruz, que possibilita a habitação do Espírito Santo em seu coração? Você deve saber que a habitação do Espírito Santo só é possível quando se crê no evangelho da água e do Espírito. A verdadeira habitação do Espírito Santo só pode ser permitida para aqueles que acreditam no belo evangelho da água e do Espírito. Nós agradecemos a Deus por nos dar Seu evangelho da água e do Espírito, que nos permite receber o Espírito Santo.
Ao narrar os incidentes do primeiro Pentecostes , Deus quer enfatizar a verdade que o Espírito Santo veio sobre aqueles porque já acreditavam no evangelho da água e do Espírito, mas as pessoas normalmente pensam em “Pentecostes” como um tempo em que o Espírito Santo veio do céu com alguns sinais sobrenaturais e clamores tumultuosos.
É por isso que nos dias de hoje em encontros de avivamento, se crê que uma pessoa pode receber o Espírito Santo por meio de orações frenéticas, jejum, ou imposição de mãos. Fenômenos como a possessão por demônios, desmaios, ficar em transe por muitos dias ou tremer incontrolavelmente não são obras do Espírito Santo.
O Espírito Santo é um ser racional e não desrespeita a personalidade do homem. Não se comporta com insolência em relação ao homem porque Ele é a Pessoa de Deus que possui inteligência, emoção e vontade. Ele vem sobre as pessoas apenas quando elas crêem nas palavras do evangelho da água e do Espírito.
Pedro testemunhou que o Espírito Santo havia descido sobre os discípulos como uma predição do profeta Joel. Foi o cumprimento da promessa de Deus, que disse que o Espírito Santo desceria sobre aqueles que recebessem a remissão de seus pecados. Em outras palavras, a habitação do Espírito Santo é dada para aqueles que crêem na verdade que Jesus foi batizado por João e crucificado a fim de salvar toda humanidade de seus pecados. O sermão de Pedro, juntamente com a profecia de Joel, nos mostra que nós precisamos saber porque Jesus foi batizado e porque nós temos que crer nisso. Conhecer esta verdade leva os cristãos a receberem o Espírito Santo.
Você crê no belo evangelho que Pedro testemunhou? Ou você ainda tem crenças inúteis e supersticiosas, irrelevantes para o belo evangelho? Você tenta receber o Espírito Santo por meio de seus próprios esforços sem considerar os planos de Deus? Ainda que alguém creia em Deus e ofereça orações de arrependimento na esperança de lavar os seus pecados, não há outro caminho para receber a habitação do Espírito Santo além de crer no evangelho da água e do Espírito.
Você ainda está esperando pela habitação do Espírito Santo, apesar de não conhecer o evangelho da água e do Espírito? Você conhece o verdadeiro significado do batismo de Jesus e Sua morte na cruz, que possibilita a habitação do Espírito Santo em seu coração? Você deve saber que a habitação do Espírito Santo só é possível quando se crê no evangelho da água e do Espírito. A verdadeira habitação do Espírito Santo só pode ser permitida para aqueles que acreditam no belo evangelho da água e do Espírito. Nós agradecemos a Deus por nos dar Seu evangelho da água e do Espírito, que nos permite receber o Espírito Santo.
O Espírito Santo veio sobre os discípulos de Jesus subitamente do céu!
“Ao se cumprir o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar”. Os discípulos de Jesus se reuniram como se eles esperassem pelo cumprimento da promessa de Deus de enviar o Espírito Santo. E o Espírito Santo finalmente veio sobre eles.
“De repente, veio do céu um som, como que de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam assentados. E apareceram, distribuídas entre eles,línguas, como de fogo, e pousou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem.
O Espírito Santo veio sobre eles “de repente do céu.” Aqui a palavra “de repente” significa que não foi feito por meio da vontade humana. Além disso, a frase “do céu” explica de onde o Espírito Santo veio, e também mostra a idéia de que a habitação do Espírito Santo não pode ser obtida por meio da vontade ou esforço humano. A frase “do céu” mostra que o Espírito Santo pode ser obtido por meio de orações é uma afirmação fraudulenta.
Em outras palavras, dizer que o Espírito Santo veio repentinamente do céu significa que a habitação do Espírito Santo não acontece por meio de atuações terrenas, como falar em línguas ou sacrifícios pessoais. Os discípulos de Jesus primeiro falaram em línguas para pregar o belo evangelho para as pessoas de todas as nações. A razão para isso, foi permiti-los pregar o evangelho para as pessoas de língua estrangeira em suas próprias línguas por meio da ajuda do Espírito Santo. As pessoas de todas as nações ouviram o falar em línguas dos discípulos em suas próprias línguas, apesar da maioria dos discípulos ser da Galiléia.
“E lhes apareceram umas línguas como que de fogo, que se distribuíam, e sobre cada um deles pousou uma. Aqui nós devemos prestar uma atenção especial à frase, o Espírito Santo “desceu sobre cada um deles.” Os discípulos, esperando pela vinda do Espírito Santo em um lugar, já criam no evangelho de ser nascido de novo da água e do Espírito.
Muitos cristãos hoje em dia entendem errado esta parte da mensagem, crendo que a vinda do Espírito Santo ocorre com um som como o soprar de um vento enquanto eles estão orando. Contudo, isto é um entendimento errado sobre o Espírito Santo que advém da ignorância e confusão. O Espírito Santo faz aqueles sons quando Ele vem sobre as pessoas? Não, ele não faz.
O que as pessoas ouvem com seus ouvidos são sons que Satanás faz quando ele destrói as almas das pessoas. Ele faz estes sons quando ele trabalha com ilusões, mímicas e falsos milagres em um esforço de imergir as pessoas em confusão fingindo ser o Espírito Santo. As pessoas confundem estas coisas com as evidências da vinda do Espírito Santo e também pensam que o Espírito Santo vem com um som “suihhhh” como o de um vento poderoso. Eles estão sendo iludidos por demônios. A vinda do Espírito Santo como retratada em Atos foi alcançada apenas por meio da fé no belo evangelho.
“Ao se cumprir o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar”. Os discípulos de Jesus se reuniram como se eles esperassem pelo cumprimento da promessa de Deus de enviar o Espírito Santo. E o Espírito Santo finalmente veio sobre eles.
“De repente, veio do céu um som, como que de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam assentados. E apareceram, distribuídas entre eles,línguas, como de fogo, e pousou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem.
O Espírito Santo veio sobre eles “de repente do céu.” Aqui a palavra “de repente” significa que não foi feito por meio da vontade humana. Além disso, a frase “do céu” explica de onde o Espírito Santo veio, e também mostra a idéia de que a habitação do Espírito Santo não pode ser obtida por meio da vontade ou esforço humano. A frase “do céu” mostra que o Espírito Santo pode ser obtido por meio de orações é uma afirmação fraudulenta.
Em outras palavras, dizer que o Espírito Santo veio repentinamente do céu significa que a habitação do Espírito Santo não acontece por meio de atuações terrenas, como falar em línguas ou sacrifícios pessoais. Os discípulos de Jesus primeiro falaram em línguas para pregar o belo evangelho para as pessoas de todas as nações. A razão para isso, foi permiti-los pregar o evangelho para as pessoas de língua estrangeira em suas próprias línguas por meio da ajuda do Espírito Santo. As pessoas de todas as nações ouviram o falar em línguas dos discípulos em suas próprias línguas, apesar da maioria dos discípulos ser da Galiléia.
“E lhes apareceram umas línguas como que de fogo, que se distribuíam, e sobre cada um deles pousou uma. Aqui nós devemos prestar uma atenção especial à frase, o Espírito Santo “desceu sobre cada um deles.” Os discípulos, esperando pela vinda do Espírito Santo em um lugar, já criam no evangelho de ser nascido de novo da água e do Espírito.
Muitos cristãos hoje em dia entendem errado esta parte da mensagem, crendo que a vinda do Espírito Santo ocorre com um som como o soprar de um vento enquanto eles estão orando. Contudo, isto é um entendimento errado sobre o Espírito Santo que advém da ignorância e confusão. O Espírito Santo faz aqueles sons quando Ele vem sobre as pessoas? Não, ele não faz.
O que as pessoas ouvem com seus ouvidos são sons que Satanás faz quando ele destrói as almas das pessoas. Ele faz estes sons quando ele trabalha com ilusões, mímicas e falsos milagres em um esforço de imergir as pessoas em confusão fingindo ser o Espírito Santo. As pessoas confundem estas coisas com as evidências da vinda do Espírito Santo e também pensam que o Espírito Santo vem com um som “suihhhh” como o de um vento poderoso. Eles estão sendo iludidos por demônios. A vinda do Espírito Santo como retratada em Atos foi alcançada apenas por meio da fé no belo evangelho.
sábado, 28 de agosto de 2010
A Parte de Cada Um
Por que Deus tarda tanto em certas ocasiões? Não entendemos. Acreditamos pela fé e caminhamos de olhos fechados. Nos ajoelhamos, baixamos nossas cabeças e elevamos nosso espírito. Sabemos que Ele tem Seu tempo. E esperamos…Acontece de esperarmos muito. Não compreendemos então a Sua vontade e continuamos pedindo. Insistindo. Nos perdemos em questões e ansiamos por respostas. Por que o que almejamos tanto não chega, se acreditamos em milagres, se acreditamos, pela fé, que nada pode nos faltar?Talvez seja por que alguma coisa falta: nossa parte!
Quando analisamos os milagres que Jesus fez, observamos que em certas ocasiões Ele pediu que alguém fizesse alguma coisa. O Deus que fez descer maná dos céus para alimentar todo um povo não seria capaz de simplesmente dizer: “-haja vinho” nas bodas de Caná? Mas pediu que fossem buscar talhas e que as enchessem com água. Na multiplicação dos pães, Ele utilisou material trazido por uma terceira pessoa e à partir disso realizou o milagre.
Jesus não age com todo mundo da mesma forma, não por que faz distinção, mas porque sabe exatamente do que precisamos e qual a melhor forma de alcançarmos. Vejam: a dois cegos simplesmente passou-lhes a mão nos olhos e esses viram, a outro fez lama, lhe passou nos olhos e disse que fosse lavá-los e logo após é que esse enxergou. Imaginemos que nesse último caso, o cego não tenha obedecido e não tenha ido ao poço. Ele jamais enxergaria, porque a sua parte não tinha sido feita.
Exemplos como esses mostram que muitas vezes Deus pede que façamos nossa parte e completa realizando o que precisamos. Então, enquanto ficarmos parados, nada acontece. E por que às vezes é assim e outras não? Por que Ele conhece nosso coração e sabe que pode contar conosco. Orar é bom. Nos aproxima do Pai. Mas oração, pede “ação”. Orar e agir, ir, obedecer, fazer alguma coisa. Mas o quê? Isso Deus responde, se perguntamos. O que importa mesmo é que nos coloquemos a disposição, que estejamos prontos e sejamos corajosos o bastante para confiar. Quem disse que Deus tarda? Ele chega no momento justo. Cabe a nós agir também no justo momento.
Por que Deus tarda tanto em certas ocasiões? Não entendemos. Acreditamos pela fé e caminhamos de olhos fechados. Nos ajoelhamos, baixamos nossas cabeças e elevamos nosso espírito. Sabemos que Ele tem Seu tempo. E esperamos…Acontece de esperarmos muito. Não compreendemos então a Sua vontade e continuamos pedindo. Insistindo. Nos perdemos em questões e ansiamos por respostas. Por que o que almejamos tanto não chega, se acreditamos em milagres, se acreditamos, pela fé, que nada pode nos faltar?Talvez seja por que alguma coisa falta: nossa parte!
Quando analisamos os milagres que Jesus fez, observamos que em certas ocasiões Ele pediu que alguém fizesse alguma coisa. O Deus que fez descer maná dos céus para alimentar todo um povo não seria capaz de simplesmente dizer: “-haja vinho” nas bodas de Caná? Mas pediu que fossem buscar talhas e que as enchessem com água. Na multiplicação dos pães, Ele utilisou material trazido por uma terceira pessoa e à partir disso realizou o milagre.
Jesus não age com todo mundo da mesma forma, não por que faz distinção, mas porque sabe exatamente do que precisamos e qual a melhor forma de alcançarmos. Vejam: a dois cegos simplesmente passou-lhes a mão nos olhos e esses viram, a outro fez lama, lhe passou nos olhos e disse que fosse lavá-los e logo após é que esse enxergou. Imaginemos que nesse último caso, o cego não tenha obedecido e não tenha ido ao poço. Ele jamais enxergaria, porque a sua parte não tinha sido feita.
Exemplos como esses mostram que muitas vezes Deus pede que façamos nossa parte e completa realizando o que precisamos. Então, enquanto ficarmos parados, nada acontece. E por que às vezes é assim e outras não? Por que Ele conhece nosso coração e sabe que pode contar conosco. Orar é bom. Nos aproxima do Pai. Mas oração, pede “ação”. Orar e agir, ir, obedecer, fazer alguma coisa. Mas o quê? Isso Deus responde, se perguntamos. O que importa mesmo é que nos coloquemos a disposição, que estejamos prontos e sejamos corajosos o bastante para confiar. Quem disse que Deus tarda? Ele chega no momento justo. Cabe a nós agir também no justo momento.
A VITÓRIA ESTÁ PRÓXIMA!
Nunca, nunca, nunca desista!
O que fazer quando parece não existir mais nenhuma
esperança? Você continua seguindo em frente. Qual é a melhor opção quando você sente que está prestes a desistir? A melhor opção é seguir em frente. Como responder quando as circunstâncias são todas contra você? A mais eficiente resposta é continuar ativamente trabalhando e com os olhos para frente não se importando com todos os outros fatores.
Tudo que você conhece tem como base a experiência do passado, porém, o futuro não tem que necessariamente se igualar ao passado. Isso porque, nesse momento, você pode tomar uma ação que pode determinar um novo futuro e mudar o modo como as coisas, hoje, estão. Apesar de ser muito fácil pegar o melhor atalho e desistir, apenas lembre-se disso: quando você está no ponto de desistir, você também está no ponto onde os valores máximos podem ser criados.
Se você está querendo desistir, então você não tem nada a perder e tudo a ganhar ao decidir seguir em frente. Vá em frente porque a vitória está próxima!
Para Meditação:
…uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus. Filipenses 3:13-14
“Não tenham medo dos que matam o corpo, mas não podem matar a alma. Antes, tenham medo daquele que pode destruir tanto a alma como o corpo no inferno.”
Mateus 10:28
Pensamento: O dicionário Houaiss apresenta mais de cento e trinta substantivos terminando em “fobia”, a maioria referentes a diferentes tipos de medo ou aversão. “Uiofobia” é a aversão aos próprios filhos. “Querofobia” é o horror à alegria. “Teofobia” é definido como “horror a Deus” e “eclesiofobia” é aversão a igrejas. Algumas fobias são mais conhecidas como “claustrofobia”, o medo de lugares fechados, e “hidrofobia”, o temor de líquidos. Como Robert G. Lee observou, infelizmente, muitas pessoas aprenderam a temer coisas que não devem temer, mas nunca aprenderam a temer a Deus. Muitos temem o que os homens podem fazer, mas não o que Deus fará no dia do julgamento aos que não creram e nem se arrependeram. Em pleno século 21, alguns Cristãos ainda enfrentam oposição e até perseguição por causa da sua fé em Deus. Seguir Jesus pode custar amigos, família, emprego ou até a vida para alguns. Entretanto quem devemos temer mais – homens ou Deus? Pedro chegou a temer homens, a ponto de negar veementemente que conhecia a Jesus. Por’em pela graça de Deus e pelo poder da fé, o simples pescador se arrependeu a ponto de proclamar Jesus diante das ameaças das maiores autoridades do país. Vale lembrar as palavras dele: “Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens.” (Atos 5:29) Pelo nosso temor ao Senhor podemos ajudar outros a escaparem do terror eterno. Talvez o oposto do medo não seja a corajem, e sim, a fé naquele que é maior do que tudo que nós tememos aqui. Se escolhermos, como Pedro, temer somente a Deus – não há mais nada que temer. Ouça as palavras do Senhor – tema somente a Deus e confie em Jesus.
Oração: Meu Senhor, dou-lhe graças porque não enfrento nenhuma ameaça à minha vida por causa do Evangelho. Mas sei que a vida eterna, minha e de muitos outros, depende justamente de eu ter o devido temor ao Senhor e a coragem para proclamá-Lo diante dos homens. Ajude-me a ter ambos. Em nome de Jesus eu oro. Amém.
Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida.
1 João 5:12
Pensamento: Esta afirmação é um lembrete da gloriosa graça de Deus e também da nossa necessidade de compartilhá-la com outros. A vida é um presente tão precioso que seria uma pena alguém que nós conhecemos e amamos não tê-la. Deus entregou a vida do Seu Filho para que, ao achá-lo, pudéssemos compartilhar na vida dele.
Oração: Pai de todas as nações, ressuscite no seu povo um desejo de espalhar a Sua graça para toda língua, tribo, nação e povo. Dê-nos a capacidade, através do Seu Espírito, de contar o Evangelho de Jesus com coragem e respeito para um mundo que não O conhece. Use-nos para ajudar outros a ter vida no Seu Filho! Através do nome de Jesus seu Filho, oramos. Amém.
Nunca, nunca, nunca desista!
O que fazer quando parece não existir mais nenhuma
esperança? Você continua seguindo em frente. Qual é a melhor opção quando você sente que está prestes a desistir? A melhor opção é seguir em frente. Como responder quando as circunstâncias são todas contra você? A mais eficiente resposta é continuar ativamente trabalhando e com os olhos para frente não se importando com todos os outros fatores.
Tudo que você conhece tem como base a experiência do passado, porém, o futuro não tem que necessariamente se igualar ao passado. Isso porque, nesse momento, você pode tomar uma ação que pode determinar um novo futuro e mudar o modo como as coisas, hoje, estão. Apesar de ser muito fácil pegar o melhor atalho e desistir, apenas lembre-se disso: quando você está no ponto de desistir, você também está no ponto onde os valores máximos podem ser criados.
Se você está querendo desistir, então você não tem nada a perder e tudo a ganhar ao decidir seguir em frente. Vá em frente porque a vitória está próxima!
Para Meditação:
…uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus. Filipenses 3:13-14
“Não tenham medo dos que matam o corpo, mas não podem matar a alma. Antes, tenham medo daquele que pode destruir tanto a alma como o corpo no inferno.”
Mateus 10:28
Pensamento: O dicionário Houaiss apresenta mais de cento e trinta substantivos terminando em “fobia”, a maioria referentes a diferentes tipos de medo ou aversão. “Uiofobia” é a aversão aos próprios filhos. “Querofobia” é o horror à alegria. “Teofobia” é definido como “horror a Deus” e “eclesiofobia” é aversão a igrejas. Algumas fobias são mais conhecidas como “claustrofobia”, o medo de lugares fechados, e “hidrofobia”, o temor de líquidos. Como Robert G. Lee observou, infelizmente, muitas pessoas aprenderam a temer coisas que não devem temer, mas nunca aprenderam a temer a Deus. Muitos temem o que os homens podem fazer, mas não o que Deus fará no dia do julgamento aos que não creram e nem se arrependeram. Em pleno século 21, alguns Cristãos ainda enfrentam oposição e até perseguição por causa da sua fé em Deus. Seguir Jesus pode custar amigos, família, emprego ou até a vida para alguns. Entretanto quem devemos temer mais – homens ou Deus? Pedro chegou a temer homens, a ponto de negar veementemente que conhecia a Jesus. Por’em pela graça de Deus e pelo poder da fé, o simples pescador se arrependeu a ponto de proclamar Jesus diante das ameaças das maiores autoridades do país. Vale lembrar as palavras dele: “Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens.” (Atos 5:29) Pelo nosso temor ao Senhor podemos ajudar outros a escaparem do terror eterno. Talvez o oposto do medo não seja a corajem, e sim, a fé naquele que é maior do que tudo que nós tememos aqui. Se escolhermos, como Pedro, temer somente a Deus – não há mais nada que temer. Ouça as palavras do Senhor – tema somente a Deus e confie em Jesus.
Oração: Meu Senhor, dou-lhe graças porque não enfrento nenhuma ameaça à minha vida por causa do Evangelho. Mas sei que a vida eterna, minha e de muitos outros, depende justamente de eu ter o devido temor ao Senhor e a coragem para proclamá-Lo diante dos homens. Ajude-me a ter ambos. Em nome de Jesus eu oro. Amém.
Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida.
1 João 5:12
Pensamento: Esta afirmação é um lembrete da gloriosa graça de Deus e também da nossa necessidade de compartilhá-la com outros. A vida é um presente tão precioso que seria uma pena alguém que nós conhecemos e amamos não tê-la. Deus entregou a vida do Seu Filho para que, ao achá-lo, pudéssemos compartilhar na vida dele.
Oração: Pai de todas as nações, ressuscite no seu povo um desejo de espalhar a Sua graça para toda língua, tribo, nação e povo. Dê-nos a capacidade, através do Seu Espírito, de contar o Evangelho de Jesus com coragem e respeito para um mundo que não O conhece. Use-nos para ajudar outros a ter vida no Seu Filho! Através do nome de Jesus seu Filho, oramos. Amém.
sábado, 21 de agosto de 2010
Fendas no Coração
Quando nascemos nosso coração é inteiro. Fechado, envolto, é aos pouquinhos que vai se abrindo e aprendendo o que é o amor e a dor.
Com o passar dos anos vamos nos entregando às paixoes, às esperanças, às expectativas de encontrar a felicidade. E as decepções chegam… e o fechamos!
Nosso erro é fechá-lo com mágoas por dentro, com as feridas que, sem ar, sem a possibilidade de carinho que entre, possam cicatrizar. Por isso pessoas amarguradas podem ficar assim até a morte. É preciso deixar uma fenda onde as tristezas possam se evacuar, onde elas liberem lugar para que o amor entre novamente. Só que é preciso ter o cuidado para não deixar uma fenda grande demais!…
Um coração cansado e carente é uma presa fácil. Pessoas que vivem desgastadas por uma vida inteira onde os sonhos parecem já não mais existir, podem confundir com amor a necessidade de sentir de novo emoção e paixão. Pessoas que encontram a sua alma-gêmea no momento exato que se sentem fragilizadas precisam ter o cuidado para não cair nessa armadilha.
Sei que é difícil ser objetivo nessas horas. A monotonia do nosso dia pode fazer com que vejamos as coisas de fora bem mais bonitas do que são realmente. Há um momento onde queremos voltar no tempo da adolescência e sonhar de novo com um grande amor, queremos paixão, queremos sentir de novo o coração batendo mais forte, queremos a dor no estômago da espera de um encontro marcado, a felicidade misturada com ansiedade ou não sei o quê. Nessas horas deixamos uma fenda grande demais no coração e um pouco de atenção, uma palavra carinhosa ou um gesto gentil podem entrar e tomar forma de amor, que na realidade amor nao é: é necessidade! Necessidade de reviver.
Sei como dói ouvir coisas assim, porque então tudo parece ainda mais sem sentido. Só nós sabemos o que vai por dentro do nosso peito. E, portanto… deixe o tempo passar… a pessoa perfeita já não será assim tão perfeita, o grande amor que chegou já não vai parecer assim tão grande. Quando estamos nos afogando é fácil segurar a primeira tábua que nos cai nas mãos, mas isso pode ser apenas um meio da gente nadar até a praia para ver novos horizontes.
Uma vida mal resolvida não encontra soluções mágicas em um amor que acabou de chegar. Cada coisa no seu tempo.
Antes de deixar entrar alguém pela fenda do seu coração, jogue fora sua infelicidade. Faça faxina interna, coloque ordem, resolva sua vida. Depois siga em frente… um amor verdadeiro talvez te espere do outro lado, mas então você vai saber que não o tem por carência, mas porque a vida resolveu te dar uma segunda chance.
Quando nascemos nosso coração é inteiro. Fechado, envolto, é aos pouquinhos que vai se abrindo e aprendendo o que é o amor e a dor.
Com o passar dos anos vamos nos entregando às paixoes, às esperanças, às expectativas de encontrar a felicidade. E as decepções chegam… e o fechamos!
Nosso erro é fechá-lo com mágoas por dentro, com as feridas que, sem ar, sem a possibilidade de carinho que entre, possam cicatrizar. Por isso pessoas amarguradas podem ficar assim até a morte. É preciso deixar uma fenda onde as tristezas possam se evacuar, onde elas liberem lugar para que o amor entre novamente. Só que é preciso ter o cuidado para não deixar uma fenda grande demais!…
Um coração cansado e carente é uma presa fácil. Pessoas que vivem desgastadas por uma vida inteira onde os sonhos parecem já não mais existir, podem confundir com amor a necessidade de sentir de novo emoção e paixão. Pessoas que encontram a sua alma-gêmea no momento exato que se sentem fragilizadas precisam ter o cuidado para não cair nessa armadilha.
Sei que é difícil ser objetivo nessas horas. A monotonia do nosso dia pode fazer com que vejamos as coisas de fora bem mais bonitas do que são realmente. Há um momento onde queremos voltar no tempo da adolescência e sonhar de novo com um grande amor, queremos paixão, queremos sentir de novo o coração batendo mais forte, queremos a dor no estômago da espera de um encontro marcado, a felicidade misturada com ansiedade ou não sei o quê. Nessas horas deixamos uma fenda grande demais no coração e um pouco de atenção, uma palavra carinhosa ou um gesto gentil podem entrar e tomar forma de amor, que na realidade amor nao é: é necessidade! Necessidade de reviver.
Sei como dói ouvir coisas assim, porque então tudo parece ainda mais sem sentido. Só nós sabemos o que vai por dentro do nosso peito. E, portanto… deixe o tempo passar… a pessoa perfeita já não será assim tão perfeita, o grande amor que chegou já não vai parecer assim tão grande. Quando estamos nos afogando é fácil segurar a primeira tábua que nos cai nas mãos, mas isso pode ser apenas um meio da gente nadar até a praia para ver novos horizontes.
Uma vida mal resolvida não encontra soluções mágicas em um amor que acabou de chegar. Cada coisa no seu tempo.
Antes de deixar entrar alguém pela fenda do seu coração, jogue fora sua infelicidade. Faça faxina interna, coloque ordem, resolva sua vida. Depois siga em frente… um amor verdadeiro talvez te espere do outro lado, mas então você vai saber que não o tem por carência, mas porque a vida resolveu te dar uma segunda chance.
domingo, 15 de agosto de 2010
Quando DEUS manda
certo dia em uma rádio, ligou uma senhora que estava passando por momentos difíceis. E ali, através daquela oportunidade, ela resolveu fazer o seu apelo:
- Eu estou passando por uma grande prova: estou desempregada ,tenho filhos pequenos, meu esposo faleceu. Se alguém puder me ajudar com alimento eu ficaria muito grata. Aquilo que deus tocar em seu coração será de grande ajuda. E ela deu seu endereço.
No momento uma pessoa de má fé ouvia o programa, e resolveu fazer uma brincadeira. Dirigiu-se ao mercado e fez aquela compra...
De tudo ele comprou e em muita quantidade. Comprou do bom e do melhor. Depois disse para duas pessoas:
- Vocês vão ate a casa desta senhora, entreguem esta compra e quando ela perguntar quem mandou, vocês vão dizer a ela que foi o diabo. O diabo quem esta enviando esta compra.
E assim seguiram aquelas pessoas rumo a casa da senhora. Bateram palmas e ela atendeu, e eles disseram:
- Vviemos trazer esta compra para a senhora!
e ela disse:
- Entrem, por favor coloquem aqui..."
Descarregaram tudo naquela casa simples e a senhora disse:
- Que DEUS abençoe, muito obrigado!
E aqueles dois homens pararam, olharam um para o outro e perguntaram:
- Hei, a senhora não vai perguntar quem mandou esta compra?
e a senhora com toda humildade e sabedoria respondeu:
- "Eu não. Quando DEUS manda ate o diabo obedece!"
certo dia em uma rádio, ligou uma senhora que estava passando por momentos difíceis. E ali, através daquela oportunidade, ela resolveu fazer o seu apelo:
- Eu estou passando por uma grande prova: estou desempregada ,tenho filhos pequenos, meu esposo faleceu. Se alguém puder me ajudar com alimento eu ficaria muito grata. Aquilo que deus tocar em seu coração será de grande ajuda. E ela deu seu endereço.
No momento uma pessoa de má fé ouvia o programa, e resolveu fazer uma brincadeira. Dirigiu-se ao mercado e fez aquela compra...
De tudo ele comprou e em muita quantidade. Comprou do bom e do melhor. Depois disse para duas pessoas:
- Vocês vão ate a casa desta senhora, entreguem esta compra e quando ela perguntar quem mandou, vocês vão dizer a ela que foi o diabo. O diabo quem esta enviando esta compra.
E assim seguiram aquelas pessoas rumo a casa da senhora. Bateram palmas e ela atendeu, e eles disseram:
- Vviemos trazer esta compra para a senhora!
e ela disse:
- Entrem, por favor coloquem aqui..."
Descarregaram tudo naquela casa simples e a senhora disse:
- Que DEUS abençoe, muito obrigado!
E aqueles dois homens pararam, olharam um para o outro e perguntaram:
- Hei, a senhora não vai perguntar quem mandou esta compra?
e a senhora com toda humildade e sabedoria respondeu:
- "Eu não. Quando DEUS manda ate o diabo obedece!"
Presente esperado
Mantenha a calma, tenha paciência e perceba as coisas que estão acontecendo ao teu redor. A felicidade em viver é observar esses instantes mágicos, que nos enchem o coração de alegria e nos anima por dentro.
Segue seu dia, viva um de cada vez e as coisas vão acontecer naturalmente. Lembre-se sempre das tuas qualidades e do teu modo de enfrentar a luta do seu dia-a-dia.
Aproveite o dia de hoje para avaliar o teu ontem... Vai ver que seu amanhã será muito mais significativo em todos os sentidos.
Nossa luta é constante, precisamos estar fortes energizados de amor, carinho e muitas esperanças.
Faça tua parte, e vá à luta. O melhor ainda está por vir.
Mantenha a calma, tenha paciência e perceba as coisas que estão acontecendo ao teu redor. A felicidade em viver é observar esses instantes mágicos, que nos enchem o coração de alegria e nos anima por dentro.
Segue seu dia, viva um de cada vez e as coisas vão acontecer naturalmente. Lembre-se sempre das tuas qualidades e do teu modo de enfrentar a luta do seu dia-a-dia.
Aproveite o dia de hoje para avaliar o teu ontem... Vai ver que seu amanhã será muito mais significativo em todos os sentidos.
Nossa luta é constante, precisamos estar fortes energizados de amor, carinho e muitas esperanças.
Faça tua parte, e vá à luta. O melhor ainda está por vir.
sábado, 14 de agosto de 2010
No jardim do teu coração
Em uma praça pública havia um jardim que era cuidado por três jardineiros. Um no período da manhã, outro à tarde, e outro à noite.
Notava-se que no período da manhã, mesmo com o amanhecer, com os pássaros em festa, as flores daquele jardim não mostravam alegria, não encantavam como deveriam encantar aquele pedaço de chão. O mesmo acontecia à tarde, com o sol despedindo-se, os pássaros querendo aproveitar o máximo do seu esplendor por mais pouco tempo, as flores continuavam tristes, não mostravam aos que ali freqüentavam vida, alegria, paz.
Já à noite era diferente, as flores mostravam brilho, abriam-se mais, na imaginação dos que ali freqüentavam elas estavam em festa, brincavam como crianças, faziam roda, corriam a brincar de esconde-esconde, era uma festa aquele jardim, o público encantava-se com aquele local à noite, e a freqüência daquele lugar começou a ser maior à noite, os casais de namorados, os velhos, os senhores, sentavam, passeavam por aquele lugar, aquele instante ali lhes transmitia paz que vinha das plantas que ali viviam.
O administrador público quis saber por que o fluxo de pessoas à noite era maior naquele local,
colocou fiscais disfarçados de freqüentadores comuns naquela praça, queria saber como eram tratadas as plantas nos períodos da manhã, tarde e noite, e lá ficaram os fiscais.
Pela manhã o primeiro encarregado do jardim chegou, colocou água nas plantas, recolheu o excesso de folhas caídas das árvores, limpou o local, fez seu trabalho normal até completar o seu turno.
À tarde, chegando o segundo encarregado, fez o mesmo, colocou água, recolheu as folhas que haviam caído no período da manhã, limpou o local, completou seu turno e se foi.
O terceiro encarregado do local chegou, ao chegar fez logo uma festa, ao passar por cada planta a chamava pelo nome, ao sentir alguma triste conversava com ela, limpava-as, conversava com elas, transmitindo amor sincero e grande afeição, não descuidava um instante de estar passando por todas.
Era uma festa, era uma prova i de amor dedicado pelo jardineiro às suas plantas e elas em retorno lhe ofertavam o mais profundo amor, e a alegria daquele local passava a ser transmitido a todos que ali se sentiam bem.
Você, como está cuidando do seu jardim, que é teu coração? Como você está cuidando da flor principal? Será que ela está plantada nele? Reside nele o Cristo Jesus, salvador nosso? Como está cuidando você das outras flores? A felicidade, o amor, a ternura, a paz? Como estão sendo regadas por ti? Será que a erva daninha, a maldade, a injúria, a calúnia, a raiva não tomam lugar e sufocam as flores preciosas?
Em uma praça pública havia um jardim que era cuidado por três jardineiros. Um no período da manhã, outro à tarde, e outro à noite.
Notava-se que no período da manhã, mesmo com o amanhecer, com os pássaros em festa, as flores daquele jardim não mostravam alegria, não encantavam como deveriam encantar aquele pedaço de chão. O mesmo acontecia à tarde, com o sol despedindo-se, os pássaros querendo aproveitar o máximo do seu esplendor por mais pouco tempo, as flores continuavam tristes, não mostravam aos que ali freqüentavam vida, alegria, paz.
Já à noite era diferente, as flores mostravam brilho, abriam-se mais, na imaginação dos que ali freqüentavam elas estavam em festa, brincavam como crianças, faziam roda, corriam a brincar de esconde-esconde, era uma festa aquele jardim, o público encantava-se com aquele local à noite, e a freqüência daquele lugar começou a ser maior à noite, os casais de namorados, os velhos, os senhores, sentavam, passeavam por aquele lugar, aquele instante ali lhes transmitia paz que vinha das plantas que ali viviam.
O administrador público quis saber por que o fluxo de pessoas à noite era maior naquele local,
colocou fiscais disfarçados de freqüentadores comuns naquela praça, queria saber como eram tratadas as plantas nos períodos da manhã, tarde e noite, e lá ficaram os fiscais.
Pela manhã o primeiro encarregado do jardim chegou, colocou água nas plantas, recolheu o excesso de folhas caídas das árvores, limpou o local, fez seu trabalho normal até completar o seu turno.
À tarde, chegando o segundo encarregado, fez o mesmo, colocou água, recolheu as folhas que haviam caído no período da manhã, limpou o local, completou seu turno e se foi.
O terceiro encarregado do local chegou, ao chegar fez logo uma festa, ao passar por cada planta a chamava pelo nome, ao sentir alguma triste conversava com ela, limpava-as, conversava com elas, transmitindo amor sincero e grande afeição, não descuidava um instante de estar passando por todas.
Era uma festa, era uma prova i de amor dedicado pelo jardineiro às suas plantas e elas em retorno lhe ofertavam o mais profundo amor, e a alegria daquele local passava a ser transmitido a todos que ali se sentiam bem.
Você, como está cuidando do seu jardim, que é teu coração? Como você está cuidando da flor principal? Será que ela está plantada nele? Reside nele o Cristo Jesus, salvador nosso? Como está cuidando você das outras flores? A felicidade, o amor, a ternura, a paz? Como estão sendo regadas por ti? Será que a erva daninha, a maldade, a injúria, a calúnia, a raiva não tomam lugar e sufocam as flores preciosas?
Aprenda a amar
Sabe por que o amor é o segredo de tudo? Porque ele é a essência da simplicidade. Pare de complicar as coisas e você acabará achando o seu caminho, a sua história, a sua missão! Seja simples e o amor surgirá!
Por isso, busque na simplicidade a solução de suas dificuldades. Não há outro jeito de conhecer a essência do amor sem ter mais e mais amor em seu coração. Sem amor você não pode conhecer o seu Eu Superior. Sem amor não é possível viver uma vida.
O amor que você dá nunca é demais! Não tenha medo de amar! Ame basta então! E sempre! Nem tente se esquivar do fluxo de amor, mesmo que outros o rejeitem. Você já veio assim de fábrica, sabia? Repleto de amor! Para dar e para receber!
E o que fazer quando for rejeitado na sua forma de amar? Siga em frente! Ame mais e mais! E assim você deixará de ser amargo, endurecido, ferido e medroso! E nesse estado, você não será capaz de ajudar outras pessoas. Ninguém é atraído para alguém com um coração sem amor.
Continue aprendendo a amar! Ou reaprendendo, certo? Então, está esperando o que? Não perca mais tempo e viva intensamente a sua vida amorosamente! Quanto mais rápido aprender isso, melhor!
Sabe por que o amor é o segredo de tudo? Porque ele é a essência da simplicidade. Pare de complicar as coisas e você acabará achando o seu caminho, a sua história, a sua missão! Seja simples e o amor surgirá!
Por isso, busque na simplicidade a solução de suas dificuldades. Não há outro jeito de conhecer a essência do amor sem ter mais e mais amor em seu coração. Sem amor você não pode conhecer o seu Eu Superior. Sem amor não é possível viver uma vida.
O amor que você dá nunca é demais! Não tenha medo de amar! Ame basta então! E sempre! Nem tente se esquivar do fluxo de amor, mesmo que outros o rejeitem. Você já veio assim de fábrica, sabia? Repleto de amor! Para dar e para receber!
E o que fazer quando for rejeitado na sua forma de amar? Siga em frente! Ame mais e mais! E assim você deixará de ser amargo, endurecido, ferido e medroso! E nesse estado, você não será capaz de ajudar outras pessoas. Ninguém é atraído para alguém com um coração sem amor.
Continue aprendendo a amar! Ou reaprendendo, certo? Então, está esperando o que? Não perca mais tempo e viva intensamente a sua vida amorosamente! Quanto mais rápido aprender isso, melhor!
O lenhador
Existiu um lenhador que acordava às 6 da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, e só parava tarde da noite. Esse lenhador tinha um filho lindo, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança.
Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando de seu filho.
Todas as noites ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua chegada.
Os vizinhos do lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem; e portando, não era confiável. Quando ela sentisse fome comeria a criança.
O lenhador sempre retrucando com os vizinhos falava que isso era uma grande bobagem. A raposa era sua amiga e jamais faria isso. Os vizinhos insistiam:
- Lenhador abra os olhos! A raposa vai comer seu filho.
- Quando sentir fome, comerá seu filho!
um dia o lenhador muito exausto do trabalho e muito cansado desses comentários, ao chegar em casa viu a raposa sorrindo como sempre e sua boca totalmente ensanguentada...
O lenhador suou frio e sem pensar duas vezes matou a raposa com uma machadada.
Ao entrar no quarto desesperado, encontrou seu filho no berço dormindo tranquilamente e ao lado do berço uma cobra morta...
O lenhador enterrou o machado e a raposa juntos.
Se você confia em alguém, não importa o que os outros pensem a respeito, siga sempre o seu caminho e não se deixe influenciar...
Existiu um lenhador que acordava às 6 da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, e só parava tarde da noite. Esse lenhador tinha um filho lindo, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança.
Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando de seu filho.
Todas as noites ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua chegada.
Os vizinhos do lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem; e portando, não era confiável. Quando ela sentisse fome comeria a criança.
O lenhador sempre retrucando com os vizinhos falava que isso era uma grande bobagem. A raposa era sua amiga e jamais faria isso. Os vizinhos insistiam:
- Lenhador abra os olhos! A raposa vai comer seu filho.
- Quando sentir fome, comerá seu filho!
um dia o lenhador muito exausto do trabalho e muito cansado desses comentários, ao chegar em casa viu a raposa sorrindo como sempre e sua boca totalmente ensanguentada...
O lenhador suou frio e sem pensar duas vezes matou a raposa com uma machadada.
Ao entrar no quarto desesperado, encontrou seu filho no berço dormindo tranquilamente e ao lado do berço uma cobra morta...
O lenhador enterrou o machado e a raposa juntos.
Se você confia em alguém, não importa o que os outros pensem a respeito, siga sempre o seu caminho e não se deixe influenciar...
domingo, 25 de julho de 2010
A humanidade.
“A humanidade irá preferir renunciar a todas as questões filosóficas – no Marxismo ou positivismo de todas as cores – a aceitar uma filosofia que encontre sua única resposta final na revelação de Cristo. Cristo enviou os seus discípulos como ovelhas no meio de lobos. Deveríamos meditar sobre esta comparação, antes de fazermos um pacto com o mundo”
“A humanidade irá preferir renunciar a todas as questões filosóficas – no Marxismo ou positivismo de todas as cores – a aceitar uma filosofia que encontre sua única resposta final na revelação de Cristo. Cristo enviou os seus discípulos como ovelhas no meio de lobos. Deveríamos meditar sobre esta comparação, antes de fazermos um pacto com o mundo”
Por que não há bíblia sem Igreja?
“Assim como há um só Deus, um só Cristo, um só Espírito Santo, assim também há uma só verdade divinamente revelada; uma só Fé divina que é o princípio da salvação do homem e o fundamento de toda a justificação, a Fé pela qual o justo vive e sem a qual é impossível agradar a Deus e chegar à comunhão dos Seus filhos. Há uma só Igreja una, verdadeira, santa e católica que é a Igreja Apostólica Romana. Há uma só cátedra fundada sobre Pedro pela palavra do Senhor, fora da qual não podemos encontrar nem a verdadeira Fé, nem a salvação eterna. Todo aquele que não tiver a Igreja como mãe não pode ter a Deus como pai, e quem quer que abandone a cátedra de Pedro sobre a qual a Igreja foi fundada confia falsamente que está na Igreja de Cristo. Na verdade, não pode haver crime maior e mancha mais repugnante do que se opor a Cristo, do que dividir a Igreja gerada e comprada pelo Seu Sangue, do que esquecer o amor evangélico e combater com o furor da discórdia hostil a harmonia do povo de Deus.”
“Assim como há um só Deus, um só Cristo, um só Espírito Santo, assim também há uma só verdade divinamente revelada; uma só Fé divina que é o princípio da salvação do homem e o fundamento de toda a justificação, a Fé pela qual o justo vive e sem a qual é impossível agradar a Deus e chegar à comunhão dos Seus filhos. Há uma só Igreja una, verdadeira, santa e católica que é a Igreja Apostólica Romana. Há uma só cátedra fundada sobre Pedro pela palavra do Senhor, fora da qual não podemos encontrar nem a verdadeira Fé, nem a salvação eterna. Todo aquele que não tiver a Igreja como mãe não pode ter a Deus como pai, e quem quer que abandone a cátedra de Pedro sobre a qual a Igreja foi fundada confia falsamente que está na Igreja de Cristo. Na verdade, não pode haver crime maior e mancha mais repugnante do que se opor a Cristo, do que dividir a Igreja gerada e comprada pelo Seu Sangue, do que esquecer o amor evangélico e combater com o furor da discórdia hostil a harmonia do povo de Deus.”
sábado, 10 de julho de 2010
REINFLAMA O CARISMA
A primeira oração do dia deve ser esta: “Vinde Espírito Santo…” Sem a presença do Espírito Santo em nossa alma, não podemos fazer a vontade de Deus, porque somos todos fracos; por isso, esse pedido tem de ser freqüente e desejado. Ele só vem ao coração que o deseja ardentemente, como a terra seca deseja água. Para ser sempre renovado no Espírito Santo, o cristão precisa antes de tudo de se purificar, porque Ele é Santo e não pode conviver com o pecado assumido, aceito e não combatido. Ele está pronto para ocupar qualquer “vaso”, pequeno, grande, culto, iletrado, pobre ou rico, de ouro ou de plástico, mas Ele não pode ocupar um vaso sujo. O Espírito do Senhor pode conviver conosco na luta contra o pecado - porque Ele é o nosso Santificador – mas Ele não pode ser conivente com o pecado; então, quem deseja ser renovado no Espírito do Senhor, precisa sempre se Confessar, com humildade e sinceridade entregar as suas misérias ao Senhor; lançar na fornalha ardente do Seu Coração Sagrado todas as faltas da natureza humana. Para ser reinflamado no Espírito e nos seus dons infusos e carismáticos, e preciso “querer fazer a vontade de Deus”. Ele não nos é dado para outra missão a não ser para poder proclamar com a vida: “Seja feita a Vossa Vontade assim na terra como no Céu!”É preciso pedir o Espírito Santo continuamente, mas com desejo profundo; Jesus prometeu que o Pai o daria a quem o pedisse. Se vós que sois maus sabeis dar coisas boas aos vossos filhos, quanto mais o Pai do céu dará o Espírito Santo àqueles que lhe pedirem” (Lc 11, 13). Deus estabeleceu uma norma: para receber as suas graças é preciso pedir: “Pedi e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei e abrir-se-vos-á” (Lc 11,9). Quem não pede não recebe. Então, depois de se purificar, é preciso pedir ao Pai o Espírito Santo, e já agradecer, pois Ele virá. E para manter acesa a chama do Espírito na alma, é preciso “viver no Espírito”, isto é, viver sempre em vigilância e oração, com uma vida de contínua Comunhão e Confissão, caminhando com Nossa Senhora e rezando o seu Rosário e alimentando a alma com a santa Palavra de Deus. Um velho ditado diz que “môsca não assenta em prato frio”; muitos experimentaram o ardor do Espírito Santo, mas agora estão frios, por que? Porque deixaram a alma esfriar; abandonaram os “exercícios espirituais”, a vida ascética; então, o prato esfriou e as moscas venenosas nele pousaram. O que fazer? Reacender o fogo da alma pela chama do Espírito e espantar as moscas. Em 1963, o Papa João XXIII, ao abrir o Concílio Vaticano II, pediu a Deus um Novo Pentecostes para a Igreja; e Deus o está concedendo desde entaõ. Ele pediu com ardor: “Repita-se no povo cristão o espetáculo dos Apóstolos reunidos em Jerusalém, depois da Ascensão de Jesus ao céu, quando a Igreja nascente se encontrou reunida em comunhão de pensamento e de oração com Pedro e em torno de Pedro, pastor dos cordeiros e das ovelhas. Digne-se o Divino Espírito escutar da forma mais consoladora a oração que sobe a Ele de todas as partes da terra. Que Ele renove em nosso tempo os prodígios como de um novo Pentecostes, e conceda que a Santa Igreja, permanecendo unânime na oração, com Maria, a Mãe de Jesus, e sob a direção de Pedro, dilate o Reino do Divino Salvador, Reino de Verdade e Justiça, Reino de amor e de paz”.É importante meditar no que disse em 1992 o Papa João Paulo II aos líderes da Renovação Carismática em Roma, porque isto mostra a importância do cristão ser hoje renovado no Espírito Santo e inflamado de seus carismas: “A Renovação surgiu nos anos que se seguiram ao Concílio Vaticano II, e foi um dom particular do Espírito Santo à Igreja. Foi sinal do desejo que muitos católicos tinham de viver, de maneira mais plena, a sua própria dignidade e vocação batismal, como filhos e filhas adotivas do Pai, de conhecer a força redentora de Cristo, nosso Salvador, numa experiência mais intensa de oração pessoal e coletiva, e de seguir o ensinamento das Escrituras mediante a sua leitura, à luz do mesmo Espírito que inspirou o seu autor. Certamente um dos resultados mais importantes desse despertar espiritual foi a aumentada sede de santidade, visível nas vidas das pessoas individualmente e na Igreja inteira… Neste momento da história da Igreja, a Renovação Carismática pode desempenhar um papel significativo na promoção da defesa, extremamente necessária, da vida cristã, nas sociedades em que o secularismo e o materialismo enfraqueceram a capacidade que as pessoas têm de responder ao Espírito e de discernir o chamamento amoroso de Deus. O vosso contributo para a re-evangelização da sociedade será efetuado, em primeiro lugar, mediante o testemunho pessoal do Espírito que habita em nós e mediante a demonstração da Sua presença, com obras de santidade e de solidariedade… Independentemente da forma que a Renovação Carismática assumir - nas orações de grupo, nas comunidades conventuais de vida e de serviço - o sinal da sua fecundidade espiritual será sempre o fortalecimento da comunhão com a Igreja universal e com as Igrejas locais… Ao mesmo tempo o aprofundamento da vossa identidade católica, haurindo da riqueza espiritual da Tradição católica, é uma parte insubstituível do vosso contributo ao diálogo ecumênico autêntico que, alimentado pela graça do Espírito Santo, deve levar à perfeição da “comunhão na unidade, na confissão de uma só fé, na comum celebração do culto divino e na fraterna concórdia da família de Deus” (Unitatis redintegratio, 2).(L’Osservatore Romano, n. 15, 12/4/1992, 4; 184).A RCC tem uma grande missão hoje na Igreja como afirma o Papa; nesses tempos de secularismo, hedonismo, relativismo religioso e ateísmo, o mundo precisa do testemunho urgente de “novos” cristãos, que combatam com as armas do Espírito os exércitos do Mal. O frei Raniero Cantalamessa, pregador do Papa há 29 anos, diz que a Renovação Carismática “é uma corrente de graça para toda a Igreja católica.” Ela não é um simples movimento a mais da Igreja; é a própria Igreja em movimento pelo poder do Espírito Santo. Todos os cristãos, de todos os movimentos, precisam ser renovados no Espírito Santo e não deixar que os seus carismas se apaguem em seu coração. Quanto mais cada cristão for repleto do Espírito Santo, tanto mais a Igreja o será, e mais preparada estará para implantar na terra o Reino de Deus, como Jesus pediu ao Pai. Venha a nós o Vosso Reino!
A primeira oração do dia deve ser esta: “Vinde Espírito Santo…” Sem a presença do Espírito Santo em nossa alma, não podemos fazer a vontade de Deus, porque somos todos fracos; por isso, esse pedido tem de ser freqüente e desejado. Ele só vem ao coração que o deseja ardentemente, como a terra seca deseja água. Para ser sempre renovado no Espírito Santo, o cristão precisa antes de tudo de se purificar, porque Ele é Santo e não pode conviver com o pecado assumido, aceito e não combatido. Ele está pronto para ocupar qualquer “vaso”, pequeno, grande, culto, iletrado, pobre ou rico, de ouro ou de plástico, mas Ele não pode ocupar um vaso sujo. O Espírito do Senhor pode conviver conosco na luta contra o pecado - porque Ele é o nosso Santificador – mas Ele não pode ser conivente com o pecado; então, quem deseja ser renovado no Espírito do Senhor, precisa sempre se Confessar, com humildade e sinceridade entregar as suas misérias ao Senhor; lançar na fornalha ardente do Seu Coração Sagrado todas as faltas da natureza humana. Para ser reinflamado no Espírito e nos seus dons infusos e carismáticos, e preciso “querer fazer a vontade de Deus”. Ele não nos é dado para outra missão a não ser para poder proclamar com a vida: “Seja feita a Vossa Vontade assim na terra como no Céu!”É preciso pedir o Espírito Santo continuamente, mas com desejo profundo; Jesus prometeu que o Pai o daria a quem o pedisse. Se vós que sois maus sabeis dar coisas boas aos vossos filhos, quanto mais o Pai do céu dará o Espírito Santo àqueles que lhe pedirem” (Lc 11, 13). Deus estabeleceu uma norma: para receber as suas graças é preciso pedir: “Pedi e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei e abrir-se-vos-á” (Lc 11,9). Quem não pede não recebe. Então, depois de se purificar, é preciso pedir ao Pai o Espírito Santo, e já agradecer, pois Ele virá. E para manter acesa a chama do Espírito na alma, é preciso “viver no Espírito”, isto é, viver sempre em vigilância e oração, com uma vida de contínua Comunhão e Confissão, caminhando com Nossa Senhora e rezando o seu Rosário e alimentando a alma com a santa Palavra de Deus. Um velho ditado diz que “môsca não assenta em prato frio”; muitos experimentaram o ardor do Espírito Santo, mas agora estão frios, por que? Porque deixaram a alma esfriar; abandonaram os “exercícios espirituais”, a vida ascética; então, o prato esfriou e as moscas venenosas nele pousaram. O que fazer? Reacender o fogo da alma pela chama do Espírito e espantar as moscas. Em 1963, o Papa João XXIII, ao abrir o Concílio Vaticano II, pediu a Deus um Novo Pentecostes para a Igreja; e Deus o está concedendo desde entaõ. Ele pediu com ardor: “Repita-se no povo cristão o espetáculo dos Apóstolos reunidos em Jerusalém, depois da Ascensão de Jesus ao céu, quando a Igreja nascente se encontrou reunida em comunhão de pensamento e de oração com Pedro e em torno de Pedro, pastor dos cordeiros e das ovelhas. Digne-se o Divino Espírito escutar da forma mais consoladora a oração que sobe a Ele de todas as partes da terra. Que Ele renove em nosso tempo os prodígios como de um novo Pentecostes, e conceda que a Santa Igreja, permanecendo unânime na oração, com Maria, a Mãe de Jesus, e sob a direção de Pedro, dilate o Reino do Divino Salvador, Reino de Verdade e Justiça, Reino de amor e de paz”.É importante meditar no que disse em 1992 o Papa João Paulo II aos líderes da Renovação Carismática em Roma, porque isto mostra a importância do cristão ser hoje renovado no Espírito Santo e inflamado de seus carismas: “A Renovação surgiu nos anos que se seguiram ao Concílio Vaticano II, e foi um dom particular do Espírito Santo à Igreja. Foi sinal do desejo que muitos católicos tinham de viver, de maneira mais plena, a sua própria dignidade e vocação batismal, como filhos e filhas adotivas do Pai, de conhecer a força redentora de Cristo, nosso Salvador, numa experiência mais intensa de oração pessoal e coletiva, e de seguir o ensinamento das Escrituras mediante a sua leitura, à luz do mesmo Espírito que inspirou o seu autor. Certamente um dos resultados mais importantes desse despertar espiritual foi a aumentada sede de santidade, visível nas vidas das pessoas individualmente e na Igreja inteira… Neste momento da história da Igreja, a Renovação Carismática pode desempenhar um papel significativo na promoção da defesa, extremamente necessária, da vida cristã, nas sociedades em que o secularismo e o materialismo enfraqueceram a capacidade que as pessoas têm de responder ao Espírito e de discernir o chamamento amoroso de Deus. O vosso contributo para a re-evangelização da sociedade será efetuado, em primeiro lugar, mediante o testemunho pessoal do Espírito que habita em nós e mediante a demonstração da Sua presença, com obras de santidade e de solidariedade… Independentemente da forma que a Renovação Carismática assumir - nas orações de grupo, nas comunidades conventuais de vida e de serviço - o sinal da sua fecundidade espiritual será sempre o fortalecimento da comunhão com a Igreja universal e com as Igrejas locais… Ao mesmo tempo o aprofundamento da vossa identidade católica, haurindo da riqueza espiritual da Tradição católica, é uma parte insubstituível do vosso contributo ao diálogo ecumênico autêntico que, alimentado pela graça do Espírito Santo, deve levar à perfeição da “comunhão na unidade, na confissão de uma só fé, na comum celebração do culto divino e na fraterna concórdia da família de Deus” (Unitatis redintegratio, 2).(L’Osservatore Romano, n. 15, 12/4/1992, 4; 184).A RCC tem uma grande missão hoje na Igreja como afirma o Papa; nesses tempos de secularismo, hedonismo, relativismo religioso e ateísmo, o mundo precisa do testemunho urgente de “novos” cristãos, que combatam com as armas do Espírito os exércitos do Mal. O frei Raniero Cantalamessa, pregador do Papa há 29 anos, diz que a Renovação Carismática “é uma corrente de graça para toda a Igreja católica.” Ela não é um simples movimento a mais da Igreja; é a própria Igreja em movimento pelo poder do Espírito Santo. Todos os cristãos, de todos os movimentos, precisam ser renovados no Espírito Santo e não deixar que os seus carismas se apaguem em seu coração. Quanto mais cada cristão for repleto do Espírito Santo, tanto mais a Igreja o será, e mais preparada estará para implantar na terra o Reino de Deus, como Jesus pediu ao Pai. Venha a nós o Vosso Reino!
O Amor de Deus no Mundo
Jesus veio ao mundo para salvá-lo. Depois de cumprir até o fim a sua missão, passando pela morte e ressurreição, deixou a Igreja para continuar a obra da salvação de cada pessoa.
Para isto, enviou os Apóstolos: “ Ide a todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura” (Mc 16,15). Esta é, portanto, a missão da Igreja e também de cada um de nós que recebeu o santo Batismo.
Cada cristão deve ser, como diziam os Padres da Igreja, “alter Christus” (um outro Cristo) que vai pelo mundo propagando o Evangelho, com a vida e com as palavras. Em cada cristão, consciente disso, Cristo continua a Sua missão salvífica. Assim, Ele nos deu a honra e a glória de o ajudarmos a construir o Seu Reino, que também é nosso. Desfrutará das delícias desse Reino eterno, todo aquele que tiver trabalhado para construí-lo.
Antes de Jesus partir para a Casa do Pai, Ele rezou profundamente pelos seus. É a oração sacerdotal de Jesus, que São João teve a felicidade de captar, naquela noite amarga em que o Senhor foi traído por Judas, negado por Pedro e abandonado pelos apóstolos. Antes de sofrer a Paixão, e enfrentar a morte, ele recomendou-nos ao Pai:
“Não peço que os tires do mundo, mas que os livre do mal. Eles não são do mundo, como eu não sou do mundo” (Jo 17,15-16).
Não somos do mundo, não pertencemos a este mundo, mas Jesus nos quer vivendo nele, para levá-lo a Deus.
Jesus precisa do cristão na sociedade, para ser “ a luz do mundo e o sal da terra”(Mt 5,13-14). Sem os cristãos, o mundo não tem luz e não tem saúde moral e espiritual.
Diante de tantas profanações da pessoa humana, diante de tanta corrupção, diante de tanto roubo, de tanto crime, de tanta prostituição e pornografia, enfim, diante de tantas trevas, não é difícil de se concluir que a luz de Cristo ainda brilha muito pouco, mesmo numa civilização que se diz cristã. Por isso tudo, é urgente evangelizar; é urgente acender a luz de Cristo, no mundo do trabalho, no mundo da ciência, no mundo da economia, no mundo das leis, no mundo do comércio…
E esta é exatamente a missão que o Senhor confiou a cada um de nós leigos, que vivemos no mundo.
O documento do Concílio Vaticano II, sobre os leigos, Apostolicam Actuositatem, conclama-nos a abraçar a missão de iluminar o mundo com a luz de Cristo:
“Nosso tempo exige dos leigos um zelo não menor pois as circunstâncias atuais reclamam deles um apostolado mais intenso e mais amplo (AA,1)
“Faz-se porém mister que os leigos assumam a renovação da ordem temporal como sua função própria “ (AA,7)
O santo Concílio, iluminado pelo Espírito, deixou claro a nossa missão: consagrar o mundo em que vivemos a Deus. Estabelecer nele as Suas leis, construir nele o Seu Reino. E nesta imensa tarefa, ninguém está dispensado. Alguém já disse que no Reino de Deus não há desempregados e nem aposentados. Todos são indispensáveis. Cada um recebeu dons próprios que os outros não receberam; é mister colocar esses dons a serviço da construção do Reino de Cristo para a glória do Pai e a salvação dos irmãos.
A mola propulsora de todo este trabalho há de ser sempre o amor a Deus e aos irmãos. Deus nos deu tudo: a vida, o ser, o mundo material com todas as suas belezas e riquezas, e nos deu o Seu Filho Único para sofrer e morrer pela nossa salvação. O que mais poderíamos pedir a Deus? Nada. Resta-nos agradecer. Mas não apenas com palavras e orações, mas com o comprometimento de toda a nossa existência no Seu projeto de reunir de novo todos os homens em Jesus Cristo, pela Igreja.
Cristo veio a nós e deu-nos a maior prova de amor que alguém poderia dar – deu a Sua vida – a fim de que pudéssemos voltar para a Casa do Pai, onde a felicidade é eterna. E Ele precisa agora de cada um para salvar a todos. Então, o nosso agradecimento será realizado se lhe entregarmos o coração e as mãos.
Jesus ama loucamente cada uma das suas criaturas humanas, pois cada uma delas é única, irrepetível, criada à sua imagem e semelhança. Por isso Ele não quer perder nenhuma de suas ovelhas, por mais fraca que seja. Ele garantiu que há mais alegria no céu por um único pecador que se converta; mais até por causa de noventa e nove justos que já fazem penitência (Lc 15). Veja como Ele ama cada um com um amor eterno!
Cada um de nós aqui na terra, pode fazer acontecer uma festa entre os anjos de Deus lá no céu, toda vez que convertemos um pecador do seu mal caminho. Esta é uma grande prova de amor a Deus. Não importa que você não possa converter a muitos; mas Deus espera que você converta para Ele aquele que está ao alcance do seu braço; aquele que é o seu próximo mais próximo.
Comece amando-o, gratuitamente. Não diga a ele logo: “Deus te ama”, pois ele pode não acreditar. Diga-lhe primeiro: “eu te amo”; e prove isto com os seus atos. Só depois, você vai dizer-lhe: “Deus te ama”; aí, então, ele vai acreditar, e vai querer conhecer o seu Deus. O amor é o combustível da evangelização. Ninguém pode evangelizar se não for movido pelo amor; amor a Deus e amor aos filhos de Deus.
A única recompensa que deve esperar aquele que abraçou esta missão, é a alegria de agradar ao seu Deus e ter o seu nome escrito no céu. Se buscarmos outra recompensa que não seja esta, perdemos todo o mérito diante de Deus. “Já receberam a sua recompensa” (Mt 6,2.5.16).
Cada um de nós deve se apropriar daquela palavra do Apóstolos:
“Anunciar o Evangelho não é glória para mim; é uma obrigação que se me impõe. Ai de mim se eu não anunciar o Evangelho! Se o fizesse da minha iniciativa, mereceria recompensa. Se o faço independentemente de minha vontade, é uma obrigação que se me impõe. “(1 Cor 9,16-18).
Quando Deus chamou o profeta Jeremias para revelar sua dura palavra aos hebreus que já não obedeciam as Suas leis, o profeta teme medo, e viu-se como se fosse uma criança despreparada para a missão. Mas o Senhor não pensava assim.
“Ah! Senhor Javé, eu nem sei falar, pois que sou como uma criança”.
Replicou porém o Senhor:
Não digas: “Sou apenas uma criança;” porquanto irás procurar todos aqueles aos quais te enviar, e a eles dirás o que Eu ordenar. Não os deves temer porque estarei contigo para livrar-te – oráculo do Senhor. “ (Jer 1, 4-8).
Quando o Senhor nos envia em seu Nome, seja ao próximo mais próximo, seja aos confins da terra, Ele nos dá a Sua graça; e, mais ainda, a Sua própria Presença.
“Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos” (Mt 28,20)
Não tenhamos, portanto, nem medo e nem desânimo, pois a obra é Dele, e a batalha lhe pertence, somos apenas os seus comandados
Jesus veio ao mundo para salvá-lo. Depois de cumprir até o fim a sua missão, passando pela morte e ressurreição, deixou a Igreja para continuar a obra da salvação de cada pessoa.
Para isto, enviou os Apóstolos: “ Ide a todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura” (Mc 16,15). Esta é, portanto, a missão da Igreja e também de cada um de nós que recebeu o santo Batismo.
Cada cristão deve ser, como diziam os Padres da Igreja, “alter Christus” (um outro Cristo) que vai pelo mundo propagando o Evangelho, com a vida e com as palavras. Em cada cristão, consciente disso, Cristo continua a Sua missão salvífica. Assim, Ele nos deu a honra e a glória de o ajudarmos a construir o Seu Reino, que também é nosso. Desfrutará das delícias desse Reino eterno, todo aquele que tiver trabalhado para construí-lo.
Antes de Jesus partir para a Casa do Pai, Ele rezou profundamente pelos seus. É a oração sacerdotal de Jesus, que São João teve a felicidade de captar, naquela noite amarga em que o Senhor foi traído por Judas, negado por Pedro e abandonado pelos apóstolos. Antes de sofrer a Paixão, e enfrentar a morte, ele recomendou-nos ao Pai:
“Não peço que os tires do mundo, mas que os livre do mal. Eles não são do mundo, como eu não sou do mundo” (Jo 17,15-16).
Não somos do mundo, não pertencemos a este mundo, mas Jesus nos quer vivendo nele, para levá-lo a Deus.
Jesus precisa do cristão na sociedade, para ser “ a luz do mundo e o sal da terra”(Mt 5,13-14). Sem os cristãos, o mundo não tem luz e não tem saúde moral e espiritual.
Diante de tantas profanações da pessoa humana, diante de tanta corrupção, diante de tanto roubo, de tanto crime, de tanta prostituição e pornografia, enfim, diante de tantas trevas, não é difícil de se concluir que a luz de Cristo ainda brilha muito pouco, mesmo numa civilização que se diz cristã. Por isso tudo, é urgente evangelizar; é urgente acender a luz de Cristo, no mundo do trabalho, no mundo da ciência, no mundo da economia, no mundo das leis, no mundo do comércio…
E esta é exatamente a missão que o Senhor confiou a cada um de nós leigos, que vivemos no mundo.
O documento do Concílio Vaticano II, sobre os leigos, Apostolicam Actuositatem, conclama-nos a abraçar a missão de iluminar o mundo com a luz de Cristo:
“Nosso tempo exige dos leigos um zelo não menor pois as circunstâncias atuais reclamam deles um apostolado mais intenso e mais amplo (AA,1)
“Faz-se porém mister que os leigos assumam a renovação da ordem temporal como sua função própria “ (AA,7)
O santo Concílio, iluminado pelo Espírito, deixou claro a nossa missão: consagrar o mundo em que vivemos a Deus. Estabelecer nele as Suas leis, construir nele o Seu Reino. E nesta imensa tarefa, ninguém está dispensado. Alguém já disse que no Reino de Deus não há desempregados e nem aposentados. Todos são indispensáveis. Cada um recebeu dons próprios que os outros não receberam; é mister colocar esses dons a serviço da construção do Reino de Cristo para a glória do Pai e a salvação dos irmãos.
A mola propulsora de todo este trabalho há de ser sempre o amor a Deus e aos irmãos. Deus nos deu tudo: a vida, o ser, o mundo material com todas as suas belezas e riquezas, e nos deu o Seu Filho Único para sofrer e morrer pela nossa salvação. O que mais poderíamos pedir a Deus? Nada. Resta-nos agradecer. Mas não apenas com palavras e orações, mas com o comprometimento de toda a nossa existência no Seu projeto de reunir de novo todos os homens em Jesus Cristo, pela Igreja.
Cristo veio a nós e deu-nos a maior prova de amor que alguém poderia dar – deu a Sua vida – a fim de que pudéssemos voltar para a Casa do Pai, onde a felicidade é eterna. E Ele precisa agora de cada um para salvar a todos. Então, o nosso agradecimento será realizado se lhe entregarmos o coração e as mãos.
Jesus ama loucamente cada uma das suas criaturas humanas, pois cada uma delas é única, irrepetível, criada à sua imagem e semelhança. Por isso Ele não quer perder nenhuma de suas ovelhas, por mais fraca que seja. Ele garantiu que há mais alegria no céu por um único pecador que se converta; mais até por causa de noventa e nove justos que já fazem penitência (Lc 15). Veja como Ele ama cada um com um amor eterno!
Cada um de nós aqui na terra, pode fazer acontecer uma festa entre os anjos de Deus lá no céu, toda vez que convertemos um pecador do seu mal caminho. Esta é uma grande prova de amor a Deus. Não importa que você não possa converter a muitos; mas Deus espera que você converta para Ele aquele que está ao alcance do seu braço; aquele que é o seu próximo mais próximo.
Comece amando-o, gratuitamente. Não diga a ele logo: “Deus te ama”, pois ele pode não acreditar. Diga-lhe primeiro: “eu te amo”; e prove isto com os seus atos. Só depois, você vai dizer-lhe: “Deus te ama”; aí, então, ele vai acreditar, e vai querer conhecer o seu Deus. O amor é o combustível da evangelização. Ninguém pode evangelizar se não for movido pelo amor; amor a Deus e amor aos filhos de Deus.
A única recompensa que deve esperar aquele que abraçou esta missão, é a alegria de agradar ao seu Deus e ter o seu nome escrito no céu. Se buscarmos outra recompensa que não seja esta, perdemos todo o mérito diante de Deus. “Já receberam a sua recompensa” (Mt 6,2.5.16).
Cada um de nós deve se apropriar daquela palavra do Apóstolos:
“Anunciar o Evangelho não é glória para mim; é uma obrigação que se me impõe. Ai de mim se eu não anunciar o Evangelho! Se o fizesse da minha iniciativa, mereceria recompensa. Se o faço independentemente de minha vontade, é uma obrigação que se me impõe. “(1 Cor 9,16-18).
Quando Deus chamou o profeta Jeremias para revelar sua dura palavra aos hebreus que já não obedeciam as Suas leis, o profeta teme medo, e viu-se como se fosse uma criança despreparada para a missão. Mas o Senhor não pensava assim.
“Ah! Senhor Javé, eu nem sei falar, pois que sou como uma criança”.
Replicou porém o Senhor:
Não digas: “Sou apenas uma criança;” porquanto irás procurar todos aqueles aos quais te enviar, e a eles dirás o que Eu ordenar. Não os deves temer porque estarei contigo para livrar-te – oráculo do Senhor. “ (Jer 1, 4-8).
Quando o Senhor nos envia em seu Nome, seja ao próximo mais próximo, seja aos confins da terra, Ele nos dá a Sua graça; e, mais ainda, a Sua própria Presença.
“Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos” (Mt 28,20)
Não tenhamos, portanto, nem medo e nem desânimo, pois a obra é Dele, e a batalha lhe pertence, somos apenas os seus comandados
A Palavra que liberta
Jesus conhecia profundamente a Bíblia; a amava e se guiava pelas suas palavras. Na tentação do deserto, quando o demônio investiu contra Ele, três vezes Jesus o rebateu com as palavras da Escritura. “Está escrito!” Nem só de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca do Se¬nhor” (Dt 8,3). E nas três vezes o demônio se afastou; ele recua diante da palavra de Deus porque ela tem poder. A Carta aos Hebreus diz: “Porque a palavra de Deus é viva, eficaz, mais penetrante que uma espada de dois gumes, e penetra até a divisão da alma e do corpo, e das juntas e medulas e discerne os sentimentos e pensamentos do coração. Nenhuma criatura lhe é invisível. Tudo é nu e descoberto aos olhos daquele a quem haveremos de prestar conta” (Hb 4,12-13).
“Por isso também damos graças sem cessar a Deus porque recebestes a palavra de Deus, que de nós ouvistes. Vós a recebestes não como palavra de homens, mas como realmente é: Palavra de Deus, que age eficazmente em vós que crestes” (1 Tess 2,13).
Gostaria de destacar isso “que age eficazmente em vós que crestes”. A santa palavra de Deus opera (realiza o que significa) naquele que crê. Ali ela dá muitos frutos de cura, libertação, conversão, paz, força, ânimo, coragem, discernimento… O Espírito Santo nos ensina essa verdade, pela boca do profeta Isaías: “Tal como a chuva e a neve caem do céu e para lá não voltam sem ter regado a terra, sem a ter fecundado, e feito germinar as plantas, sem dar o grão a semear e o pão a comer, assim acontece à palavra que minha boca profere: não volta sem ter produzido seu efeito, sem ter executado a minha vontade e cumprido a sua missão” (Is 55,10).
A palavra de Deus é transformadora, santificante. “Toda a Escritura é inspirada por Deus, e útil para ensinar, para persuadir, para corrigir e formar na justiça” (2Tm 3,16). Ela é portanto um instrumento indispensável para a nossa santificação. Não conseguiremos ter “os mesmos sentimentos de Cristo” (Fil 2,5) sem ouvir, ler, meditar, estudar e conhecer a sua santa palavra. São Jerônimo, que traduziu a Bíblia do grego para o latim (Vulgata), dizia que “quem não conhece o Evangelho não conhece Jesus Cristo”.
Jesus nos ensina que “a Escritura não pode ser desprezada” (Jo 10,34). Que poder tem a palavra de Deus! Se Jesus a utilizou assim como uma arma espiritual na luta contra o tentador, quanto mais nós precisamos dela! É preciso trazer a Palavra de Deus no coração, para poder “sacá-la”, na hora da tentação, como uma arma espiritual, como Jesus fez para nos dar o exemplo. São Paulo nos garante que: “tudo o que se escreveu, foi escrito para a nossa instrução, a fim de que pela paciência e consolação que dão as Escrituras, tenhamos esperança” (Rom 15,4). O mesmo diz o livro de Macabeus, para quem a “consolação está nos livros santos, que estão em nossas mãos” (1Mac 12,9), e que encorajavam o povo “lendo a lei e os profetas” (2 Mac 15,9). São Paulo recomendava a Timóteo que se aplicasse à sua leitura (1Tm 4,13).
Jesus é a própria Palavra de Deus, o Verbo de Deus que se fez carne (Jo 1,1s). No livro do Apocalipse, São João viu o Filho do homem…” e de sua boca saia uma espada afiada, de dois gumes” (Apc 1,16). É o símbolo tradicional da irresistível penetração da palavra de Deus. São Paulo resume todo o poder da palavra de Deus quando escreve a Timóteo: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para ensinar, para persuadir, para corrigir e formar na justiça” (2Tm 3,16).
São Pedro diz que renascemos pela força dessa palavra: “Pois haveis renascidos, não duma semente corruptível, mas pela palavra de Deus, semente incorruptível, viva e eterna”, (1 Pe 1,23); e, como disse o profeta Isaias: “a palavra do Senhor permanece eternamente” (Is 11,6-8).
Quando avisaram a Jesus que a Sua mãe e os seus irmãos queriam vê-lo, o Senhor disse: “Minha mãe e meus irmãos são estes que ouvem a palavra de Deus e a observam” (Lc 8,21). Quando aquela mulher levantou a voz do meio do povo e lhe disse: “Bem-aventurado o ventre que te trouxe, e os peitos que te amamentaram!”, o Senhor respondeu: “Antes bem-aventurados aqueles que ouvem a palavra de Deus e a observam!” (Lc 11,28).
Pela boca do profeta Amós, o Espírito Santo disse: “Eis que vem os dias … em que enviarei fome sobre a terra, não uma fome de pão, nem uma sede de água, mas fome e sede de ouvir a palavra do Senhor” (Am 8,11). Graças a Deus esses dias chegaram !
Jesus conhecia profundamente a Bíblia; a amava e se guiava pelas suas palavras. Na tentação do deserto, quando o demônio investiu contra Ele, três vezes Jesus o rebateu com as palavras da Escritura. “Está escrito!” Nem só de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca do Se¬nhor” (Dt 8,3). E nas três vezes o demônio se afastou; ele recua diante da palavra de Deus porque ela tem poder. A Carta aos Hebreus diz: “Porque a palavra de Deus é viva, eficaz, mais penetrante que uma espada de dois gumes, e penetra até a divisão da alma e do corpo, e das juntas e medulas e discerne os sentimentos e pensamentos do coração. Nenhuma criatura lhe é invisível. Tudo é nu e descoberto aos olhos daquele a quem haveremos de prestar conta” (Hb 4,12-13).
“Por isso também damos graças sem cessar a Deus porque recebestes a palavra de Deus, que de nós ouvistes. Vós a recebestes não como palavra de homens, mas como realmente é: Palavra de Deus, que age eficazmente em vós que crestes” (1 Tess 2,13).
Gostaria de destacar isso “que age eficazmente em vós que crestes”. A santa palavra de Deus opera (realiza o que significa) naquele que crê. Ali ela dá muitos frutos de cura, libertação, conversão, paz, força, ânimo, coragem, discernimento… O Espírito Santo nos ensina essa verdade, pela boca do profeta Isaías: “Tal como a chuva e a neve caem do céu e para lá não voltam sem ter regado a terra, sem a ter fecundado, e feito germinar as plantas, sem dar o grão a semear e o pão a comer, assim acontece à palavra que minha boca profere: não volta sem ter produzido seu efeito, sem ter executado a minha vontade e cumprido a sua missão” (Is 55,10).
A palavra de Deus é transformadora, santificante. “Toda a Escritura é inspirada por Deus, e útil para ensinar, para persuadir, para corrigir e formar na justiça” (2Tm 3,16). Ela é portanto um instrumento indispensável para a nossa santificação. Não conseguiremos ter “os mesmos sentimentos de Cristo” (Fil 2,5) sem ouvir, ler, meditar, estudar e conhecer a sua santa palavra. São Jerônimo, que traduziu a Bíblia do grego para o latim (Vulgata), dizia que “quem não conhece o Evangelho não conhece Jesus Cristo”.
Jesus nos ensina que “a Escritura não pode ser desprezada” (Jo 10,34). Que poder tem a palavra de Deus! Se Jesus a utilizou assim como uma arma espiritual na luta contra o tentador, quanto mais nós precisamos dela! É preciso trazer a Palavra de Deus no coração, para poder “sacá-la”, na hora da tentação, como uma arma espiritual, como Jesus fez para nos dar o exemplo. São Paulo nos garante que: “tudo o que se escreveu, foi escrito para a nossa instrução, a fim de que pela paciência e consolação que dão as Escrituras, tenhamos esperança” (Rom 15,4). O mesmo diz o livro de Macabeus, para quem a “consolação está nos livros santos, que estão em nossas mãos” (1Mac 12,9), e que encorajavam o povo “lendo a lei e os profetas” (2 Mac 15,9). São Paulo recomendava a Timóteo que se aplicasse à sua leitura (1Tm 4,13).
Jesus é a própria Palavra de Deus, o Verbo de Deus que se fez carne (Jo 1,1s). No livro do Apocalipse, São João viu o Filho do homem…” e de sua boca saia uma espada afiada, de dois gumes” (Apc 1,16). É o símbolo tradicional da irresistível penetração da palavra de Deus. São Paulo resume todo o poder da palavra de Deus quando escreve a Timóteo: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para ensinar, para persuadir, para corrigir e formar na justiça” (2Tm 3,16).
São Pedro diz que renascemos pela força dessa palavra: “Pois haveis renascidos, não duma semente corruptível, mas pela palavra de Deus, semente incorruptível, viva e eterna”, (1 Pe 1,23); e, como disse o profeta Isaias: “a palavra do Senhor permanece eternamente” (Is 11,6-8).
Quando avisaram a Jesus que a Sua mãe e os seus irmãos queriam vê-lo, o Senhor disse: “Minha mãe e meus irmãos são estes que ouvem a palavra de Deus e a observam” (Lc 8,21). Quando aquela mulher levantou a voz do meio do povo e lhe disse: “Bem-aventurado o ventre que te trouxe, e os peitos que te amamentaram!”, o Senhor respondeu: “Antes bem-aventurados aqueles que ouvem a palavra de Deus e a observam!” (Lc 11,28).
Pela boca do profeta Amós, o Espírito Santo disse: “Eis que vem os dias … em que enviarei fome sobre a terra, não uma fome de pão, nem uma sede de água, mas fome e sede de ouvir a palavra do Senhor” (Am 8,11). Graças a Deus esses dias chegaram !
A apresentação de Jesus no Templo
1. No episódio da apresentação de Jesus no Templo, São Lucas ressalta o destino messiânico de Jesus. Objetivo imediato da viagem da Sagrada Família, de Belém a Jerusalém, é, segundo o texto lucano, o cumprimento da Lei: “Quando se cumpriu o tempo da sua purificação, segundo a lei de Moisés, levaram-no a Jerusalém para O apresentarem ao Senhor, conforme está escrito na lei de Deus: Todo o primogênito varão será consagrado ao Senhor” e para oferecerem em sacrifício, como se diz na lei do Senhor, um par de rolas ou duas pombinhas” (Lc. 2, 22-24).
Com este gesto, Maria e José manifestam o propósito de obedecer fielmente à vontade de Deus, rejeitando qualquer forma de privilégio. A vinda deles ao templo de Jerusalém assume o significado de uma consagração a Deus, no lugar da Sua presença.
Induzida pela sua pobreza a oferecer rolas ou pombinhas, Maria dá na realidade o verdadeiro Cordeiro, que deverá redimir a humanidade, antecipando com o seu gesto quanto era prefigurado nas ofertas rituais da Antiga Lei.
2. Enquanto a Lei requeria apenas à Mãe a purificação após o parto, Lucas fala do “tempo da sua purificação” (Lc.2, 22), querendo, talvez, indicar ao mesmo tempo as prescrições relativas à Mãe e ao Filho primogênito.
A expressão “purificação” pode surpreender-nos, porque é referida a uma Mãe que obtivera, por graça singular, ser imaculada desde o primeiro instante da sua existência, e a um Menino totalmente santo. É preciso porém, recordar que não se tratava de purificar a consciência de alguma mancha de pecado, mas somente de readquirir a pureza ritual, a qual, segundo as idéias do tempo, era atingida pelo simples fato do parto, sem que houvesse alguma forma de culpa.
O evangelista aproveita a ocasião para sublinhar o vínculo especial que existe entre Jesus, enquanto “primogênito” (Lc. 2, 7.23) e a santidade de Deus, bem como para indicar o Espírito de humilde oferenda que animava Maria e José (cf. Lc. 2, 24). Com efeito, o “par de rolas ou duas pombinhas” era a oferta dos pobres (Lv. 12, 8).
3. No Templo José e Maria encontram-se com Simeão, “homem justo e piedoso, que esperava a consolação de Israel” (Lc. 2, 25).
A narração lucana nada diz do seu passado e do serviço que exerce no Templo; fala de um homem profundamente religioso, que cultiva no coração desejos grandes e espera o Messias, consolador de Israel. Com efeito, “o Espírito Santo estava nele” e “tinha-lhe… revelado… que não morreria antes de ter visto o Messias do Senhor” (2, 26). Simeão convida-nos a contemplar a ação misericordiosa de Deus, o Qual efunde o Espírito nos seus fiéis para realizar o Seu misterioso projeto de amor.
Simeão, modelo do homem que se abre à ação de Deus, “impelido pelo Espírito” (Lc. 2, 27), vai ao Templo onde encontra Jesus, José e Maria. Tomando o Menino nos braços, bendiz a Deus: “Agora, Senhor, podes deixar o Teu servo partir em paz, segundo a Tua palavra” (Lc. 2, 29).
Expressão do Antigo Testamento, Simeão experimenta a alegria do encontro com o Messias e sente ter alcançado o objetivo da sua existência; pode, então, pedir ao Altíssimo que lhe conceda a paz da outra vida.
No episódio da apresentação pode divisar o encontro da esperança de Israel com o Messias. Pode-se também ver nele um sinal profético do encontro do homem com Cristo. O Espírito Santo torna-o possível, suscitando no coração humano o desejo desse encontro salvífico e favorecendo a sua realização.
Nem podemos transcurar o papel de Maria, que entrega o Menino ao santo varão Simeão. Por vontade divina, é a Mãe que dá Jesus aos homens.
4. Ao revelar o futuro do Salvador, Simeão faz referência à profecia do “Servo”, enviado ao Povo eleito e às nações. A Ele o Senhor diz: “Formei-Te e designei-Te como aliança do povo e luz das nações” (Is. 42, 6). E ainda: “É pouco que sejas Meu servo para restaurares as tribos de Jacó e reconduzires os sobreviventes de Israel. Vou fazer de ti luz das nações, a fim de que a Minha salvação chegue até aos confins da terra” (Is. 49, 6).
No seu cântico Simeão inverte a perspectiva, pondo em evidência o universalismo da missão de Jesus: “Os meus olhos viram a Salvação, que preparaste em favor de todos os povos: Luz para iluminar as nações e glória de Israel, Teu povo” (Lc. 2, 30-32).
Como não maravilhar-se diante de tais palavras? “O pai e a Mãe de Jesus estavam admirados com o que se dizia d’Ele” (Lc. 2, 23). Mas José e Maria, com esta experiência, compreendem de modo mais claro a importância do seu gesto de oferta: no Templo de Jerusalém apresentam Aquele que, sendo a glória do Seu povo, é também a salvação da humanidade inteira.
CATEQUESES DO PAPA JOÃO PAULO II
1. No episódio da apresentação de Jesus no Templo, São Lucas ressalta o destino messiânico de Jesus. Objetivo imediato da viagem da Sagrada Família, de Belém a Jerusalém, é, segundo o texto lucano, o cumprimento da Lei: “Quando se cumpriu o tempo da sua purificação, segundo a lei de Moisés, levaram-no a Jerusalém para O apresentarem ao Senhor, conforme está escrito na lei de Deus: Todo o primogênito varão será consagrado ao Senhor” e para oferecerem em sacrifício, como se diz na lei do Senhor, um par de rolas ou duas pombinhas” (Lc. 2, 22-24).
Com este gesto, Maria e José manifestam o propósito de obedecer fielmente à vontade de Deus, rejeitando qualquer forma de privilégio. A vinda deles ao templo de Jerusalém assume o significado de uma consagração a Deus, no lugar da Sua presença.
Induzida pela sua pobreza a oferecer rolas ou pombinhas, Maria dá na realidade o verdadeiro Cordeiro, que deverá redimir a humanidade, antecipando com o seu gesto quanto era prefigurado nas ofertas rituais da Antiga Lei.
2. Enquanto a Lei requeria apenas à Mãe a purificação após o parto, Lucas fala do “tempo da sua purificação” (Lc.2, 22), querendo, talvez, indicar ao mesmo tempo as prescrições relativas à Mãe e ao Filho primogênito.
A expressão “purificação” pode surpreender-nos, porque é referida a uma Mãe que obtivera, por graça singular, ser imaculada desde o primeiro instante da sua existência, e a um Menino totalmente santo. É preciso porém, recordar que não se tratava de purificar a consciência de alguma mancha de pecado, mas somente de readquirir a pureza ritual, a qual, segundo as idéias do tempo, era atingida pelo simples fato do parto, sem que houvesse alguma forma de culpa.
O evangelista aproveita a ocasião para sublinhar o vínculo especial que existe entre Jesus, enquanto “primogênito” (Lc. 2, 7.23) e a santidade de Deus, bem como para indicar o Espírito de humilde oferenda que animava Maria e José (cf. Lc. 2, 24). Com efeito, o “par de rolas ou duas pombinhas” era a oferta dos pobres (Lv. 12, 8).
3. No Templo José e Maria encontram-se com Simeão, “homem justo e piedoso, que esperava a consolação de Israel” (Lc. 2, 25).
A narração lucana nada diz do seu passado e do serviço que exerce no Templo; fala de um homem profundamente religioso, que cultiva no coração desejos grandes e espera o Messias, consolador de Israel. Com efeito, “o Espírito Santo estava nele” e “tinha-lhe… revelado… que não morreria antes de ter visto o Messias do Senhor” (2, 26). Simeão convida-nos a contemplar a ação misericordiosa de Deus, o Qual efunde o Espírito nos seus fiéis para realizar o Seu misterioso projeto de amor.
Simeão, modelo do homem que se abre à ação de Deus, “impelido pelo Espírito” (Lc. 2, 27), vai ao Templo onde encontra Jesus, José e Maria. Tomando o Menino nos braços, bendiz a Deus: “Agora, Senhor, podes deixar o Teu servo partir em paz, segundo a Tua palavra” (Lc. 2, 29).
Expressão do Antigo Testamento, Simeão experimenta a alegria do encontro com o Messias e sente ter alcançado o objetivo da sua existência; pode, então, pedir ao Altíssimo que lhe conceda a paz da outra vida.
No episódio da apresentação pode divisar o encontro da esperança de Israel com o Messias. Pode-se também ver nele um sinal profético do encontro do homem com Cristo. O Espírito Santo torna-o possível, suscitando no coração humano o desejo desse encontro salvífico e favorecendo a sua realização.
Nem podemos transcurar o papel de Maria, que entrega o Menino ao santo varão Simeão. Por vontade divina, é a Mãe que dá Jesus aos homens.
4. Ao revelar o futuro do Salvador, Simeão faz referência à profecia do “Servo”, enviado ao Povo eleito e às nações. A Ele o Senhor diz: “Formei-Te e designei-Te como aliança do povo e luz das nações” (Is. 42, 6). E ainda: “É pouco que sejas Meu servo para restaurares as tribos de Jacó e reconduzires os sobreviventes de Israel. Vou fazer de ti luz das nações, a fim de que a Minha salvação chegue até aos confins da terra” (Is. 49, 6).
No seu cântico Simeão inverte a perspectiva, pondo em evidência o universalismo da missão de Jesus: “Os meus olhos viram a Salvação, que preparaste em favor de todos os povos: Luz para iluminar as nações e glória de Israel, Teu povo” (Lc. 2, 30-32).
Como não maravilhar-se diante de tais palavras? “O pai e a Mãe de Jesus estavam admirados com o que se dizia d’Ele” (Lc. 2, 23). Mas José e Maria, com esta experiência, compreendem de modo mais claro a importância do seu gesto de oferta: no Templo de Jerusalém apresentam Aquele que, sendo a glória do Seu povo, é também a salvação da humanidade inteira.
CATEQUESES DO PAPA JOÃO PAULO II
Devoção ao Sagrado Coração é «imprescindível», explica Bento XVI
Contemplação do amor de Cristo ao entregar sua vida na cruz
.- Bento XVI tomou papel e caneta para explicar que a devoção ao Sagrado Coração de Jesus, ou seja, a adoração do amor de Deus manifestado no «coração transpassado» na Cruz, é «imprescindível» para a vida espiritual de todo cristão.
Assim constata o pontífice na carta que enviou ao padre Peter-Hans Kolvenbach, SI, prepósito geral da Companhia de Jesus, no qüinquagésimo aniversário da encíclica escrita por Pio XII, «Haurietis aquas», sobre o culto ao Sagrado Coração.
O Santo Padre escreve sua carta ao superior dos jesuítas, pois, como reconhece no final, estes religiosos foram sempre «sumamente ativos na promoção dessa devoção fundamental».
Essa devoção, declara, consiste fundamentalmente na «contemplação do “lado transpassado pela lança”, na qual resplandece a vontade sem confins de salvação por parte de Deus».
Por este motivo, acrescenta, «não pode ser considerada portanto como uma forma passageira de culto ou de devoção: a adoração do amor de Deus, que encontrou no símbolo do “coração transpassado” sua expressão histórico-devocional, continua sendo imprescindível para uma relação viva com Deus», sublinha.
A carta convida a «conhecer», «experimentar» e «testemunhar» o amor de Cristo manifestado no momento supremo no qual seu lado derramou «sangue e água» na Cruz.
Seu lado, indica o Papa, é o «manancial» ao qual há que recorrer «para alcançar o verdadeiro conhecimento de Jesus e experimentar mais profundamente o seu amor».
«Deste modo, poderemos compreender melhor o que significa conhecer» em Jesus Cristo o amor de Deus, experimentá-lo, mantendo o olhar nEle, até viver completamente a experiência de seu amor, para poder testemunhá-lo depois aos outros.»
«Junto ao Coração de Cristo – declara citando a João Paulo II –, o coração humano aprende a conhecer o autêntico e único sentido da vida e de seu próprio destino, a compreender o valor de uma vida autenticamente cristã, a permanecer afastado de certas perversões do coração, a unir o amor filial a Deus ao amor ao próximo.»
A devoção ao Sagrado Coração recebeu um impulso decisivo com as aparições de Cristo à religiosa francesa da Visitação, Santa Margarida Maria Alacoque (1647-1690).
«Meu Coração divino está tão apaixonado de amor pelos homens, e por ti em particular, que ao não poder conter em si as chamas de sua ardente caridade, há que transmiti-las por todos os meios», disse-lhe Cristo na aparição de 27 de dezembro de 1673, segundo ela escreveu depois.
Paray-le-Monial, a pequena localidade de Borgonha na qual residia Santa Margarida Maria, converteu-se no símbolo desta devoção, que recebeu nova vitalidade, em 5 de outubro de 1986, com a visita de João Paulo II.
Contemplação do amor de Cristo ao entregar sua vida na cruz
.- Bento XVI tomou papel e caneta para explicar que a devoção ao Sagrado Coração de Jesus, ou seja, a adoração do amor de Deus manifestado no «coração transpassado» na Cruz, é «imprescindível» para a vida espiritual de todo cristão.
Assim constata o pontífice na carta que enviou ao padre Peter-Hans Kolvenbach, SI, prepósito geral da Companhia de Jesus, no qüinquagésimo aniversário da encíclica escrita por Pio XII, «Haurietis aquas», sobre o culto ao Sagrado Coração.
O Santo Padre escreve sua carta ao superior dos jesuítas, pois, como reconhece no final, estes religiosos foram sempre «sumamente ativos na promoção dessa devoção fundamental».
Essa devoção, declara, consiste fundamentalmente na «contemplação do “lado transpassado pela lança”, na qual resplandece a vontade sem confins de salvação por parte de Deus».
Por este motivo, acrescenta, «não pode ser considerada portanto como uma forma passageira de culto ou de devoção: a adoração do amor de Deus, que encontrou no símbolo do “coração transpassado” sua expressão histórico-devocional, continua sendo imprescindível para uma relação viva com Deus», sublinha.
A carta convida a «conhecer», «experimentar» e «testemunhar» o amor de Cristo manifestado no momento supremo no qual seu lado derramou «sangue e água» na Cruz.
Seu lado, indica o Papa, é o «manancial» ao qual há que recorrer «para alcançar o verdadeiro conhecimento de Jesus e experimentar mais profundamente o seu amor».
«Deste modo, poderemos compreender melhor o que significa conhecer» em Jesus Cristo o amor de Deus, experimentá-lo, mantendo o olhar nEle, até viver completamente a experiência de seu amor, para poder testemunhá-lo depois aos outros.»
«Junto ao Coração de Cristo – declara citando a João Paulo II –, o coração humano aprende a conhecer o autêntico e único sentido da vida e de seu próprio destino, a compreender o valor de uma vida autenticamente cristã, a permanecer afastado de certas perversões do coração, a unir o amor filial a Deus ao amor ao próximo.»
A devoção ao Sagrado Coração recebeu um impulso decisivo com as aparições de Cristo à religiosa francesa da Visitação, Santa Margarida Maria Alacoque (1647-1690).
«Meu Coração divino está tão apaixonado de amor pelos homens, e por ti em particular, que ao não poder conter em si as chamas de sua ardente caridade, há que transmiti-las por todos os meios», disse-lhe Cristo na aparição de 27 de dezembro de 1673, segundo ela escreveu depois.
Paray-le-Monial, a pequena localidade de Borgonha na qual residia Santa Margarida Maria, converteu-se no símbolo desta devoção, que recebeu nova vitalidade, em 5 de outubro de 1986, com a visita de João Paulo II.
INDE A PRIMIS - O CULTO DO PRECIOSÍSSIMO SANGUE DE JESUS CRISTO
Carta Apostólica do Papa João XXIII
Aos veneráueis irmâos patriarcas, primazes, arcebispos, bispos
e outros ordinários do lugar em paz e comunhão com a Sé Apostólica.
Veneráveis Irmãos, saudação e Bênção Apostólica,
1. Desde os primeiros meses do nosso serviço pontifício aconteceu-nos muitas vezes - e não raro a palavra foi precursora ansiosa e inocente do nosso próprio sentir - convidar os fiéis, em matéria de devoção viva e cotidiana, a se volverem com ardente fervor para a expressão divina da misericórdia do Senhor sobre as almas individuais, sobre a sua Igreja santa e sobre o mundo inteiro, dos quais todos Jesus continua sendo o Redentor e o Salvador. Queremos dizer a devoção ao Preciosíssimo Sangue.
2. Esta devoção foi-nos instilada no próprio ambiente doméstico em que floresceu a nossa infância, e sempre recordamos com viva emoção a recitação das ladainhas do Preciosíssimo Sangue que os nossos velhos pais faziam no mês de julho.
3. Lembrados da salutar exortação do Apóstolo: “Estai atentos a vós mesmos e a todo o rebanho: nele o Espírito Santo vos constituiu guardiães, para apascentardes a Igreja de Deus, que ele adquiriu para si pelo sangue de seu próprio Filho” (At 20,28), cremos, ó Veneráveis Irmãos, que entre as solicitudes do nosso universal ministério pastoral, depois da vigilância sobre a sã doutrina deve ter um lugar privilegiado aquela que diz respeito ao reto desenvolvimento e ao incremento da piedade religiosa, nas manifestações do culto litúrgico e privado. Parece-nos, portanto, particularmente oportuno chamar a atenção dos nossos diletos filhos para o nexo indissolúvel que deve unir as duas devoções, já tão difundidas no seio do povo cristão, isto é, o ss. Nome de Jesus e o seu sacratíssimo Coração, aquela que pretende honrar o Sangue Preciosíssimo do Verbo encarnado, “derramado por muitos em remissão dos pecados” (cf. Mt 26,28).
4. Com efeito, se é de suma importância que entre o Credo católico e a ação litúrgica da Igreja reine uma salutar harmonia, visto que “a norma do acreditar define a norma de rezar”, e nunca sejam consentidas formas de culto que não brotem das fontes puríssimas da verdadeira fé, é justo, outrossim, que floresça harmonia semelhante entre as várias devoções, de modo que não haja contraste ou dissociação entre as que são consideradas como fundamentais e mais santificantes, e que, ao mesmo tempo, sobre as devoções pessoais e secundárias tenham o primado na estima e na prática aquelas que melhor realizam a economia da salvação universal operada pelo “único mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus homem, aquele que deu a si mesmo em resgate por todos” (1Tm 2,5-6). Movendo-se nesta atmosfera de reta fé e de sã piedade, os féis estão seguros de sentir com a Igreja, ou seja de viverem em comunhão de oração e de caridade com Jesus Cristo, fundador e sumo sacerdote dessa sublime religião que dele recebe, com o nome, toda a sua dignidade e valor.
5. Se agora detivermos um rápido olhar aos admiráveis progressos que a Igreja católica tem operado no campo da piedade litúrgica, em salutar consonância com o desenvolvimento da sua fé na penetração das verdades divinas, indubitavelmente será consolador verificarmos que nos séculos próximos a nós não faltaram, da parte desta Sé Apostólica, claros e repetidos atestados de consentimento e de incentivo para todas as três devoções supra mencionadas; devoções que foram praticadas desde a Idade Média por muitas almas piedosas, e depois foram difundidas em várias dioceses, ordens e congregações religiosas, mas que aguardavam da Cátedra de Pedro o cunho da ortodoxia e a aprovação para a Igreja universal.
6. Baste-nos recordar que os nossos predecessores desde o século XVI enriqueceram de favores espirituais a devoção ao ss. Nome de Jesus, da qual no século precedente se fizera apóstolo infatigável, na Itália, S. Bernardino de Sena. Em honra desse ss. Nome foram, antes de tudo, aprovados o ofício e a missa, e em seguida as Ladainhas. Nem foram menos insignes os privilégios concedidos pelos pontífices romanos ao culto para com o Sacratíssimo Coração de Jesus, em cuja admirável propagação tamanha parte tiveram as revelações feitas pelo Sagrado Coração a Santa Margarida Maria Alacocque. E tão alta e unânime tem sido a estima dos pontífices romanos a esta devoção, que eles se comprazeram em lhe ilustrar a natureza, defender a legitimidade, e inculcar a prática com muitos atos oficiais, aos quais puseram coroamento três importantes encíclicas sobre este assunto.
7. Mas também a devocão ao Preciosíssimo Sangue de Jesus, da qual foi propagador admirável no século passado o sacerdote romano S. Gaspar del Bufalo, teve o merecido consentimento e o favor desta Sé Apostólica. Com efeito, importa recordar que, por ordem de Bento XIV, foram compostos a missa e o ofício em honra do Sangue adorável do divino Salvador; e que Pio IX, em cumprimento de um voto feito em Gaeta, quis que a festa litúrgica fosse estendida à Igreja universal. Finalmente, foi Pio XI, de feliz memória, quem, em lembrança do 19° centenário da redenção, elevou a sobredita festa a rito duplo de primeira classe, a fim de que, pela acrescida solenidade litúrgica, mais intensa se tornasse a própria devoção, e mais copiosos se entornassem sobre os homens os frutos do Sangue redentor.
8. Seguindo, portanto, o exemplo dos nossos predecessores, com o fim de favorecer ulteriormente o culto para com o precioso Sangue do Cordeiro imaculado, Cristo Jesus, aprovamos-lhe as ladainhas, segundo a ordem compilada pela Sacra Congregação dos ritos, incentivando outrossim a reza das mesmas em todo o mundo católico, quer em particular quer em público, com a concessão de indulgências especiais. Possa este novo ato do cuidado por todas as Igrejas (cf.lCor 11,28), próprio do pontificado supremo, em tempo das mais graves e urgentes necessidades espirituais, acordar no ânimo dos crentes a convicção do valor perene, universal, sumamente prático das três louvadas devoções.
9. Por isto, ao aproximar-se a festa e o mês dedicados ao culto do Sangue de Cristo, preço do nosso resgate, penhor de salvação e de vida eterna, façam-na os fiéis objeto de meditações mais devotas e de comunhões sacramentais mais freqüentes. Iluminados pelos salutares ensinamentos que promanam dos Livros sagrados e da doutrina dos padres e doutores da Igreja, reflitam no valor superabundante, infinito desse Sangue verdadeiramente preciosíssimo, do qual uma só gota pode salvar o mundo todo de toda culpa”, como canta a Igreja com o Angélico Doutor, e como sabiamente confirmou o nosso predecessor Clemente VI.
10. Porquanto, se infinito é o valor do Sangue do Homem-Deus, e se infinita foi a caridade que o impeliu a derramá-lo desde o oitavo dia do seu nascimento, e depois, com superabundância, na agonia do horto (cf. Lc 22,43), na flagelação e na coroação de espinhos, na subida ao Calvário e na crucifixão, e, enfim, da ampla ferida do seu lado, como símbolo desse mesmo Sangue divino que corre em todos os sacramentos da Igreja, não só é conveniente, mas é também sumamente justo que a ele sejam tributadas homenagens de adoração e de amorosa gratidão por parte de todos os que foram regenerados nas suas ondas salutares.
11. E ao culto de latria a ser prestado ao cálice do Sangue do Novo Testamento, sobretudo no momento da sua elevação no sacrifício da Missa, é sumamente conveniente e salutar que se siga a comunhão com esse mesmo Sangue, indissoluvelmente unido ao corpo do nosso Salvador no sacramento da eucaristia. Em união, então, com o sacerdote celebrante, poderão os fiéis com plena verdade repetir mentalmente as palavras que ele pronuncia no momento da comunhão; “Tomarei o cálice da salvação e invocarei o nome do Senhor… O sangue de Cristo me guarde para a vida eterna. Amém”. Desse modo os fiéis que dele se aproximarem dignamente receberão mais abundantes os frutos de redenção, de ressurreição e de vida eterna que o Sangue derramado por Cristo “por impulso do Espírito Santo” (Hb 9,14) mereceu para o mundo inteiro. E, nutridos do corpo e do sangue de Cristo, tornados participantes do seu poder divino, que fez surgir legiões de mártires, eles irão ao encontro das lutas cotidianas, dos sacrifícios, até mesmo do martírio, se preciso, em defesa da virtude e do reino de Deus, sentindo em si mesmos aquele ardor de caridade que fazia S. João Crisóstomo exclamar: “Saímos daquela mesa quais leões expirando chamas, tornados terríveis ao demônio, pensando em quem é o nosso Chefe e quanto amor teve por nós… Esse Sangue, se dignamente recebido, afasta os demônios, chama para junto de nós os anjos e o próprio Senhor dos anjos… Esse Sangue derramado purifica o mundo todo… Este é o preço do universo, com ele Cristo redime a Igreja… Tal pensamento deve refrear as nossas paixões. Até quando, com efeito, ficaremos apegados ao mundo presente?Até quando ficaremos inertes?Até quando descuraremos pensar na nossa salvação? Reflitamos sobre os bens que o Senhor se dignou de nos conceder, sejamos-lhe gratos por eles, glorifiquemo-lo não só com a fé, mas também com as obras”.
12. Oh! se os cristãos refletissem mais freqüentemente no paternal aviso do primeiro papa: “Portai-vos com temor durante o tempo do vosso exílio. Pois sabeis que não foi com coisas perecíveis, isto é, com prata ou ouro que fostes resgatados…, mas pelo Sangue Precioso de Cristo, como de um cordeiro sem defeito e sem mácula” (1Pd 1,1719); se eles dessem mais solícito ouvido à exortação do apóstolo das gentes: “Alguém pagou alto preço pelo vosso resgate; glorificai, portanto, a Deus em vosso corpo” (l Cor 6,20). Quanto mais dignos, mais edificantes seriam os seus costumes, quanto mais salutar para a humanidade inteira seria a presença, no mundo, da Igreja de Cristo! E, se todos os homens secundassem os convites da graça de Deus, que os quer todos salvos (cf. 1Tm 2,4), porque ele quis que todos fossem remidos pelo Sangue de seu Unigênito, e chama todos a serem membros de um só corpo místico, do qual Cristo é a Cabeça, então quanto mais fraternas se tornariam as relações entre os indivíduos, os povos, as nações, e quanto mais pacífica, quanto mais digna de Deus e da natureza humana, criada a imagem e semelhança do Altíssimo (cf. Gn 1,26), se tornaria a convivência social!
13. Era a contemplação desta sublime vocação que s. Paulo convidava os fiéis provenientes do povo eleito, tentados de pensar com saudade num passado que fora apenas uma pálida figura e o prelúdio da nova aliança: “Mas vós vos aproximastes do monte Sião e da cidade de Deus vivo, a Jerusalém celestial, e de milhões de anjos reunidos em festa, e da assembléia dos primogênitos cujos nomes estão inscritos nos céus, e de Deus o juiz de todos, e dos espíritos dos justos que chegaram à perfeição, e de Jesus, mediador de uma nova aliança, e do sangue da aspersão mais eloqüente que o de Abel” (Hb 12,22-24).
14. Plenamente confiamos, ó veneráveis irmãos, que estas nossas paternais exortações, pelo modo como julgardes mais oportuno tornadas por vós conhecidas ao clero e aos fiéis a vós confiados, serão de bom grado postas em prática, não só salutarmente, mas também com fervoroso zelo, em auspício das graças celestes e em penhor da nossa particular benevolência, com efusão de coração concedemos a bênção apostólica a cada um de vós e a todos os vossos rebanhos, e de modo particular aos que generosa e piedosamente responderem ao nosso convite.
Dado em Roma, junto a S. Pedro, no dia 30 de junho de 1960, vigília da Festa do Preciosíssimo Sangue de N. S. J. C., segundo ano do nosso Pontificado.
JOÃO PP. XXIII
Carta Apostólica do Papa João XXIII
Aos veneráueis irmâos patriarcas, primazes, arcebispos, bispos
e outros ordinários do lugar em paz e comunhão com a Sé Apostólica.
Veneráveis Irmãos, saudação e Bênção Apostólica,
1. Desde os primeiros meses do nosso serviço pontifício aconteceu-nos muitas vezes - e não raro a palavra foi precursora ansiosa e inocente do nosso próprio sentir - convidar os fiéis, em matéria de devoção viva e cotidiana, a se volverem com ardente fervor para a expressão divina da misericórdia do Senhor sobre as almas individuais, sobre a sua Igreja santa e sobre o mundo inteiro, dos quais todos Jesus continua sendo o Redentor e o Salvador. Queremos dizer a devoção ao Preciosíssimo Sangue.
2. Esta devoção foi-nos instilada no próprio ambiente doméstico em que floresceu a nossa infância, e sempre recordamos com viva emoção a recitação das ladainhas do Preciosíssimo Sangue que os nossos velhos pais faziam no mês de julho.
3. Lembrados da salutar exortação do Apóstolo: “Estai atentos a vós mesmos e a todo o rebanho: nele o Espírito Santo vos constituiu guardiães, para apascentardes a Igreja de Deus, que ele adquiriu para si pelo sangue de seu próprio Filho” (At 20,28), cremos, ó Veneráveis Irmãos, que entre as solicitudes do nosso universal ministério pastoral, depois da vigilância sobre a sã doutrina deve ter um lugar privilegiado aquela que diz respeito ao reto desenvolvimento e ao incremento da piedade religiosa, nas manifestações do culto litúrgico e privado. Parece-nos, portanto, particularmente oportuno chamar a atenção dos nossos diletos filhos para o nexo indissolúvel que deve unir as duas devoções, já tão difundidas no seio do povo cristão, isto é, o ss. Nome de Jesus e o seu sacratíssimo Coração, aquela que pretende honrar o Sangue Preciosíssimo do Verbo encarnado, “derramado por muitos em remissão dos pecados” (cf. Mt 26,28).
4. Com efeito, se é de suma importância que entre o Credo católico e a ação litúrgica da Igreja reine uma salutar harmonia, visto que “a norma do acreditar define a norma de rezar”, e nunca sejam consentidas formas de culto que não brotem das fontes puríssimas da verdadeira fé, é justo, outrossim, que floresça harmonia semelhante entre as várias devoções, de modo que não haja contraste ou dissociação entre as que são consideradas como fundamentais e mais santificantes, e que, ao mesmo tempo, sobre as devoções pessoais e secundárias tenham o primado na estima e na prática aquelas que melhor realizam a economia da salvação universal operada pelo “único mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus homem, aquele que deu a si mesmo em resgate por todos” (1Tm 2,5-6). Movendo-se nesta atmosfera de reta fé e de sã piedade, os féis estão seguros de sentir com a Igreja, ou seja de viverem em comunhão de oração e de caridade com Jesus Cristo, fundador e sumo sacerdote dessa sublime religião que dele recebe, com o nome, toda a sua dignidade e valor.
5. Se agora detivermos um rápido olhar aos admiráveis progressos que a Igreja católica tem operado no campo da piedade litúrgica, em salutar consonância com o desenvolvimento da sua fé na penetração das verdades divinas, indubitavelmente será consolador verificarmos que nos séculos próximos a nós não faltaram, da parte desta Sé Apostólica, claros e repetidos atestados de consentimento e de incentivo para todas as três devoções supra mencionadas; devoções que foram praticadas desde a Idade Média por muitas almas piedosas, e depois foram difundidas em várias dioceses, ordens e congregações religiosas, mas que aguardavam da Cátedra de Pedro o cunho da ortodoxia e a aprovação para a Igreja universal.
6. Baste-nos recordar que os nossos predecessores desde o século XVI enriqueceram de favores espirituais a devoção ao ss. Nome de Jesus, da qual no século precedente se fizera apóstolo infatigável, na Itália, S. Bernardino de Sena. Em honra desse ss. Nome foram, antes de tudo, aprovados o ofício e a missa, e em seguida as Ladainhas. Nem foram menos insignes os privilégios concedidos pelos pontífices romanos ao culto para com o Sacratíssimo Coração de Jesus, em cuja admirável propagação tamanha parte tiveram as revelações feitas pelo Sagrado Coração a Santa Margarida Maria Alacocque. E tão alta e unânime tem sido a estima dos pontífices romanos a esta devoção, que eles se comprazeram em lhe ilustrar a natureza, defender a legitimidade, e inculcar a prática com muitos atos oficiais, aos quais puseram coroamento três importantes encíclicas sobre este assunto.
7. Mas também a devocão ao Preciosíssimo Sangue de Jesus, da qual foi propagador admirável no século passado o sacerdote romano S. Gaspar del Bufalo, teve o merecido consentimento e o favor desta Sé Apostólica. Com efeito, importa recordar que, por ordem de Bento XIV, foram compostos a missa e o ofício em honra do Sangue adorável do divino Salvador; e que Pio IX, em cumprimento de um voto feito em Gaeta, quis que a festa litúrgica fosse estendida à Igreja universal. Finalmente, foi Pio XI, de feliz memória, quem, em lembrança do 19° centenário da redenção, elevou a sobredita festa a rito duplo de primeira classe, a fim de que, pela acrescida solenidade litúrgica, mais intensa se tornasse a própria devoção, e mais copiosos se entornassem sobre os homens os frutos do Sangue redentor.
8. Seguindo, portanto, o exemplo dos nossos predecessores, com o fim de favorecer ulteriormente o culto para com o precioso Sangue do Cordeiro imaculado, Cristo Jesus, aprovamos-lhe as ladainhas, segundo a ordem compilada pela Sacra Congregação dos ritos, incentivando outrossim a reza das mesmas em todo o mundo católico, quer em particular quer em público, com a concessão de indulgências especiais. Possa este novo ato do cuidado por todas as Igrejas (cf.lCor 11,28), próprio do pontificado supremo, em tempo das mais graves e urgentes necessidades espirituais, acordar no ânimo dos crentes a convicção do valor perene, universal, sumamente prático das três louvadas devoções.
9. Por isto, ao aproximar-se a festa e o mês dedicados ao culto do Sangue de Cristo, preço do nosso resgate, penhor de salvação e de vida eterna, façam-na os fiéis objeto de meditações mais devotas e de comunhões sacramentais mais freqüentes. Iluminados pelos salutares ensinamentos que promanam dos Livros sagrados e da doutrina dos padres e doutores da Igreja, reflitam no valor superabundante, infinito desse Sangue verdadeiramente preciosíssimo, do qual uma só gota pode salvar o mundo todo de toda culpa”, como canta a Igreja com o Angélico Doutor, e como sabiamente confirmou o nosso predecessor Clemente VI.
10. Porquanto, se infinito é o valor do Sangue do Homem-Deus, e se infinita foi a caridade que o impeliu a derramá-lo desde o oitavo dia do seu nascimento, e depois, com superabundância, na agonia do horto (cf. Lc 22,43), na flagelação e na coroação de espinhos, na subida ao Calvário e na crucifixão, e, enfim, da ampla ferida do seu lado, como símbolo desse mesmo Sangue divino que corre em todos os sacramentos da Igreja, não só é conveniente, mas é também sumamente justo que a ele sejam tributadas homenagens de adoração e de amorosa gratidão por parte de todos os que foram regenerados nas suas ondas salutares.
11. E ao culto de latria a ser prestado ao cálice do Sangue do Novo Testamento, sobretudo no momento da sua elevação no sacrifício da Missa, é sumamente conveniente e salutar que se siga a comunhão com esse mesmo Sangue, indissoluvelmente unido ao corpo do nosso Salvador no sacramento da eucaristia. Em união, então, com o sacerdote celebrante, poderão os fiéis com plena verdade repetir mentalmente as palavras que ele pronuncia no momento da comunhão; “Tomarei o cálice da salvação e invocarei o nome do Senhor… O sangue de Cristo me guarde para a vida eterna. Amém”. Desse modo os fiéis que dele se aproximarem dignamente receberão mais abundantes os frutos de redenção, de ressurreição e de vida eterna que o Sangue derramado por Cristo “por impulso do Espírito Santo” (Hb 9,14) mereceu para o mundo inteiro. E, nutridos do corpo e do sangue de Cristo, tornados participantes do seu poder divino, que fez surgir legiões de mártires, eles irão ao encontro das lutas cotidianas, dos sacrifícios, até mesmo do martírio, se preciso, em defesa da virtude e do reino de Deus, sentindo em si mesmos aquele ardor de caridade que fazia S. João Crisóstomo exclamar: “Saímos daquela mesa quais leões expirando chamas, tornados terríveis ao demônio, pensando em quem é o nosso Chefe e quanto amor teve por nós… Esse Sangue, se dignamente recebido, afasta os demônios, chama para junto de nós os anjos e o próprio Senhor dos anjos… Esse Sangue derramado purifica o mundo todo… Este é o preço do universo, com ele Cristo redime a Igreja… Tal pensamento deve refrear as nossas paixões. Até quando, com efeito, ficaremos apegados ao mundo presente?Até quando ficaremos inertes?Até quando descuraremos pensar na nossa salvação? Reflitamos sobre os bens que o Senhor se dignou de nos conceder, sejamos-lhe gratos por eles, glorifiquemo-lo não só com a fé, mas também com as obras”.
12. Oh! se os cristãos refletissem mais freqüentemente no paternal aviso do primeiro papa: “Portai-vos com temor durante o tempo do vosso exílio. Pois sabeis que não foi com coisas perecíveis, isto é, com prata ou ouro que fostes resgatados…, mas pelo Sangue Precioso de Cristo, como de um cordeiro sem defeito e sem mácula” (1Pd 1,1719); se eles dessem mais solícito ouvido à exortação do apóstolo das gentes: “Alguém pagou alto preço pelo vosso resgate; glorificai, portanto, a Deus em vosso corpo” (l Cor 6,20). Quanto mais dignos, mais edificantes seriam os seus costumes, quanto mais salutar para a humanidade inteira seria a presença, no mundo, da Igreja de Cristo! E, se todos os homens secundassem os convites da graça de Deus, que os quer todos salvos (cf. 1Tm 2,4), porque ele quis que todos fossem remidos pelo Sangue de seu Unigênito, e chama todos a serem membros de um só corpo místico, do qual Cristo é a Cabeça, então quanto mais fraternas se tornariam as relações entre os indivíduos, os povos, as nações, e quanto mais pacífica, quanto mais digna de Deus e da natureza humana, criada a imagem e semelhança do Altíssimo (cf. Gn 1,26), se tornaria a convivência social!
13. Era a contemplação desta sublime vocação que s. Paulo convidava os fiéis provenientes do povo eleito, tentados de pensar com saudade num passado que fora apenas uma pálida figura e o prelúdio da nova aliança: “Mas vós vos aproximastes do monte Sião e da cidade de Deus vivo, a Jerusalém celestial, e de milhões de anjos reunidos em festa, e da assembléia dos primogênitos cujos nomes estão inscritos nos céus, e de Deus o juiz de todos, e dos espíritos dos justos que chegaram à perfeição, e de Jesus, mediador de uma nova aliança, e do sangue da aspersão mais eloqüente que o de Abel” (Hb 12,22-24).
14. Plenamente confiamos, ó veneráveis irmãos, que estas nossas paternais exortações, pelo modo como julgardes mais oportuno tornadas por vós conhecidas ao clero e aos fiéis a vós confiados, serão de bom grado postas em prática, não só salutarmente, mas também com fervoroso zelo, em auspício das graças celestes e em penhor da nossa particular benevolência, com efusão de coração concedemos a bênção apostólica a cada um de vós e a todos os vossos rebanhos, e de modo particular aos que generosa e piedosamente responderem ao nosso convite.
Dado em Roma, junto a S. Pedro, no dia 30 de junho de 1960, vigília da Festa do Preciosíssimo Sangue de N. S. J. C., segundo ano do nosso Pontificado.
JOÃO PP. XXIII
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